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sábado, 7 de fevereiro de 2026

Você tomaria leite de jumenta?


 Uma reportagem da Revista da FAPESP apresentou recentemente iniciativas para “salvar” os jumentos da extinção no Brasil. À primeira vista, a proposta parece positiva. Mas, ao analisar o conteúdo, fica claro que o foco não é a proteção dos animais, e sim a criação de novas formas de exploração econômica.

Entre 1997 e 2025, a população de jumentos no país caiu cerca de 94%. Parte dessa redução ocorreu pela substituição do transporte animal por motos e veículos. No entanto, o principal fator é a demanda internacional, especialmente da China, por colágeno extraído da pele desses animais. Em diversos países africanos, a matança foi tão intensa que governos precisaram proibir o abate.


Diante desse cenário, pesquisadores e criadores passaram a defender a produção de leite, queijo e carne de jumenta como forma de “valorizar” a espécie. No Brasil, o litro do leite pode chegar a R$ 125, e o queijo, a R$ 3 mil o quilo. Ou seja, preservar virou sinônimo de lucrar.

Do ponto de vista vegano, essa lógica é perversa: manter uma espécie viva apenas para explorá-la não é conservação, é perpetuação da violência. A história dos jumentos, desde a domesticação na África até o uso no Nordeste brasileiro, é marcada pelo trabalho forçado e pelo abandono.

Há, porém, caminhos mais éticos. Pesquisas na Universidade Federal do Paraná buscam produzir colágeno em laboratório, sem matar animais. Esse tipo de iniciativa aponta para um futuro sem exploração.

O debate lembra a lógica de Jurassic Park: trazer seres à vida apenas para transformá-los em mercadoria. No caso dos jumentos, não se trata de salvá-los, mas de decidir se a sociedade continuará justificando a crueldade em nome do lucro — ou se escolherá, enfim, respeitar os animais como indivíduos.

Fonte: vista-se.com.br

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Homem é preso após arremessar 5 filhotes de cadela contra parede no Piauí; animais morreram

 


 Foto: Divulgação

Um homem de 31 anos, identificado apenas pelas iniciais V. A. S, foi preso pelo crime de maus tratos na tarde de terça-feira (3), em Picos, no sul do Piauí. Ele é suspeito de matar cinco filhotes de cachorro após arremessar os animais contra a parede.

O impacto quebrou os crânios de todos os filhotes. O suspeito teria cometido o crime em 2023 e um mandado de prisão preventiva contra ele foi expedido em janeiro deste ano.

“Esse caso ocorreu em 2023, no bairro Pantanal, onde o preso arremessou cinco filhotes de uma cadela que ele tinha contra a parede, matando os animais. Houve a denúncia por vizinhos e também pela Associação de Proteção dos Animais e ocorreu todo o procedimento jurídico, onde foi expedito o mandato de prisão dele”, informou o tenente Alves, do Batalhão Especial de Policiamento do Interior (Bepi).

O suspeito foi levado à Central de Flagrantes da Polícia Civil de Picos e deve ficar preso enquanto aguarda o andamento do processo.

Relembre o caso

Os animais foram assassinados em 2023, em Picos. O suspeito foi preso em flagrante e solto no dia seguinte. Ele era vizinho da tutora da cachorra mãe dos filhotinhos.

Na época, imagens da cachorra chorando ao ver os filhos mortos repercutiram nas mídias. Posteriormente, o animal, apelidado de Pretinha, foi resgatada por uma ONG, castrada e cuidada até morrer sem causa definida.

“A mãezinha chorando e pedindo socorro vendo seus filhotes mortos, imagine vendo o que aconteceu, desolador! Quem faz isso com um animal com certeza é capaz de maldades com qualquer ser vivo, inclusive com os mais indefesos (…). Não podemos deixar um crime desses impune porque seria sermos coniventes!”, lamentou nas redes sociais a Associação de Proteção aos Animais de Picos (Apapi).


 Foto: Reprodução

Por Eduarda Barradas e Ilanna Serena

Fonte: g1

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Gata arremessada do 12º andar está internada em estado grave em Curitiba (PR)


 Foto: PCPR

gata que foi arremessada pela janela do 12º andar de um prédio no Centro de Curitiba, na tarde de quinta-feira (05/02), continua internada em estado grave em uma clínica veterinária da capital paranaense. O animal foi lançado pela tutora, uma imigrante chinesa, com a justificativa de que não “gostava de gatos”. Ela foi presa em flagrante, mas liberada na sequência.

O delegado-chefe da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente da Polícia Civil do Paraná, Guilherme Dias, conversou com a reportagem da FOLHA e explicou que os vizinhos da suspeita acionaram a polícia após verem o animal sendo arremessado pela janela do apartamento. Momentos antes, eles teriam ouvido diversos gritos do animal, sendo que, segundo o delegado, a autora estaria torturando a gata.

O animal foi arremessado do 12° andar do prédio em direção à parede de outro bloco antes de atingir o chão, o que pode ter amortecido a queda. O animal foi resgatado por voluntários da Ong Força Animal em situação crítica. Após exames, foi identificado traumatismo cranioencefálico, contusão pulmonar e hemorragia na região da bexiga.

Suspeita não fala português

O delegado explica que os vizinhos foram até a casa da autora para compreender o que tinha acontecido no local, mas ela já estaria pronta para sair do imóvel. Segundo ele, é muito provável que ela estaria tentando fugir. A mulher, que é de origem chinesa e não fala português, foi presa em flagrante pelo crime de maus-tratos. Entretanto, foi liberada na sequência sem a necessidade do pagamento de fiança.

Ela não foi ouvida pela polícia por não haver intérpretes na delegacia no momento da prisão. “Mas no futuro ela vai poder explicar para a Justiça, de acordo com a sua língua materna, o por que ela teria praticado esse ato”, complementa o delegado.

“Em contato com familiares, eles disseram que ela não gostava de gatos”, aponta, citando que o animal vivia com a mulher e outras pessoas na casa. De acordo com o delegado, testemunhas relataram que a autora já tinha um histórico de violência contra animais.

“Existe uma parcela, mais atrasada, cruel e covarde, que acredita que animais são objetos, mercadorias e seres inferiores que podem ser submetidos a esse absurdo. Cabe a nós, a sociedade, primeiro educar as pessoas sobre a importância de ter empatia e respeito aos animais e, também, reprimir casos cruéis e covardes como esse”, afirma o delegado.

Estado de choque

A médica veterinária e presidente do Ong Força Animal, Danielly Savi, explica que a gatinha, que recebeu o nome de Pluma, chegou em estado de choque pela dor e pela situação de estresse e com uma perda muito grande de sangue. “Ela já estava há quase uma semana sem alimentação, então é uma gatinha extremamente magra, esquelética”, detalha.

Após o atendimento emergencial, ela passou por exames que indicaram um traumatismo cranioencefálico, uma contusão pulmonar por conta do impacto da batida contra o chão e uma hemorragia grave na bexiga. Apesar da gravidade, a veterinária explica que a bexiga não se rompeu, o que é positivo e não exige uma intervenção cirúrgica.

Nesse momento, Savi aponta que a gata já apresentou uma melhora e está um pouco mais alerta, mas ainda recebendo medicamentos fortes para controlar a dor. “A evolução dela está sendo lenta, ela é uma paciente grave, mas com evolução positiva. A gente acredita que ela vai, sim, vencer, porém, por conta dos traumas severos, ela tem 72 horas de risco alto de vir a óbito”, detalha a veterinária, muito emocionada. A gata tem apenas dois anos de vida.

Danielly Savi explica que a Ong Força Animal existe há mais de 15 anos e atende exclusivamente casos graves e de emergência, principalmente em parceria com a polícia nos casos envolvendo maus-tratos, rompendo as barreiras do estado do Paraná, já que o grupo esteve presente em situação de desastres ambientais, como o caso de Brumadinho e Mariana, em Minas Gerais, e no Rio Grande do Sul durante as enchentes.

Hoje, a Ong Força Animal cuida de mais de 300 animais, desde galos retirados de rinhas até vacas, cavalos e ovelhas vindos das mais diversas situações de maus-tratos. Para oferecer tratamento e cuidado aos animais, o grupo conta com as doações feitas pela população para manter o serviço em andamento. Para quem quiser contribuir, os valores podem ser enviados para o Pix: 29.682.985/0001-64 (CNPJ). O trabalho feito pelo grupo pode ser conferido pelas redes sociais, no @associacaogfa. Todos os animais estão disponíveis para adoção.

Marrom passa por cirurgia

cão comunitário Marrom, que foi atropelado em Arapongas, na quinta-feira (05/02), passou por cirurgia e segue em recuperação. Ele é cuidado por moradores da Rua Cisne Negro. Um vídeo do momento do acidente dá sinais de que o atropelamento foi proposital.

Segundo o veterinário Anderson Rodrigues da Silva, por conta da fratura no osso da tíbia e da fíbula, foi inserida uma placa com sete parafusos para estabilizar a pata direita traseira. O animal está estável e se recuperando bem, sendo que já começou a se alimentar, mas a alta deve vir na segunda-feira (09/02) por conta das medicações para dor. Junto à cirurgia, Marrom também foi castrado. “É um cachorro extremamente dócil”, afirma o especialista.

Após a alta, o animal vai ficar aos cuidados da Opaa (Organização de Proteção Animal de Arapongas) e deve ir para adoção.

Em relação ao autor do atropelamento, a investigadora da Polícia Civil de Arapongas, Bianca Mendonça Dal-Cól, aponta que o veículo e o condutor já foram identificados, sendo que o trabalho agora está concentrado em localizar o suspeito. Segundo ela, foi instaurado inquérito policial e ele deve ser ouvido. A polícia também segue em busca de testemunhas do caso.

Laudo médico aponta lesões graves em Orelha e contraria versão de atropelamento


 Foto: Reprodução/Instagram

O laudo médico elaborado após o atendimento do cão comunitário Orelha aponta um quadro clínico grave e incompatível com a versão de atropelamento apresentada pela defesa do adolescente acusado de envolvimento na morte do animal. O documento descreve múltiplas lesões na região da cabeça, fraturas e sinais neurológicos severos.

De acordo com o laudo, Orelha, um cão macho, sem raça definida, de pelagem preta e curta, apresentava lesão grave na região da cabeça, com comprometimento principalmente da face esquerda. O exame clínico identificou inchaço intenso, protrusão do olho esquerdo, além de sangramento bucal e nasal.

O documento também aponta suspeita de fraturas na mandíbula e na maxila, lesões que, segundo a descrição técnica, indicam impacto direto e concentrado na região craniofacial. O quadro foi agravado por ataxia generalizada, dispneia e bradicardia, sinais clínicos que demonstram comprometimento neurológico e respiratório.

Ainda conforme o laudo, apesar da realização de procedimentos básicos na tentativa de reverter o quadro clínico, Orelha não resistiu e foi a óbito. O documento não faz qualquer menção a lesões típicas de atropelamento, como politraumatismos distribuídos pelo corpo ou fraturas compatíveis com impacto veicular.

O conteúdo do laudo médico contraria diretamente a versão apresentada pela defesa do adolescente acusado, que havia sustentado que o cão teria sido atropelado. A descrição das lesões concentra-se na região da cabeça e do rosto, reforçando a incompatibilidade com a hipótese de um acidente de trânsito.

O laudo passa a integrar o conjunto de provas do Caso Orelha, que apura as circunstâncias da morte do cão comunitário e segue sob investigação pelas autoridades competentes.

Fonte: Portal Léo Dias  ( Letícia Campos e Luiz Henrique Oliveira ) 

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