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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

A sociedade não vai se calar: polícia conclui investigação e pede internação de apenas um dos quatro adolescentes investigados pela morte do cão Orelha


 Foto: Reprodução/Instagram

Seis adolescentes aparecem nas imagens associadas ao brutal assassinato do cão Orelha na Praia Brava em SC. A expectativa de toda sociedade era de uma apuração técnica e consistente, porém o andamento do caso passou a indicar redução gradual do número de envolvidos, de provas sem explicações públicas detalhadas.

Eram seis, mas apenas quatro foram formalmente incluídos nas investigações. Posteriormente um deles foi retirado do inquérito. Restaram três. Ao final, apenas um jovem permaneceu como acusado, enquanto os demais deixaram de constar no processo sem esclarecimento objetivo sobre os critérios adotados.

A investigação ocorreu sem divulgação pública de laudos técnicos conclusivos, sem apresentação de provas e sem explicação transparente sobre os motivos que levaram à exclusão de participantes visíveis nas imagens.

A condução do caso evoluiu de uma fase inicialmente descrita como carente de dados para uma conclusão rápida e definitiva. A celeridade da definição contrasta com inconsistências registradas ao longo do percurso investigativo. Relatos divergentes, lacunas temporais não esclarecidas, mudanças de versão e decisões pouco fundamentadas passaram a compor a narrativa oficial.

A ausência de divulgação dos fatos que sustentam a acusação final afeta a credibilidade das instituições responsáveis e contribui para a percepção de interferências no andamento da justiça. A concentração da responsabilização em um único indivíduo, com afastamento dos demais sem justificativa pública, amplia a percepção de impunidade.

A mobilização social permanece ativa diante da gravidade da violência e da rejeição ao encerramento acelerado do caso.

A mobilização social segue ativa porque a violência não admite encerramento apressado e a investigação local não respondeu à gravidade do ocorrido, tornando necessária a federalização do caso.

O que diz oficialmente a investigação da Polícia Civil

De acordo com a Polícia Civil de Santa Catarina, o inquérito sobre a morte do cão comunitário Orelha e os maus-tratos ao cão Caramelo foi concluído nesta semana e encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário. A corporação apontou um adolescente como autor da agressão que levou à morte de Orelha e solicitou a internação do jovem em medida socioeducativa, equivalente à prisão no sistema aplicado a menores de idade.

Segundo os investigadores, foram ouvidas 24 testemunhas e analisadas mais de mil horas de imagens captadas por 14 equipamentos de monitoramento instalados na região da Praia Brava. A polícia afirma que registros de câmeras, depoimentos e provas materiais, como roupas utilizadas no dia do crime, sustentam a conclusão apresentada no relatório final.

O laudo da Polícia Científica indicou que Orelha sofreu uma pancada contundente na cabeça, possivelmente causada por chute ou por um objeto rígido, como pedaço de madeira ou garrafa. O ataque teria ocorrido na madrugada de 4 de janeiro, por volta das 5h30, em uma área de mata próxima ao local onde o cão vivia e era cuidado pela comunidade.

Ainda conforme a corporação, imagens mostram o adolescente saindo do condomínio onde morava pouco antes do horário estimado do crime e retornando minutos depois, o que teria contradito a versão inicial apresentada por ele. Softwares de análise de localização e outras evidências circunstanciais também foram citados como elementos que contribuíram para a conclusão da autoria.

Além do pedido de internação do jovem apontado como responsável pela morte de Orelha, três adultos foram indiciados por coação de testemunhas no mesmo caso. Já na agressão contra o cão Caramelo, levado ao mar em uma tentativa de afogamento no mesmo dia, quatro pessoas foram responsabilizadas por atos infracionais análogos ao crime de maus-tratos, segundo a investigação.

Fonte: anda.jor.br

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Polícia apreende adolescente apontado como líder de grupo que transmitia tortura e morte de animais ao vivo nas redes sociais


 Foto: Divulgação/PCES

Um adolescente de 16 anos foi apreendido pela Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), na quarta feira (04/02), suspeito de liderar uma organização criminosa que produzia e divulgava conteúdos de extrema violência contra animais nas redes sociais. A operação, batizada de “Desconectado”, cumpriu mandado de busca e apreensão no bairro Jardim Limoeiro, em Serra, e investiga uma rede virtual que transformava maus-tratos e tortura animal em espetáculo transmitido ao vivo para espectadores.

Segundo a corporação, os crimes contra animais eram parte central das atividades do grupo, que também é investigado por produção e difusão de pornografia infantojuvenil, apologia ao nazismo, ameaças virtuais e indução sistemática à automutilação e ao suicídio, principalmente entre crianças e adolescentes.

Crueldade animal transmitida como espetáculo

De acordo com as investigações, os envolvidos atuavam principalmente em aplicativos como Discord e Telegram, onde promoviam sessões ao vivo descritas pela polícia como um verdadeiro “teatro do horror”. Nessas transmissões, animais domésticos eram mutilados e mortos enquanto espectadores incentivavam a violência em tempo real.

Para a PCES, a crueldade contra animais era tratada pelo grupo como forma de entretenimento e mecanismo de choque para atrair público e fortalecer vínculos dentro da comunidade virtual. Esse tipo de conteúdo não apenas vitimiza os animais de forma direta, mas também contribui para a banalização da violência e para o fortalecimento de redes extremistas e criminosas.

As apurações indicam que as ações do grupo fizeram vítimas em diversas regiões do país. Os ambientes virtuais eram utilizados para incentivar comportamentos violentos, incluindo maus-tratos a animais e automutilação, com foco em públicos jovens e vulneráveis.

Exploração, chantagem e violência psicológica


Foto: Divulgação/PCES

Além dos crimes contra animais, a polícia aponta que o grupo promovia a distribuição massiva de material de abuso sexual infantil (child sexual abuse material). Os integrantes também utilizavam ameaças de vazamento de dados pessoais, prática conhecida como doxing, para coagir vítimas a participarem de rituais de degradação física e psicológica transmitidos online.

As vítimas seriam, em sua maioria, crianças e adolescentes. A polícia afirma que os conteúdos violentos e a manipulação psicológica eram usados como ferramentas de controle e recrutamento dentro da organização.

A operação foi considerada urgente após a descoberta de que o adolescente apreendido teria papel relevante na tentativa de reativar o chamado “desafio Baleia Azul”, sequência de 50 tarefas que induzem progressivamente à automutilação e culminam no suicídio da vítima.

Durante a ação, foram apreendidos computadores, celulares e dispositivos de armazenamento, que passarão por perícia para aprofundar as investigações e identificar outros envolvidos na rede criminosa.

Responsabilidade das plataformas

O Telegram afirmou que conteúdos que incentivem violência contra animais são proibidos pelos termos de serviço e que moderadores, com apoio de ferramentas de inteligência artificial, monitoram áreas públicas da plataforma e removem materiais prejudiciais diariamente. O Discord ainda não se manifestou até a última atualização desta reportagem.

A existência de redes que lucram ou ganham notoriedade com tortura animal reforça a necessidade de fiscalização mais rigorosa nas plataformas digitais e de políticas públicas voltadas à prevenção da violência online.

As investigações seguem em andamento.

Fonte: anda.jor.br

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Plantas tóxicas para cães e gatos: o que fazer em caso de ingestão?

 

Foto: TNH1
Geralmente as pessoas que criam cães e gatos tendem a ter plantas em casa. Mas, é importante os tutores ficarem atentos as escolhas dessas plantas que podem ser tóxicas para os pets se ingeridas. As plantas ficam espalhadas pelos espaços da casa, jardins e acabam oferecendo riscos sérios à saúde dos pets. Mesmo uma pequena mordida ou ingestão pode causar reações como vômitos, salivação excessiva, diarreia, dificuldade respiratória, convulsões e, em casos graves, levar à morte.

Em um bate-papo com a médica veterinária Dilane Costa (CRMV-AL 01462), ela explicou que as plantas ornamentais comuns em regiões tropicais, como comigo-ninguém-pode, espirradeira, palmeira-sago, espada-de-São-Jorge, lírios e lírio-da-paz, podem ser tóxicas para cães e gatos. “A ingestão ou mastigação pode causar desde irritação oral e vômitos até alterações neurológicas, cardíacas e insuficiência renal ou hepática, principalmente em gatos. Diante da suspeita de contato ou ingestão, a primeira medida é afastar o animal da planta. Se houver salivação excessiva ou ardência na boca, é permitido lavar suavemente a cavidade oral apenas com água, sem forçar e somente se o animal estiver consciente. Sempre que possível, identifique a planta ou registre uma foto”, disse.

A profissional de medicina também pediu aos tutores que não provoquem vômito e não ofereça água oxigenada, leite, chás, alimentos ou medicamentos. O leite não é antídoto e pode agravar a intoxicação, pois sua gordura pode aumentar a absorção de algumas toxinas e ainda causar desconforto gastrointestinal. “O carvão ativado é uma ferramenta importante e frequentemente utilizada no tratamento das intoxicações, porém não deve ser administrado pelo responsável do animal SEM orientação veterinária, já que dose, momento adequado e risco de aspiração variam conforme o animal e a substância ingerida.

PRESTA ATENÇÃO! Mesmo em locais distantes de atendimento veterinário, mantenha o animal em repouso, em ambiente calmo, ofereça água fresca em pequenas quantidades se não houver vômitos e busque orientação veterinária o quanto antes. A avaliação precoce é muito importante, pois algumas intoxicações apresentam evolução tardia.

Só para reforçar o que a médica veterinária falou em casos de ingestão de plantas tóxicas por parte do cão ou do gato:

- Afaste imediatamente o animal da planta;

- Observe os sinais clínicos;

- Não provoque vômito e não ofereça medicamentos caseiros; - Guarde uma amostra da planta, se possível;

- Procure atendimento veterinário imediatamente;

Só um recado importante: Antes de escolher plantas para casa ou jardim, verifique se elas são seguras para cães e gatos. Manter o ambiente pet friendly é uma forma simples e eficaz de proteger quem depende totalmente dos nossos cuidados.

Mas, em caso de intoxicação, procure um médico veterinário!

Fonte: Deisy Nascimento - blog meu bichinho do TNH1

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Caso Orelha: polícia pede internação de adolescente envolvido no crime

 

Foto: TNH!
A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu na noite de terça-feira (3) a investigação sobre o ataque e morte do cão Orelha, que foi agredido por quatro adolescentes no dia 4 de janeiro na Praia Brava, em Santa Catarina. Ele morreu no dia 5.

As autoridades também concluíram os trabalhos a respeito do caso do cachorro Caramelo, atacado por outros quatro adolescentes, mas que conseguiu escapar com vida. 

Orelha

Segundo a Polícia Civil de Santa Catarina, um adolescente envolvido na morte de Orelha, cão que era cuidado pela comunidade local, teve pedido de internação. Além disso, três adultos — parentes dos agressores — foram indiciados por coação a testemunha.

Após análise do laudo de corpo de delito, a polícia revelou que na madrugada do dia 4 de janeiro, por volta das 5h30, Orelha, de cerca de 10 anos de idade, sofreu uma “pancada contundente na cabeça, que pode ter sido um chute ou algum objeto rígido, como madeira ou garrafa". O animal foi levado ainda com vida a um veterinário, mas não resistiu aos ferimentos.

As autoridades afirmam ter analisado mais de mil horas de imagens das câmeras de segurança da região. Foram ouvidas 24 testemunhas e houve a análise de muitas provas.

O adolescente que teve a internação pedida pela polícia é o mesmo que viajou para a Disney logo após o ataque a Orelha. Ele retornou ao país no dia 29 de janeiro, quando foi abordado pelas autoridades ainda no aeroporto.

No caso do Caramelo, quatro adolescentes foram representados, ou seja, houve a instauração de um inquérito policial. Segundo a polícia, os rapazes tentaram afogar o animal no mar. Caramelo conseguiu escapar dos agressores e foi adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.

Fonte: TNH1 com agência Brasil

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Cão é espancado em Belém (PA); família pede ajuda para tratamento


 Foto: Divulgação

Mesmo com leis mais rígidas contra maus-tratos, a violência contra animais continua acontecendo de forma constante. Em um caso recente, a reportagem do DOL recebeu a denúncia de uma agressão brutal sofrida por um cachorro na passagem São Luís, no bairro da Terra Firme, em Belém do Pará.

De acordo com os tutores, o cão Tobi, que é criado dentro de casa, aproveitou o portão aberto e saiu para a rua. O que seria apenas uma escapada rápida virou um pesadelo: o animal foi atraído por um vizinho que, ao conseguir colocar o cão para dentro de sua residência, trancou o portão e iniciou uma sessão de espancamento.

Uma vizinha ouviu os gritos do animal e correu para avisar a família. Quando os donos chegaram ao local, o agressor já havia jogado Tobi de volta à rua, ensanguentado e com ferimentos graves no focinho e na cabeça.

O animal foi levado às pressas para um hospital particular, onde foi diagnosticado com traumatismo craniano devido à força das pancadas. Apesar da gravidade e da perda de sangue, Tobi está consciente e reagindo bem, o que surpreendeu os médicos.

Por estar em uma clínica particular, os tutores solicitam apoio financeiro para arcar com as despesas médicas. O valor arrecadado será usado para custear uma tomografia, necessária para avaliar a extensão dos danos na cabeça, e dar continuidade ao tratamento. As doações podem ser feitas pela chave PIX: 002.553.712.17.

Agressor

Em relação ao agressor, a polícia foi acionada imediatamente pelos tutores. Os policiais estiveram no local, prenderam o homem em flagrante e o conduziram à delegacia para os procedimentos cabíveis.

Fonte: DOL( Alexandre Nascimento )

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