Pages - Menu

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Gato mais querido da Universidade Federal do MS é adotado após 11 anos no campus e emociona alunos


 A despedida de um dos moradores mais queridos da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) emocionou estudantes, professores e funcionários. Conhecido como Barthô, ou Bartholomeu Joaquim, o gato que conquistou o campus de Campo Grande foi adotado e agora terá um lar para receber os cuidados necessários.

A notícia foi divulgada pelo Grupo Proteção Felina, responsável por cuidar de gatos abandonados na Cidade Universitária. A adoção foi celebrada por integrantes da comunidade acadêmica, que acompanharam a trajetória do felino ao longo dos anos.

Nas redes sociais, alunos e professores compartilharam mensagens de carinho e saudade. Para muitos, Barthô era muito mais do que um gato que circulava pelos corredores: ele fazia parte da rotina universitária e se tornou uma figura conhecida por quem passava diariamente pelo local.

Quem é Barthô, o reitor felino da UFMS?

Com personalidade forte e hábitos bastante particulares, Barthô ganhou o apelido de reitor felino por sua presença marcante no campus.

O gato tinha seus lugares preferidos para descansar e não parecia se importar muito com a movimentação ao redor. Gostava de deitar nos corredores, subir em mesas e carros estacionados e dormir tranquilamente, como se fosse dono do espaço.

Mas havia uma regra: ninguém deveria atrapalhar seu descanso. Segundo relatos publicados pelo Midiamax, quem incomodasse o felino durante o sono poderia receber uma mordidinha de aviso.

Esse jeito rabugento, que poderia afastar algumas pessoas, acabou se tornando parte do charme do animal. Com o tempo, Barthô conquistou o carinho de diferentes gerações de estudantes e professores.

Maceió Alagoas

Gato foi abandonado e enfrentou problemas de saúde

Por trás da fama no campus, Barthô tem uma história marcada por dificuldades. O felino foi abandonado na universidade em 2015, quando já era adulto, e passou a receber cuidados de pessoas que se mobilizaram para garantir seu bem-estar.

No mesmo ano, foi castrado. Em 2017, sofreu uma lesão que afetou sua cauda e precisou ficar internado por cinco dias.

Três anos depois, em 2020, o gato desenvolveu um fecaloma, problema caracterizado pelo acúmulo de fezes endurecidas no intestino, e precisou passar por uma cirurgia.

Desde então, passou a necessitar de cuidados contínuos, incluindo o uso de fraldas e medicamentos diários.

A atenção recebida da comunidade acadêmica e do Grupo Proteção Felina foi fundamental para que o animal continuasse sendo acompanhado mesmo diante dos problemas de saúde.

A história de Barthô também chama a atenção para a realidade de outros gatos que vivem no campus e dependem da ajuda de voluntários para receber alimentação, cuidados veterinários e proteção.

Despedida de Barthô emociona estudantes e professores

A notícia da adoção provocou uma onda de mensagens emocionadas nas redes sociais. Entre as manifestações, muitos demonstraram alegria por saber que o gato terá um ambiente próprio e mais segurança, embora a despedida tenha deixado saudades.

A professora Daniella Antunes, uma das idealizadoras do projeto de proteção felina, expressou a emoção com a mudança.

“Não sei vocês, mas chorei horrores! Que linda despedida! Sentiremos muita saudade, mas, se é para você estar mais seguro, ficamos felizes com sua mudança de ares. Amamos muito você, nosso reitor preferido”, disse ao portal Midiamax.

Ela também agradeceu às pessoas que cuidaram do felino e à pessoa responsável pela adoção.

Um estudante também se despediu com carinho, lembrando o jeito peculiar do gato e a convivência no campus.

“Um dos idosos mais chatos da faculdade, mas também um dos mais queridos. Vou sentir falta de ficar andando atrás dele e vendo seu tic-tac. Vamos sentir muitas saudades, mas é muito bom saber que nosso reizinho vai ter um reinado só dele, mesmo depois de se aposentar. E que mais gatinhos sejam adotados”, escreveu em uma rede social, conforme relata o site de notícias.

As mensagens mostram como um animal que chegou à universidade após ser abandonado conseguiu criar vínculos com pessoas de diferentes turmas e gerações.

Por Marcelo Fraga

Fonte: Rádio Itatiaia


VAMOS SALVAR O ABRIGO SÃO CÃO DE MARECHAL DEODORO ALAGOAS

PIX 50957212\0001 30 

VAMOS AJUDAR O PROJETO ACOLHER ( PIX 82 99396 7272 ROSA MARIA )  

COLABORADORES(AS) DO BLOG:


Foto: arquivo pessoal

    CONSULTÓRIO VETERINÁRIO  DR MACELO LINS  EM MACEIÓ ( 82 99981 5415 ) & PET SHOOP KÃES & KÃES 


    Foto: arquivo pessoal ( Gabriela Galdino )

    MUNDO ANIMAL ANO  XXVI na  Mares do Sul FM 87,9 de Marechal Deodoro Alagoas aos sábados das 08:00h às 09:00h. E todos os dias às 10:00h. e às 16:00h., um boletim do Mundo Pet no www.gentedagente.maceio.br  


    Foto: assessoria

     TECA NELMA DEP. ESTADUAL POR ALAGOAS   : DEFENSORA DA CAUSA ANIMAL & VEGETARIANA 


    Foto: arquivo pessoal 

    Clinica veterinária Clinshop Maceió ANO VI (82) 99675 8715- CASTRAÇÃO DE  FELINOS DE 16 a 31 DE OUTUBRO  & internamento 24 horas )  


    Foto: assessoria

    OLIVIA TENÓRIO VEREADORA POR MACEIÓ 

Porquinha que seria rifada e comida na ceia de Natal é salva

 


Uma leitoa chamada Criba, de Santa Cruz do Sul (RS), que seria rifada para ser engordada e morta no Natal, foi comprada por uma protetora de animais e acolhida pela associação Cavalo de Lata. A história é relatada pelo infoativista vegano Fabio Chaves em um vídeo no qual apresenta a nova rotina do animal em um santuário.

Segundo o relato, a associação é especializada em acolher cavalos vítimas de maus-tratos, mas abriu espaço para receber Criba. A leitoa já se adaptou ao local, convive bem com gatos e cachorros e ganhou a companhia do cavalo Miolo, também resgatado de maus-tratos. “Ela até arrumou um melhor amigo e é um cavalo”, disse o infoativista. No vídeo, ele pondera que comprar um animal nessas condições não impede que o responsável promova outra rifa, mas evita julgar a decisão da protetora. “Mas assim, eu também não julgo, porque se eu tivesse no lugar dessa protetora ali, não sei, talvez eu teria feito a mesma coisa, né?”, afirmou. Ele ressalta que a iniciativa mudou o destino de Criba, embora não tenha informações sobre a possibilidade de impedir a rifa. Ao mencionar que a história também foi publicada pelo G1 do Rio Grande do Sul, o infoativista defende que o caso estimule uma reflexão sobre o consumo de animais, lembrando que uma leitoa é uma filhote. Ele encerra convidando o público a conhecer o santuário Cavalo de Lata e a contribuir com trabalho voluntário ou outras formas de ajuda. LINK DA ONG: https://www.instagram.com/cavalodelata

Fonte: vista-se.com.br

VAMOS SALVAR O ABRIGO SÃO CÃO DE MARECHAL DEODORO ALAGOAS

PIX 50957212\0001 30 

VAMOS AJUDAR O PROJETO ACOLHER ( PIX 82 99396 7272 ROSA MARIA )  

COLABORADORES(AS) DO BLOG:

Foto: arquivo pessoal

    CONSULTÓRIO VETERINÁRIO  DR MACELO LINS  EM MACEIÓ ( 82 99981 5415 ) & PET SHOOP KÃES & KÃES 

    Foto: arquivo pessoal ( Gabriela Galdino )

    MUNDO ANIMAL ANO  XXVI na  Mares do Sul FM 87,9 de Marechal Deodoro Alagoas aos sábados das 08:00h às 09:00h. E todos os dias às 10:00h. e às 16:00h., um boletim do Mundo Pet no www.gentedagente.maceio.br  

    Foto: assessoria

     TECA NELMA DEP. ESTADUAL POR ALAGOAS   : DEFENSORA DA CAUSA ANIMAL & VEGETARIANA 

    Foto: arquivo pessoal 

    Clinica veterinária Clinshop Maceió ANO VI (82) 99675 8715- CASTRAÇÃO DE  FELINOS DE 16 a 31 DE OUTUBRO  & internamento 24 horas )  

    Foto: assessoria

    OLIVIA TENÓRIO VEREADORA POR MACEIÓ 

Grupo Pata Amada de Maceió ( AL ) está entre os 3 finalistas do Vetlove Awards


 O Grupo Pata Amada de Maceió Alagoas, é um dos finalistas na categoria impacto social que alegria. Agora queremos conquistar o primeiro lugar e precisamos muito de vcs. 

O Vetlove Awards é uma premiação que reconhece iniciativas de destaque no universo pet, em todo Brasil. Dar visibilidade a esse trabalho e fortalecer a proteção animal, valorizar quem dedica a vida a essa causa e incentivar mais pessoas a fazerem a diferença. A premiação acontece no dia 03 de novembro em  SP. 

O prêmio de r$ 15 mil pode transformar muitas vidas. Esse recurso ajudará a custear ração, medicamentos, tratamentos veterinários, resgates e outros cuidados essenciais para nossos animais. 

Vote no Grupo Pata Amada. 

Até 30 de outubro às 16h.

Vamos juntos conquistar o primeiro lugar. 

#grupopataamada

#vetloveAwards2026

#votePataAmada

#Causaanmal#impactosocial

Fonte: Grupo Pata Amada ( Mylene Leite presidente )

COLABORADORES(AS) DO BLOG:


Foto: arquivo pessoal

    CONSULTÓRIO VETERINÁRIO  DR MACELO LINS  EM MACEIÓ ( 82 99981 5415 ) & PET SHOOP KÃES & KÃES 


    Foto: arquivo pessoal ( Gabriela Galdino )

    MUNDO ANIMAL ANO  XXVI na  Mares do Sul FM 87,9 de Marechal Deodoro Alagoas aos sábados das 08:00h às 09:00h. E todos os dias às 10:00h. e às 16:00h., um boletim do Mundo Pet no www.gentedagente.maceio.br  


    Foto: assessoria

     TECA NELMA DEP. ESTADUAL POR ALAGOAS   : DEFENSORA DA CAUSA ANIMAL & VEGETARIANA 


    Foto: arquivo pessoal 

    Clinica veterinária Clinshop Maceió ANO VI (82) 99675 8715- CASTRAÇÃO DE  FELINOS DE 16 a 31 DE OUTUBRO  & internamento 24 horas )  


    Foto: assessoria

    OLIVIA TENÓRIO VEREADORA POR MACEIÓ 

 

   

Animais comunitários: quem cuida, quem protege e o que diz a lei?

 

Foto: TNH1
Cães e gatos que vivem nas ruas e recebem cuidados dos moradores precisam de alimentação, assistência veterinária e proteção contra a violência; saiba como ajudar e quais leis garantem seus direitos.

Eles não têm necessariamente um único tutor, mas criam vínculos com moradores, comerciantes e pessoas que passam a cuidar deles diariamente. São os chamados animais comunitários: cães e gatos que vivem em determinado território e recebem alimentação, água, abrigo e carinho de pessoas que se mobilizam para garantir seu bem-estar.

Embora essa relação de afeto faça parte da rotina de muitas comunidades, esses animais ainda enfrentam desafios como a falta de assistência veterinária, a exposição a doenças, os acidentes de trânsito, o abandono e, em situações mais graves, a violência e os maus-tratos.

Mas como cuidar de um animal comunitário? É permitido alimentá-lo na rua? Como agir quando ele sofre uma agressão? E quais leis garantem sua proteção?

Cuidado coletivo começa com responsabilidade

O primeiro passo para proteger um animal comunitário é compreender que a ausência de um tutor exclusivo não significa ausência de necessidades ou de direitos. Assim como os demais animais, cães e gatos precisam de alimentação adequada, água limpa, abrigo seguro e acompanhamento veterinário.

Uma das maneiras de organizar esse cuidado é formar uma rede de moradores e voluntários dispostos a dividir responsabilidades. A iniciativa ajuda a evitar que todas as tarefas fiquem concentradas em uma única pessoa e permite acompanhar de maneira mais eficiente a saúde e a segurança dos animais.

Entre os principais cuidados estão:

  • Oferecer água fresca e alimentação adequada: os recipientes devem permanecer limpos, e os alimentos não consumidos precisam ser recolhidos para evitar sujeira, insetos e contaminação.
  • Garantir abrigo e segurança: sempre que possível, deve-se providenciar um local protegido do sol intenso, da chuva e de outros riscos, respeitando as regras do espaço onde o animal vive.
  • Providenciar atendimento veterinário: animais feridos, doentes ou com alterações de comportamento precisam de avaliação profissional.
  • Manter a vacinação e a vermifugação em dia: os cuidados devem seguir a orientação de um médico-veterinário.
  • Promover a castração responsável: o procedimento contribui para o controle populacional e deve ser realizado por profissional habilitado, com os cuidados necessários.
  • Observar a rotina do animal: mudanças no apetite, ferimentos, dificuldade de locomoção e sinais de medo podem indicar problemas que precisam de atenção.
  • Outra medida importante é identificar os animais e manter registros de sua saúde, dos procedimentos realizados e das pessoas responsáveis pelo acompanhamento. Fotografias e informações sobre o local onde vivem também podem ajudar em caso de desaparecimento ou de necessidade de resgate.

Como proteger os animais comunitários contra a violência?

A proteção não depende apenas de oferecer comida e água. Também é necessário observar o ambiente, reconhecer situações de risco e agir diante de possíveis ameaças.

Envenenamentos, agressões físicas, abandono de filhotes, ameaças, retirada deliberada de recursos essenciais e outras condutas que provoquem sofrimento exigem atenção. Por isso, a comunidade precisa estar preparada para identificar sinais de violência e buscar ajuda.

Uma estratégia é manter uma rede de comunicação entre os cuidadores, com registros das condições dos animais e dos acontecimentos suspeitos. Quando houver indícios de maus-tratos, fotografias, vídeos, testemunhos e informações sobre data e local podem contribuir para a apuração dos fatos, desde que a coleta dessas evidências não coloque ninguém em perigo.

É importante não confrontar diretamente uma pessoa que esteja praticando violência, especialmente quando houver risco de agressão. O mais seguro é acionar as autoridades competentes e fornecer as informações disponíveis.

Se o animal estiver ferido, a prioridade deve ser conseguir atendimento veterinário. A tentativa de capturá-lo sem os cuidados adequados pode agravar lesões ou provocar acidentes, principalmente quando ele estiver assustado ou sentir dor.

Proteger também significa prevenir. Moradores, comerciantes e condomínios podem estabelecer formas de convivência que respeitem tanto a segurança das pessoas quanto as necessidades dos animais, buscando soluções responsáveis em vez de recorrer ao abandono ou à violência.

O que diz a lei sobre os animais comunitários?

No Brasil, os animais comunitários são protegidos pela legislação geral de defesa animal. A ausência de um tutor exclusivo não autoriza ninguém a praticar maus-tratos ou a submeter cães e gatos a situações de crueldade.

A Constituição Federal, em seu artigo 225, estabelece o dever do poder público e da coletividade de proteger o meio ambiente e determina que sejam vedadas práticas que submetam os animais à crueldade.

Outra norma fundamental é a Lei Federal nº 9.605/1998, conhecida como Lei de Crimes Ambientais. Seu artigo 32 criminaliza atos de abuso, maus-tratos, ferimento ou mutilação de animais. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm

Para cães e gatos, a Lei Federal nº 14.064/2020 aumentou as penalidades previstas para esses crimes. Quando os maus-tratos são praticados contra cães ou gatos, a pena prevista é de reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda, com aumento de um sexto a um terço se ocorrer a morte do animal. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/lei/l14064.htm

Além das normas federais, estados e municípios podem ter leis específicas que reconhecem os animais comunitários, disciplinam a atuação dos cuidadores e estabelecem medidas de assistência, esterilização e proteção.

Por isso, é importante verificar também as regras vigentes no município onde o animal vive. Em Alagoas, a população pode buscar orientação junto aos órgãos públicos de proteção animal e às autoridades responsáveis pela apuração de denúncias de maus-tratos.

Para o advogado Ronald Pinheiro, a proteção dos animais comunitários exige responsabilidade, conscientização e participação de toda a sociedade. “É fundamental que os cuidadores e moradores atuem de forma responsável, garantindo água, alimentação e condições adequadas de bem-estar, além de ficarem atentos a qualquer situação que possa colocar esses animais em risco. Também é importante lembrar que os maus-tratos contra animais constituem crime, e a população deve denunciar qualquer agressão ou situação de violência às autoridades competentes, reunindo, sempre que possível, provas, como fotos e vídeos, sem se colocar em risco.

Pinheiro acrescentou que o caso da gatinha Camila Regina, cuja agressão foi registrada em vídeo em uma academia de Maceió reforça a necessidade de combater esse tipo de violência e buscar a responsabilização dos envolvidos. “As providências cabíveis estão sendo tomadas para esclarecer os fatos e garantir que os responsáveis sejam punidos na forma da lei”, destacou o advogado.

Também é importante compreender que a proteção jurídica não substitui os cuidados cotidianos. A legislação oferece instrumentos para responsabilizar quem pratica crimes, mas a prevenção depende de uma comunidade atenta, de cuidadores comprometidos e da atuação dos órgãos públicos.

Como denunciar maus-tratos?

Ao presenciar ou identificar indícios de violência contra um animal comunitário, a orientação é registrar as informações disponíveis e procurar os canais oficiais de denúncia.

Em Alagoas, a população pode buscar a Polícia Civil, inclusive a unidade especializada em crimes ambientais e proteção animal, quando disponível, além dos órgãos públicos de proteção animal competentes. Em situações de flagrante ou de risco imediato, deve-se acionar a autoridade policial.

Sempre que possível, informe o endereço ou o ponto de referência, descreva o que aconteceu, indique quando ocorreu e apresente registros que possam auxiliar na investigação. Não é recomendável divulgar acusações sem comprovação ou colocar a própria segurança em risco para obter provas.

Cuidar dos animais comunitários é um compromisso de todos

Os animais comunitários fazem parte da vida de muitos bairros e estabelecem vínculos com as pessoas que convivem com eles. Garantir água, alimentação, atendimento veterinário e proteção contra a violência é uma demonstração de responsabilidade e respeito à vida.

Pequenas atitudes, quando organizadas e realizadas de forma contínua, podem fazer uma grande diferença. Uma rede de cuidadores, o acompanhamento da saúde, a castração responsável e a denúncia de maus-tratos ajudam a construir ambientes mais seguros para cães e gatos.

Eles podem não ter um único tutor, mas não devem ficar sem proteção. O cuidado coletivo, aliado à informação e ao cumprimento da lei, é um caminho importante para garantir que esses animais vivam com mais dignidade, segurança e bem-estar.

Foto: TNH1
Fonte: Deisy Nascimento ( blo meu bichinho do TNH1 )


VAMOS SALVAR O ABRIGO SÃO CÃO DE MARECHAL DEODORO ALAGOAS

PIX 50957212\0001 30 

VAMOS AJUDAR O PROJETO ACOLHER ( PIX 82 99396 7272 ROSA MARIA )  

COLABORADORES(AS) DO BLOG:


Foto: arquivo pessoal

    CONSULTÓRIO VETERINÁRIO  DR MACELO LINS  EM MACEIÓ ( 82 99981 5415 ) & PET SHOOP KÃES & KÃES 


    Foto: arquivo pessoal ( Gabriela Galdino )

    MUNDO ANIMAL ANO  XXVI na  Mares do Sul FM 87,9 de Marechal Deodoro Alagoas aos sábados das 08:00h às 09:00h. E todos os dias às 10:00h. e às 16:00h., um boletim do Mundo Pet no www.gentedagente.maceio.br  


    Foto: assessoria

     TECA NELMA DEP. ESTADUAL POR ALAGOAS   : DEFENSORA DA CAUSA ANIMAL & VEGETARIANA 


    Foto: arquivo pessoal 

    Clinica veterinária Clinshop Maceió ANO VI (82) 99675 8715- CASTRAÇÃO DE  FELINOS DE 16 a 31 DE OUTUBRO  & internamento 24 horas )  


    Foto: assessoria

    OLIVIA TENÓRIO VEREADORA POR MACEIÓ