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sábado, 7 de fevereiro de 2026

Familiar escondeu boné e mentiu sobre moletom usado por adolescente no dia das agressões ao cão Orelha, diz polícia


 Foto: Divulgação/Polícia Civil de Santa Catarina

Um familiar do adolescente apontado como autor da agressão contra Orelha escondeu um boné e mentiu sobre um moletom usado pelo suspeito no dia das agressões ao cão comunitário, informou a Polícia Civil. A investigação concluiu que o jovem cometeu ato infracional análogo ao crime de maus-tratos.

O adolescente é um dos jovens que estavam nos Estados Unidos durante parte das investigações. Quando voltou ao Brasil, um familiar tentou esconder as peças que estavam com ele, mas elas foram apreendidas pela polícia no próprio aeroporto e identificadas como as mesmas usadas no dia das agressões.

A Polícia Civil pediu a internação provisória do adolescente suspeito de agredir o cão comunitário Orelha em Florianópolis. O inquérito foi enviado na terça-feira (3) ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).

A defesa do adolescente disse em nota que “informações que vieram a público dizem respeito a elementos meramente circunstanciais, que não constituem prova e não autorizam conclusões definitivas” (leia a nota na íntegra no final do texto).

➡️O nome e a idade do suspeito não foram divulgados pela investigação, tendo em vista que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê sigilo absoluto nos procedimentos envolvendo pessoas abaixo de 18 anos.

✈️O que aconteceu no aeroporto?

Quando o adolescente voltou ao Brasil, em 29 de janeiro, a polícia o abordou no aeroporto.

Segundo a investigação, um familiar tentou esconder um boné rosa que estava com ele em uma bolsa, mas a peça foi apreendida e identificada como a mesma usada no dia das agressões.

A polícia também apreendeu um moletom na bagagem. Quando a delegada revistou a mala do adolescente, um familiar tentou justificar que o moletom havia sido comprado durante a viagem à Disney.

No entanto, o adolescente confirmou que já tinha a peça antes. A polícia comparou as imagens de câmera de segurança e associou ao moletom usado no dia do ataque ao cachorro Orelha.

Quando as agressões ocorreram?

O cão comunitário Orelha vivia na Praia Brava, bairro turístico de Florianópolis. Ele foi agredido por volta das 05h30 de 4 de janeiro. No dia seguinte, moradores encontraram o cão ferido. Ele chegou a ser levado ao veterinário, mas não resistiu e morreu.

O delegado Renan Balbino explicou o desenrolar dos fatos e investigação no caso do cão Orelha.

“O desenrolar dos fatos começou às 5h25 da manhã, quando o adolescente saiu do condomínio na Praia Brava. Às 5h58 da manhã, ele retornou para o condomínio com uma amiga feminina. Esse foi um dos pontos de contradição em seu depoimento. O adolescente não sabia que a polícia possuía as imagens dele saindo do local e disse que havia ficado dentro do condomínio, na piscina. Além das imagens, testemunhas e outras provas também comprovaram que ele estava fora do condomínio”.

“As imagens, roupas e testemunhas confirmam que ele estava na praia”, afirmou o delegado.

O que é um ato infracional?

Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) descreve como ato infracional uma conduta que seria considerada crime caso o autor fosse um adulto. Isso porque a regra estabelece que menores de 18 anos não podem receber as penas previstas no Código Penal.

Dessa forma, adolescentes não podem ser presos. Apesar disso, eles podem ser apreendidos e internados. A internação, antes da sentença, pode ser determinada pelo prazo máximo de 45 dias, conforme o ECA.

Ao g1, o advogado criminalista Leonardo Tajaribe Júnior, sócio do escritório Paulo Klein Advogados, explicou que, no caso de adolescentes, a medida da internação provisória é equivalente à prisão preventiva para o adulto.

“Caso o magistrado entenda que a gravidade do ato e a repercussão social motivem a sua aplicação, sendo uma medida extrema e que pode perdurar por até 45 dias, podendo ser determinada até mesmo para assegurar a segurança pessoal do menor”.

Confirmado o ato infracional, as autoridades podem aplicar as seguintes medidas, de acordo com o ECA:

  • advertência;
  • obrigação de reparar o dano;
  • prestação de serviços à comunidade;
  • liberdade assistida;
  • inserção em regime de semi-liberdade;
  • internação em estabelecimento educacional

  • Foto: Reprodução/Redes sociais

    O que diz a defesa do adolescente apontado como agressor do cão Orelha

    Confira abaixo a nota completa da defesa do adolescente.

    Os advogados Alexandre Kale e Rodrigo Duarte, representantes legais do jovem indevidamente associado ao caso do cão Orelha, alertam que informações que vieram a público dizem respeito a elementos meramente circunstanciais, que não constituem prova e não autorizam conclusões definitivas.

    A defesa atua de forma técnica e responsável, orientada pela busca da verdade real e pela demonstração da inocência, e protesta contra o fato de, até o momento, ainda não ter tido acesso integral aos autos do inquérito.

    Destacamos que a politização do caso e a necessidade de apontar culpado a qualquer preço inflamam a opinião pública a partir de investigações frágeis e inconsistentes que prejudicam a verdade, infringem de forma gravíssima os ritos legais e atingem violentamente e de forma irreparável pessoas inocentes.

    Por Sofia Mayer

    Fonte: G1

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Cachorro que perdeu os olhos após maus-tratos encontra novo lar em SC


 Foto: Divulgação

A história do cachorro Beethoven, vítima de maus-tratos no Sul de Santa Catarina, ganhou um desfecho de esperança.

Após perder completamente a visão em decorrência de agressões, o animal foi adotado por um casal de Florianópolis e agora vive em um novo lar, onde recebe cuidados especiais e começa a se adaptar a uma nova rotina longe da violência.

O caso, ocorrido em Tubarão, mobilizou voluntários, protetores independentes e a comunidade, que ajudaram no resgate, tratamento veterinário e divulgação da situação do cão.

Maus-tratos fizeram cachorro perder a visão

Beethoven foi encontrado em estado grave após sofrer violência extrema, tendo os olhos perfurados. Os ferimentos evoluíram para uma infecção severa, com presença de larvas, provocando dor intensa e a perda definitiva da visão.

“O Beethoven é um cachorrinho que foi furado os olhos e acabou enchendo de bicho, ficando naquele estado deplorável. Ele saiu andando desnorteado, com dor e fome”, relatou o protetor Marcos Roberto Melo, conhecido como Marquinhos.

Sem enxergar e bastante debilitado, o cachorro acabou caindo de uma ponte no bairro Guarda Margem Esquerda, em Tubarão.

Resgate após queda e internação prolongada

Após a queda, Beethoven passou uma noite inteira sobre uma pedra, ferido e sem conseguir se locomover. Ele foi localizado apenas na manhã seguinte, quando um morador acionou o Corpo de Bombeiros.

“Ele foi visto de manhã por um morador, que acionou o Corpo de Bombeiros, e a prefeitura prestou os primeiros socorros”, contou Marquinhos.

Depois do resgate, o animal precisou ficar internado por mais de um mês em uma clínica veterinária particular, passando por cirurgias e tratamento intensivo. Os custos foram altos e, por um período, dependiam exclusivamente de doações.

Tratamento contínuo e desafios emocionais

Mesmo após a alta, Beethoven seguiu necessitando de cuidados constantes, como uso de antibióticos, curativos frequentes e alimentação especial. Além das sequelas físicas, o cachorro também apresenta traumas emocionais.

“Hoje ele não tem mais os olhos, não tem a visão, e a gente tenta suprir isso com amor. Ele é muito medroso porque sofreu muito na mão de alguém”, desabafou o protetor.

Durante esse período, Beethoven ficou hospedado em um hotelzinho para animais, enquanto os voluntários buscavam um lar definitivo.

Adoção após repercussão do caso

A virada na história aconteceu após a divulgação do caso na imprensa. O casal Mario Luiz de Ross e Berenice de Ross conheceu a história de Beethoven por meio de uma reportagem e decidiu adotá-lo.

“Soube pelo ND+, por uma reportagem”, contou Mario.

Segundo eles, o processo de adoção foi simples. “Foi relativamente fácil. Conversamos por telefone com o Marquinhos algumas vezes e fomos buscar o Beethoven em Tubarão”, relataram.

Nova rotina e adaptação ao lar

No novo lar, Beethoven recebe cuidados específicos, com atenção redobrada à saúde e à adaptação ao ambiente.

“Temos cuidados específicos, com remédios e limpeza dos ferimentos”, explicaram os tutores.

Apesar da cegueira, o cachorro tem demonstrado uma boa adaptação. “Ele é um cão muito esperto e dócil. Adaptou-se bem com o nosso antigo cachorro”, afirmaram.

O casal relatou apenas um cuidado maior na convivência com o gato da casa. “Ainda temos receio, pois ele fica um pouco nervoso quando sente a presença do gato, mas com o tempo acredito que tudo ficará tranquilo”, disseram.

Um novo começo

Mesmo após tudo o que sofreu, Beethoven demonstra muita sensibilidade, segundo os novos tutores. “Ele é um cão muito inteligente e sensível”, destacaram.

Fonte: ND Mais  ( Lucas Marques )

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Polícia pede apreensão de passaporte de adolescente suspeito de agressões ao cão Orelha


 Foto: Reprodução/Redes sociais

A Polícia Civil de Santa Catarina pediu na sexta-feira (06/02) à Justiça a apreensão do passaporte do adolescente suspeito das agressões contra o cão comunitário Orelha, que morreu em Florianópolis. O objetivo é impedir que ele saia do país. A Polícia Federal também foi comunicada sobre o pedido.

Em 29 de janeiro, o adolescente voltou ao Brasil após uma viagem aos Estados Unidos. Segundo a investigação, ele havia deixado o país depois da morte do animal para uma “viagem pré-programada”.

O cão Orelha foi encontrado ferido na Praia Brava, área turística de Florianópolis, e morreu depois de ser levado a uma clínica veterinária. A Polícia Civil aponta um jovem como responsável pelas agressões que resultaram na morte do animal e pediu a internação do adolescente.

O cachorro morreu em 5 de janeiro. De acordo com a Polícia Civil, laudos da Polícia Científica confirmaram que Orelha sofreu uma pancada forte na cabeça, causada possivelmente por um chute ou por um objeto rígido, como um pedaço de madeira ou uma garrafa.

Também na sexta-feira (06/02), o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) informou que vai solicitar novas diligências e esclarecimentos à Polícia Civil sobre os inquéritos que investigam os atos análogos a maus-tratos contra os cães Orelha e Caramelo, além dos crimes de coação e ameaça que teriam sido cometidos por adultos parentes de adolescentes envolvidos no caso.

Em nota, a Polícia Civil informou que vai cumprir todas as diligências solicitadas pelo Ministério Público (veja nota completa ao fim da matéria).

À NSC TV, o advogado Alexandre Kale, representante legal do adolescente, declarou que há “fragilidade dos indícios”. Ele disse que não existem imagens do momento da agressão nem testemunhas que tenham presenciado o crime.

O nome e a idade do adolescente não foram divulgados pela investigação, tendo em vista que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê sigilo absoluto nos procedimentos envolvendo pessoas abaixo de 18 anos.

Sem imagens do momento da agressão

A investigação reiterou que não há imagens do momento da violência. A delegada Mardjoli Valcareggi, da Delegacia de Proteção Animal (DPA), explicou como a polícia chegou ao suspeito.

“Com o cruzamento das informações obtidas mediante uma análise das câmeras de monitoramento tanto com relação ao deslocamento do cão Orelha, quanto da posição dos adolescentes suspeitos, bem como contradições importantes na oitiva desse adolescente a respeito do seu local naquele dia e da roupa utilizada na data do fato, nós conseguimos, então, apontar essa autoria”, declarou.

A Polícia Civil representou o adolescente por ato infracional equivale a maus-tratos. A investigação pediu a internação provisória do jovem apontado como autor do ato infracional. O inquérito foi enviado ao Ministério Público.