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segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Gari vira melhor amigo de caramelo e o cachorro tenta impedir que ele vá embora

 


- Fotos: reprodução/ Instagram/ @mazzaropi345

Toda vez que o caminhão de lixo chega ao bairro Jaiara, em Anápolis (GO), alguém aparece pronto para “atrapalhar” o serviço: é o Jaquim, um cachorro caramelo que virou melhor amigo do gari Vanderlan José de Carvalho, de 46 anos, conhecido como Mazzaropi.

Nas imagens, o cachorro faz farra: corre para brincar com o gari, puxa o chapéu, a luva dele, tenta pegar os sacos de lixo e, quando Vanderlan segue trabalhando, agarra até a roupa do amigo, como se dissesse: “Não vai embora ainda, não”.

“Solta aqui a sacola de lixo do tio, deixa eu trabalhar”, brinca Vanderlan enquanto tenta continuar a coleta. E Jaquim, o caramelo brincadlhão, não parece muito disposto a colaborar. Assista abaixo

Amizade começou durante a coleta

Vanderlan trabalha há 26 anos na coleta de lixo e conheceu Jaquim há aproximadamente oito meses, quando fazia o serviço no bairro.

“Um dia fazendo coleta lá, o Caramelo apareceu, começou a brincar comigo, começou a pular em mim. Aí dali eu também comecei a pular nele e começou aquela bagunça”, contou o gari em vídeo.

Desde então, o encontro virou rotina. O cachorro reconhece a chegada dos garis e vai atrás de Vanderlan. Em alguns vídeos, tenta pegar os sacos de lixo; em outros, puxa o uniforme do amigo e insiste para que a brincadeira continue.

Sentado no chão para brincar

Há ainda um momento em que Vanderlan simplesmente desiste de resistir: ele senta no chão e brinca com Jaquim.

A amizade ficou tão forte que o caramelo já chegou a subir no caminhão de lixo, como se estivesse pronto para acompanhar a equipe no restante do trabalho.

Mas Jaquim tem tutora e o gari não deixou o cachorro ir embora. Ele também é cuidado também pelos moradores da região. “Peguei um amor danado por ele. Se eu passo por lá e ele não está, já fico preocupado”, contou Vanderlan

Ficaram famosos nas redes

O gari é funcionário da Quebec Ambiental, responsável pela coleta em Anápolis. Natural de São Miguel do Passa Quatro, em Goiás, ele vive na cidade desde os 18 anos.

Os vídeos dos dois começaram a chamar atenção nas redes sociais meses atrás e já somam milhões de visualizações.

E Vanderlan aproveita a brincadeira com o caramelo enquanto trabalha. E já fica pensando como será o encontro dos dois na próxima coleta de resíduos do bairro, para alegrar o amigo canino.

Por Rinaldo de Oliveira

Fonte: Só Notícia Boa

" QUEM NÃO AMA OS ANIMAIS JAMAIS VAI AMAR O SEMELHANTE"

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Foto: arquivo pessoal AOBAL

    CONSULTÓRIO VETERINÁRIO  DR MACELO LINS  EM MACEIÓ ( 82 99981 5415 ) & PET SHOOP KÃES & KÃES 


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    MUNDO ANIMAL ANO  XXVI na  Mares do Sul FM 87,9 de Marechal Deodoro Alagoas aos sábados das 08:00h às 09:00h. E todos os dias às 10:00h. e às 16:00h., um boletim do Mundo Pet no www.gentedagente.maceio.br  


    Foto: assessoria

     TECA NELMA CANDIDATA A DEP. ESTADUAL 13444  : DEFENSORA DA CAUSA ANIMAL & VEGETARIANA 


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    Clinica veterinária Clinshop Maceió ANO VI (82) 99675 8715- CASTRAÇÃO DE FELINOS DE 01 a 30 DE SETEMBRO & internamento 24 horas )  


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    OLIVIA TENÓRIO CANDIDATA A DEP. FEDERAL 1133 


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    TUBARÃO BEBIDAS E GALETERIA NA RUA VICENTE CELESTINO 628 NA SANTA LUCIA EM MACEIO ALAGOAS ( @tubaraofrangonabrasaoficial )

Amplo estudo da ONG Fórum Animal aponta para o futuro dos zoológicos no Brasil

 


Um estudo da ONG Fórum Animal coloca em debate o futuro dos zoológicos no Brasil: mais do que decidir entre fechar ou manter essas instituições, a questão é como elas devem funcionar e quais interesses devem orientar suas atividades.

O levantamento ouviu 14 especialistas em fauna silvestre e 1.214 pessoas da sociedade civil, visitou sete zoológicos e avaliou 55 espécies. Segundo o documento, foram identificadas iniciativas de conservação ambiental e esforços de bem-estar animal, mas também problemas na adequação dos recintos. Entre os entrevistados, a maioria absoluta concordou, plenamente ou não, com a afirmação de que a exposição pública em zoológicos constitui exploração animal. A consulta não foi restrita a veganos. O resultado revela uma percepção relevante entre os participantes, mas não permite afirmar, por si só, que essa seja a opinião da população brasileira. Uma das possibilidades discutidas é deixar de exibir animais ao público e concentrar recursos na conservação das espécies e no cuidado dos indivíduos já mantidos pelas instituições. Sob uma perspectiva vegana, essa distinção é central: proteger a biodiversidade não elimina a necessidade de considerar os interesses de cada animal em cativeiro. A dependência de receitas associadas à visitação pode dificultar essa transformação. Políticas públicas e regras específicas aparecem, nesse debate, como possíveis instrumentos para orientar a mudança. O levantamento também contribui para a discussão sobre uma proposta de proibição dos zoológicos no país, ao deslocar o foco para as condições de vida dos animais e a finalidade dessas instituições. Link do estudo: https://forumanimal.org/diagnosticozoo/

Fonte: vista-se.com.br

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Matéria do Fantástico mostra como criminosos usavam cavalos para esconder dinheiro ilícito


 Matéria do Fantástico mostra como criminosos usavam cavalos para esconder dinheiro ilícito

O infoativista vegano Fabio Chaves comentou, em vídeo, uma reportagem do Fantástico sobre a compra e venda de cavalos de alto valor para lavagem de dinheiro do crime. Ele comparou esse mercado ao de obras de arte, destacando que a subjetividade dos preços pode facilitar a ocultação de patrimônio. “São objetos e seres, né? No caso dos cavalos são seres que não têm um valor definido no mercado.” Segundo o relato apresentado no vídeo, a reportagem mostrou criminosos da Paraíba que compraram um cavalo por aproximadamente R$ 1 milhão de um haras do cantor Wesley Safadão. O infoativista ressaltou que o cantor não está sob investigação e que, conforme a avaliação policial mencionada, teria apenas vendido o animal. Os compradores estariam formando outro haras para esconder dinheiro ilícito. O vídeo também chama atenção para o uso de cavalos milionários em provas de vaquejada, prática na qual competidores montados perseguem um boi e o puxam pelo rabo até derrubá-lo. Na avaliação do ativista, a criação e a comercialização de cavalos, especialmente da raça quarto de milha, são o principal motor financeiro da vaquejada e do rodeio, mais do que a receita dos eventos e dos ingressos. Ao relacionar a denúncia de lavagem de dinheiro à exploração animal, ele afirmou que a reportagem revelou uma dimensão desse mercado que não havia percebido. “É interessante, é triste, mas é interessante ver mais essa forma que o ser humano arrumou para explorar os animais.” Link da matéria: https://g1.globo.com/fantastico/video/criminosos-compram-cavalos-de-raca-para-lavar-dinheiro-do-trafico-14998778.ghtml

Fonte: vista-se.com.br

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Homem é indiciado após o FBI afirmar que ele produziu cerca de 350 vídeos de animais sendo torturados e mortos nos EUA


 Escritório do Procurador dos Estados Unidos para o Distrito de Minnesota

A prisão federal de Bryan Wesley Edison em Minnesota trouxe à tona uma lacuna preocupante na forma como grandes plataformas digitais lidam com conteúdos de crueldade contra animais. O caso, enquadrado no artigo 48 do Título 18 do Código dos EUA (18 USC § 48), não apenas expõe a brutalidade dos chamados vídeos de “animal crushing” [esmagamento de animais], mas também evidencia a cegueira institucional que permite que tais materiais prosperem online. Para qualquer pessoa que se preocupe com segurança e ética digital, essa história levanta questões sérias sobre as políticas do YouTube em relação à crueldade contra animais e como elas são aplicadas.

Segundo o Gabinete do Procurador dos EUA, Edison foi indiciado por dezesseis acusações de crueldade extrema contra animais, envolvendo práticas como esmagamento, sufocamento e empalamento ou qualquer outra forma de ferimento grave intencional em mamíferos, aves, répteis ou anfíbios não humanos. O Humane Web Project, que monitorava suas atividades desde 2023, descreveu um padrão calculado de exploração, em que a dor era transformada em produto digital, monetizado por meio de vídeos gráficos e assinaturas pagas.

Galeria de fotos: 





Edison não era exatamente uma figura obscura. Ele mantinha diversos canais no YouTube, como Prince’s Pet Planet e Prince’s Predator Pets. Nesses canais, ele conquistou um público exibindo interações ao vivo entre predadores e presas, frequentemente mostrando tartarugas comendo sapos, grandes lagartos-teiú devorando porquinhos-da-índia e outros roedores, e cobras atacando pequenos mamíferos. Em algumas filmagens, ele incluía seu cachorro matando ou ferindo gravemente pequenos animais. A impressão geral apresentada pelos investigadores não é de cuidados educativos com animais, mas sim de conteúdo de crueldade animal violenta e cuidadosamente selecionado, disfarçado de entretenimento.

O estilo de produção desses vídeos reforçava essa perspectiva. O Humane Web Project observa que os vídeos de Edison frequentemente utilizavam uma perspectiva em primeira pessoa, enfatizando confrontos “gladiatórios” entre predadores e presas aterrorizadas. Um de seus lagartos às vezes era vestido com fantasias de Halloween para adicionar um toque teatral. Os títulos dos vídeos destacavam o sofrimento e o medo, com frases como “Porquinho-da-índia gordo encontra cobra. GRITOS, e acabou.” e “Spyro castiga ratos”. Em muitos trechos, os animais predados pareciam suportar dor prolongada, e Edison supostamente acrescentava comentários como: “Não há nada que eu possa fazer para te salvar agora” ou “Ouça os guinchos de desagrado.” Esses detalhes ajudam a esclarecer por que investigadores federais e defensores dos animais consideram esse conteúdo como crueldade para entretenimento, em vez de documentação neutra da natureza.

Ainda assim, alguns criadores que publicam vídeos semelhantes de alimentação ao vivo frequentemente afirmam que seus canais são “educativos”. Eles destacam que répteis comem roedores ou que predadores caçam presas naturalmente na natureza. O Humane Web Project contesta essa justificativa, descrevendo-a como um escudo estratégico usado para contornar as diretrizes do YouTube sobre crueldade animal. Embora seja verdade que a alimentação seja uma parte necessária do cuidado com muitos répteis em cativeiro, o grupo observa que a ética da alimentação ao vivo é ativamente debatida nas comunidades de répteis e herpetologia. Muitos criadores têm preferido cada vez mais práticas de alimentação com presas congeladas e descongeladas, tanto por segurança quanto por bem-estar animal, o que diferencia ainda mais o conteúdo genuinamente educativo de vídeos centrados em dramatizar o sofrimento.

A disparidade torna-se ainda mais evidente ao analisar a reação do público. O Humane Web Project relata que os comentários nesses canais raramente se assemelham a respostas a materiais educativos. Em vez disso, muitos espectadores parecem celebrar a brutalidade, sugerindo novas formas de matar os animais e expressando decepção quando sua espécie preferida não é apresentada. Esse efeito moderador do público revela que o conteúdo funciona mais como espetáculo violento do que como instrução. Achei esse detalhe marcante, pois demonstra como algoritmos e comunidades podem reforçar a crueldade como entretenimento quando os mecanismos de proteção são frágeis.

Ao longo de anos de investigações, o Humane Web Project identificou indivíduos que consumiram esse tipo de conteúdo violento de crueldade contra animais e que posteriormente praticaram seus próprios atos de abuso. Em um dos casos, uma pessoa que torturou e matou vários porquinhos-da-índia em 2024 foi descrita como espectador assíduo de canais de alimentação cruel. O grupo faz questão de observar que simplesmente assistir a esse tipo de material não comprova automaticamente intenção criminosa, mas a sobreposição levanta uma preocupação compreensível sobre a normalização da violência extrema contra animais e sobre como esse tipo de mídia pode influenciar espectadores suscetíveis.

Além dos vídeos públicos, Edison teria expandido suas atividades por meio de um modelo de assinatura que monetizava conteúdo cada vez mais gráfico de crueldade contra animais. Ele supostamente oferecia planos pagos que variavam de US$ 0,99 a US$ 99,99, dando aos assinantes mais caros maior interação direta e a possibilidade de solicitar vídeos personalizados. De acordo com o FBI, Edison criou aproximadamente 350 vídeos de crueldade contra animais, exibindo o conteúdo mais extremo apenas para assinantes pagos. Essa combinação de alimentação ao vivo, pedidos personalizados e lucro ressalta como a crueldade pode ser industrializada em um mercado digital quando a fiscalização é inconsistente.

As próprias regras do YouTube parecem, em teoria, proibir grande parte do que foi descrito neste caso. A política da plataforma sobre conteúdo gráfico ou violento inclui seções dedicadas ao abuso de animais, proibindo conteúdo em que humanos forçam animais a lutar, os maltratam maliciosamente fora de práticas tradicionais ou padrão, como caça ou preparação de alimentos, ou os colocam desnecessariamente em condições prejudiciais. A política também proíbe conteúdo que glorifica negligência grave, resgates encenados que colocam animais em perigo e representações gráficas destinadas a chocar ou causar repulsa. Essas diretrizes visam proteger animais e espectadores e parecem diretamente relevantes aos comportamentos alegados nos canais de Edison.

Apesar disso, o Humane Web Project relata que o império de esmagamento de animais de Edison persistiu por anos. Muitos de seus canais foram eventualmente removidos, mas ele retornava repetidamente com novos nomes, muitas vezes operando por longos períodos sem intervenção. Mesmo após sua prisão, o grupo observa que vários canais e páginas ligados a ele permaneceram ativos meses depois. Além disso, eles identificaram outros canais semelhantes de alimentação ao vivo ou esmagamento de animais que ainda operam na plataforma, apesar de aparentemente entrarem em conflito com as próprias políticas do YouTube contra a crueldade animal. Esse padrão recorrente levanta uma questão preocupante: rotular o conteúdo como “educativo” ou enquadrá-lo como alimentação natural é suficiente para evitar uma moderação séria de conteúdo sobre crueldade animal violenta?

Para defensores e investigadores, a acusação de Edison representa um marco importante. Ela demonstra que a lei federal pode alcançar certas formas de abuso distribuídas digitalmente e que aqueles que criam vídeos extremos de crueldade contra animais podem enfrentar sérias consequências legais. No entanto, o Humane Web Project enfatiza que essa prisão representa apenas um caso dentro de um problema muito maior. No YouTube e em outras plataformas sociais, centenas, ou talvez milhares, de vídeos semelhantes permanecem disponíveis e, em alguns casos, atraem milhões de visualizações. A preocupação subjacente é que os sistemas de moderação de conteúdo, impulsionados por uma combinação de ferramentas automatizadas e revisores humanos, têm dificuldade em detectar e remover de forma confiável material que seja gráfico e exploratório quando disfarçado sob a alegação de educação ou comportamento natural.

Em última análise, o caso de Edison destaca a tensão entre o conteúdo aberto gerado pelo usuário e a proteção de seres vulneráveis, neste caso, animais que não podem consentir ou se defender. Mostra como uma combinação de descoberta algorítmica, mecanismos de monetização e aplicação inconsistente das leis pode criar um ambiente no qual o conteúdo violento de crueldade contra animais não é apenas tolerado, mas incentivado. O Humane Web Project sugere que um progresso significativo exigirá melhores métodos de detecção, aplicação mais consistente das políticas existentes contra a crueldade animal e responsabilização mais clara daqueles que repetidamente testam os limites do que as plataformas permitem. Até lá, permanece o risco de que mais criadores sigam o caminho supostamente trilhado por Edison, transformando o sofrimento em um produto e explorando as lacunas nos sistemas de moderação para aumentar seu público.

Tradução de Shirlei Cioruci (com IA)

Fonte: The Animal Rescue Site

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Mulher é presa após atear fogo em barraco com cachorro dentro no DF; animal está estável

 


Uma mulher de 41 anos foi presa, no sábado (26/9), após atear fogo em um barraco com um cachorro dentro, próximo à passarela do Cemitério de Taguatinga, no Distrito Federal. Policiais militares do Batalhão de Policiamento Rural (BPR), com auxílio de populares que estavam no local, resgataram o animal e prenderam a suspeita. O cachorro foi resgatado com vida, mas sofreu grandes queimaduras pelo corpo.

A ocorrência foi registrada por volta das 8h30, quando uma equipe da inteligência do BPR passava pelo local e percebeu o barraco em chamas. Ao notar que havia um cachorro no interior da estrutura, os policiais e algumas pessoas entraram em ação para retirar o animal da estrutura antes que o fogo se alastrasse.

Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a mulher relatou aos policiais que ateou fogo no barraco por vingança. Ela alegou que o proprietário teria colocado fogo anteriormente em um barraco utilizado por ela.

A suspeita também declarou ser vítima de violência doméstica e possuir registro relacionado à Lei Maria da Penha. Após o resgate do cachorro, a mulher foi presa pelos policiais e encaminhada à 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga), onde foram tomadas as providências legais.

O cachorro resgatado está bem e com quadro de saúde estável. Ele foi levado para uma clínica veterinária particular, onde permanece recebendo atendimento.

Os policiais que participaram do resgate se mobilizaram e fizeram uma vaquinha para ajudar a custear o tratamento.

Fonte e foto: anda.jor.br

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