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domingo, 27 de setembro de 2026

Após mudança do tutor, cão é deixado sozinho em casa e mobiliza vizinhos em Atibaia (SP)


 Foto: Bruno Papin

Um cachorro foi deixado sozinho no quintal da casa onde vivia após o antigo tutor se mudar do imóvel. Bob está há cerca de três semanas no local e passou a depender da ajuda de vizinhos, que se mobilizaram para garantir alimentação, água e cuidados básicos.

Segundo os moradores que acompanham a situação, o antigo tutor deixou a residência depois que o proprietário pediu o imóvel de volta. Mesmo após a mudança, o cão permaneceu no local.

Os vizinhos chegaram a entrar em contato com o antigo responsável, que informou não ter condições de levar Bob ou continuar cuidando dele.

Desde então, moradores da região estão se revezando para alimentar o animal e ajudar na limpeza do espaço onde ele permanece. Bob também foi levado para receber vacinação.

A situação chamou a atenção dos moradores justamente pelo abandono de um animal que, até então, vivia com uma família. Agora, a mobilização é para evitar que ele continue sozinho e encontrar uma pessoa ou família que possa assumir seus cuidados de forma definitiva, com a adoção.

Bob é macho, jovem adulto, castrado, de porte médio para grande e, segundo os vizinhos, é dócil e carinhoso.

Adoção

Quem puder oferecer um lar responsável para Bob ou quiser ajudar com informações sobre a adoção pode entrar em contato com:

Alexandre: (11) 98160-2624

Fonte: anda.jor.br

" QUEM NÃO AMA OS ANIMAIS JAMAIS VAI AMAR O SEMELHANTE"

COLABORADORES(AS) DO BLOG:

Foto: arquivo pessoal AOBAL

    CONSULTÓRIO VETERINÁRIO  DR MACELO LINS  EM MACEIÓ ( 82 99981 5415 ) & PET SHOOP KÃES & KÃES 

    Foto: arquivo pessoal ( Gabriela Galdino )

    MUNDO ANIMAL ANO  XXVI na  Mares do Sul FM 87,9 de Marechal Deodoro Alagoas aos sábados das 08:00h às 09:00h. E todos os dias às 10:00h. e às 16:00h., um boletim do Mundo Pet no www.gentedagente.maceio.br  

    Foto: assessoria

     TECA NELMA CANDIDATA A DEP. ESTADUAL 13444  : DEFENSORA DA CAUSA ANIMAL & VEGETARIANA 

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    Clinica veterinária Clinshop Maceió ANO VI (82) 99675 8715- CASTRAÇÃO DE FELINOS DE 01 a 30 DE SETEMBRO & internamento 24 horas )  

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Turistas podem transmitir doenças aos gorilas e veterinária cria estratégia para protegê-los em Uganda


 Foto: National Geographic

Na floresta de Bwindi, em Uganda, uma veterinária encontrou uma forma diferente de proteger os gorilas-das-montanhas. Em vez de concentrar os esforços apenas nos animais, ela passou a cuidar também da saúde das pessoas que vivem próximas à floresta e dos turistas que entram no habitat dos primatas.

A estratégia foi desenvolvida por Gladys Kalema-Zikusoka, veterinária especializada em animais silvestres e fundadora da organização Conservation Through Public Health. O trabalho parte de uma realidade preocupante: seres humanos podem transmitir doenças aos gorilas, que são geneticamente próximos de nós e podem ser vulneráveis a agentes infecciosos que circulam entre as pessoas.

Cerca de 40 mil turistas visitam Bwindi todos os anos para observar os gorilas. A proximidade necessária para o turismo de observação cria uma porta de entrada para vírus, bactérias e outros agentes infecciosos.

Em 2009, dois gorilas de Ruanda morreram após serem infectados por um vírus respiratório que, segundo os pesquisadores, provavelmente havia sido transmitido por um turista. Anos depois, durante a pandemia de Covid-19, Kalema-Zikusoka determinou que pessoas que se aproximassem dos gorilas usassem máscaras. Nenhum dos animais monitorados em Bwindi testou positivo para a doença, e as máscaras também reduziram a transmissão de influenza entre humanos e gorilas.

A ameaça, porém, não se resume aos vírus respiratórios. Poucos meses depois de assumir como primeira veterinária especializada em animais silvestres contratada pelo governo de Uganda, Kalema-Zikusoka encontrou uma tropa de gorilas sofrendo com sarna. Os animais provavelmente tiveram contato com roupas deixadas por agricultores em espantalhos nas plantações próximas à floresta.

Um dos filhotes morreu.

O episódio fez a veterinária perceber que proteger os gorilas exigia olhar também para as condições de vida das comunidades vizinhas. Em vez de simplesmente levar recomendações aos moradores, ela passou a ouvi-los. Os próprios habitantes apontaram a necessidade de mais educação em saúde e acesso a serviços médicos.

Em 2003, Kalema-Zikusoka fundou a Conservation Through Public Health. A organização passou a atuar simultaneamente na saúde dos gorilas e das comunidades humanas. O trabalho inclui monitoramento de doenças nos animais, instalação de pontos para lavagem das mãos, cuidados com animais criados nas comunidades, distribuição de sementes para produção de alimentos e ações para reduzir a retirada de madeira da floresta.

A estratégia também busca diminuir situações que colocam humanos e gorilas em contato desnecessário. Moradores recebem orientação para conviver com os primatas que ocasionalmente deixam a floresta em busca de alimento, enquanto guardas ajudam a conduzi-los de volta ao habitat.

O trabalho ganhou ainda mais importância porque a população de gorilas-das-montanhas aumentou nas últimas décadas. Hoje, mais de mil desses animais vivem na África, tornando-os os únicos grandes primatas cuja população está crescendo. Em Bwindi, entretanto, o aumento no número de gorilas não foi acompanhado pela mesma expansão da floresta, criando novos desafios para a convivência com as comunidades vizinhas.

A experiência em Uganda mostra que a proteção dos gorilas não depende apenas de impedir a caça ou proteger a floresta. Também exige reduzir os riscos criados pelo contato com seres humanos.

Para animais que podem morrer após contrair doenças comuns entre pessoas, manter distância e controlar a transmissão de agentes infecciosos pode significar a diferença entre sobreviver e desaparecer.

E existe uma contradição que não pode ser ignorada. O turismo que leva milhares de pessoas até a floresta para observar os gorilas também pode expô-los às doenças trazidas por essas mesmas pessoas.

Proteger os animais, nesse caso, significa reconhecer que a aproximação humana tem consequências e que a responsabilidade pela segurança dos gorilas também é de quem entra em seu habitat.

Com informações de: National Geographic

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sábado, 26 de setembro de 2026

Justiça libera abate de coelhos em sala de aula em Minas Gerais


 A Justiça autorizou a retomada do abate de coelhos em aulas no Instituto Federal do Sudoeste de Minas Gerais, em Rio Pomba (MG), segundo relato do infoativista vegano Fabio Chaves em vídeo. A decisão, apresentada como sendo de 2026, reverte uma proibição estabelecida após a repercussão de uma atividade com estudantes adolescentes, em julho de 2025. A autorização, conforme explicado por ele, não permite o uso de métodos como golpes de pauladas.


Segundo o relato, alunos de um curso técnico de zootecnia, na faixa dos 15 anos, foram convidados a matar coelhos a pauladas, retirar a pele, esquartejar os animais e consumir a carne. Ele afirma ainda que os estudantes puderam levar as patas dos coelhos como lembrança. A repercussão do episódio e uma ação do Fórum Animal motivaram a proibição judicial dos abates nos cursos da instituição. Conforme apresentado no vídeo, um desembargador entendeu que não seria possível proibir a prática apenas naquele instituto, uma vez que a legislação nacional permite abates em atividades de ensino, desde que observadas determinadas regras. O infoativista afirma que, no caso dos coelhos, o procedimento exigiria anestesia geral antes da morte. “Essa situação de matar o animal a pauladas na frente dos alunos, com os alunos e tal, isso realmente não entra em nenhuma legislação”, disse. Além de criticar os métodos relatados, ele questiona a necessidade de matar animais em aulas voltadas a adolescentes, mesmo em um curso ligado à criação de animais para produção. “Realmente é uma dessensibilização total”, afirmou. Segundo ele, o episódio também provocou críticas de pessoas que consomem carne.

Fonte: vista´se.com.br

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‘Crio cachorro para matar’, diz mulher após gato ser perseguido e atacado em Bela Vista, MS

 


Uma mulher foi denunciada por maus-tratos contra um gato em Bela Vista, a 324 quilômetros de Campo Grande, e será indiciada pela Polícia Civil. O crime foi publicado nas redes sociais da mulher, que mostrou seu cachorro de estimação mordendo um gato dentro de casa.

As imagens mostram que o animal tentava fugir das mordidas, indo para debaixo de um móvel, mas a mulher o puxava com um rodo. Em determinado momento, o gato se pendura no rodo.

No vídeo, a suspeita escreveu: “Nem eu nem meu cachorro gostamos de gato”. Ao ser advertida pelos seguidores, a mulher afirma: “Quem tem gato que mantém na sua casa, entrou na minha é CPF cancelado. Pega pra você”.

Em seguida, a suspeita se pronunciou dizendo que o animal está doente e afirmou que seu cachorro é criado para esse tipo de situação.

“Eu crio cachorro para quê? Para isso, para matar os bichos que entram e morder ladrão. Quem tem gato que o crie dentro do teu quintal. Toda vez que eu posto vídeo do meu cachorro matando gato, é uma confusão aqui nesses stories. Gente compartilhando. Eu crio meu cachorro para isso mesmo; é para isso que eu pago ração cara”, declarou.

Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, a suspeita será ouvida na Polícia Civil e indiciada pelo crime de maus-tratos.

Um caso recente de maus-tratos aos animais que gerou repercussão aconteceu em Aquidauana, a 139 quilômetros de Campo Grande. Uma mulher foi presa após filmar jogando um filhote de cachorro ao chão e chutando o animal para que chamasse o delegado a fim de pagar o veterinário.

O que diz a lei?

A Lei 9.605, que trata de crimes ambientais, é de 1998 e prevê punição de três meses a um ano para abuso, maus-tratos ou por ferir ou mutilar animais. Também, inclui prisão, multa e proibição de manter a guarda de animais.

A legislação foi alterada em setembro de 2020, e a pena aumentou para dois a cinco anos de reclusão para quem cometer o crime contra cães e gatos. Para os demais animais, a lei prevê uma pena de seis meses a um ano, registrando, assim, um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência).

Por Layane Costa, Lívia Bezerra

Fonte: MídiaMax

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