Foto: Penguin Rehab & Release
A morte de uma pequena pinguim na Tasmânia, na Austrália, provocou questionamentos sobre a forma como autoridades vêm lidando com animais silvestres diante da ameaça da gripe aviária H5N1 no país. Chamada de Iphigenia pelo grupo que a resgatou, a ave foi morta por determinação do Departamento de Recursos Naturais e Meio Ambiente da Tasmânia (NRE Tas). Um exame realizado após sua morte, porém, não encontrou o vírus H5N1.
Iphigenia havia sido encontrada na região de Godfrey’s Beach, em Stanley, e entregue ao grupo Burnie’s Penguin Rehab and Rescue. Segundo a presidente da organização, Kathy Grieveson, a equipe suspeitou inicialmente que a pinguim tivesse sofrido um traumatismo craniano, possivelmente após ser atingida por um veículo.
A ave apresentava inchaço na região da cabeça, olhos projetados e alterações nas penas compatíveis com um impacto. Fora esses sinais, estava em boas condições físicas, com peso considerado saudável e plumagem preservada. A equipe pretendia realizar exames de imagem para verificar a existência de uma fratura no crânio.
A situação mudou depois que um veterinário local entrou em contato com o órgão ambiental devido à possibilidade de a alteração neurológica estar associada à gripe aviária. Um veterinário do departamento avaliou fotografias dela e determinou que deveria ser morta por eutanásia.
Segundo Grieveson, as justificativas apresentadas pelas autoridades mudaram durante o processo. Primeiro, teria sido mencionada a possibilidade de H5N1. Depois, a suspeita de clamidiose e, posteriormente, a cegueira. A equipe de resgate afirma que nenhuma dessas hipóteses justificava a morte da ave.
O teste realizado após a eutanásia confirmou que Iphigenia não estava infectada pelo H5N1. A própria Tasmânia continua sem registros confirmados da doença em seu território. O governo estadual mantém, contudo, uma estrutura de vigilância diante da chegada do vírus à Austrália, onde casos já foram identificados em aves silvestres de outros estados.
A preocupação com o H5N1 não é infundada. A cepa de alta patogenicidade se espalhou pelo mundo desde 2021 e provocou mortes em grande escala entre aves silvestres e outros animais, incluindo mamíferos marinhos. Na Austrália, pesquisadores alertam para o risco especialmente grave para espécies com populações pequenas, entre elas os pinguins-pequenos.
O problema está na distância entre reconhecer uma ameaça sanitária e transformar a suspeita em justificativa para matar um animal que ainda poderia ser tratado.
O Burnie’s Penguin Rehab and Rescue afirma ter atendido 24 pinguins com traumatismos cranianos acompanhados de problemas de visão. De acordo com Grieveson, 19 deles se recuperaram completamente e puderam retornar à natureza. A organização sustenta que Iphigenia também deveria ter recebido a oportunidade de tratamento e recuperação.
O grupo afirma ainda que possuía protocolos próprios de biossegurança e poderia manter a ave isolada durante a investigação. Também teria se disposto a arrecadar recursos para custear exames em uma unidade especializada.
Fonte: anda.jor.br
GRATIDÃO POR ESTAR CONOSCO....... VOCÊ ACABOU DE LER UMA MATÉRIA EM DEFESA DOS ANIMAIS.
CONSULTÓRIO VETERINÁRIO DR MACELO LINS EM MACEIÓ ( 82 99981 5415 ) & PET SHOOP KÃES & KÃES
MUNDO ANIMAL ANO XXVI na Mares do Sul FM 87,9 de Marechal Deodoro Alagoas aos sábados das 08:00h às 09:00h. E todos os dias às 10:00h. e às 16:00h., um boletim do Mundo Pet no www.gentedagente.maceio.br ( foto arquivo pessoal : gatinho Theodoro da minha amiga Gabriela Galdino )
VEREADORA POR MACEIÓ TECA NELMA DEFENSORA DA CAUSA ANIMAL & VEGETARIANA ( foto: assessoria )
www.estudarparaoab.com.br ( VILAÇA CURSOS )
Clinica veterinária Clinshop Maceió ANO VI (82) 99675 8715 ( castração de felinos de 01 a 15 de agosto & internamento 24 horas ) FOTO: arquivo pessoal
VEREADORA POR MACEIÓ OLIVIA TENÓRIO ( foto: assessoria )
TUBARÃO BEBIDAS E GALETERIA NA RUA VICENTE CELESTINO 628 NA SANTA LUCIA EM MACEIO ALAGOAS ( @tubaraofrangonabrasaoficial )
.jpg)





.jpg)
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário