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terça-feira, 9 de junho de 2026

Audiência pública na Câmara debate alternativas sobre o enfrentamento ao câncer de cabeça e pescoço


 Audiência aconteceu nesta segunda-feira (8) - Foto: Dicom CMM

Os desafios da saúde foram discutidos durante audiência pública na tarde de segunda-feira (8), na Câmara Municipal de Maceió. Proposta pela vereadora Teca Nelma, o debate apresentou a realidade e norteou sobre o enfrentamento do câncer de cabeça e pescoço em Maceió.

A mesa de discussão foi presidida pela própria vereadora e teve a composição da secretária de Atenção Especializada da Saúde de Maceió, Sandra Torres; a médica Sonia Ferreira Bastos; a fonoaudióloga Ana Paula Cajaseiras; a coordenadora-geral do Cesmac, Samara Griz; a pró-reitora de ensino da Uncisal, Maria Desterro; e a paciente oncológica Carmem Penhafiel.

“Este debate é muito necessário, reunindo a sociedade, professores, a ciência, pacientes e familiares, buscando sempre construir caminhos e soluções para um tema que é tão sensível, mas que tem tratamento. O enfrentamento ao câncer de cabeça e pescoço renova a esperança e mostra que é possível salvar vidas. Debatemos aqui as políticas públicas sobre diagnósticos, cuidados e tratamento, sempre priorizando a humanidade e vida”, destacou Teca Nelma.

A médica Sonia Ferreira Bastos, por sua vez, apresentou números sobre o câncer de cabeça e pescoço, com 781 mil casos por ano no país, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Segundo a médica, o cenário é de preocupação, e a desigualdade social acaba se tornando fator determinante para sobreviver à doença. É preciso, segundo a médica, que Alagoas tenha uma linha de cuidados para combater o câncer de cabeça e pescoço.

A paciente oncológica Carmem Penhafiel levou à audiência pública o seu relato no enfrentamento à doença. Ela foi diagnosticada com um câncer de boca em 2022.

“Eu já tinha feito exames de rotina, e ao suspeitar do caso, fui diagnosticada com o câncer de boca, e consegui fazer a cirurgia no dia 18 de outubro. Não foi necessário fazer quimioterapia e radioterapia porque no meu câncer não foi diagnosticado HPV, o que poderia ser um complicador maior. No entanto, senti falta de um encaminhamento para fonoaudiólogo, para um dentista, principalmente após a realização do procedimento cirúrgico”, disse a paciente.

Para a fonoaudióloga Ana Paula Cajaseiras, é fundamental o tratamento do câncer de cabeça e pescoço, sobretudo pelo impacto que a doença causa na fala, deglutição e na autoimagem. Há casos em que os pacientes passam por procedimentos complexos, precisando fazer uso de sondas para se alimentar e a utilização de traqueostomia, que é dispositivo que desvia a respiração do nariz e da boca, permitindo a passagem direta de ar para os pulmões.

Representando a Secretaria Municipal de Saúde, Sandra Torres destacou que o Município tem um compromisso firmado na construção da linha de cuidado no tratamento do câncer de cabeça e pescoço, com atenção de profissionais da psicologia, da nutrição e fonoaudiologia, por exemplo.

Já Samara Griz, que é a coordenadora-geral do Cesmac, disse que a universidade tem atuado nas mais diversas frentes de cuidado com a população no combate ao câncer de cabeça e pescoço, na atenção primária, bem como nos níveis de maior complexidade da doença.

Coordenadora da saúde bucal do Município de Maceió, Ducy Lily ressaltou que o envolvimento dos profissionais da saúde para atuar no diagnóstico inicial da doença é essencial para salvar vidas. “O Município tem investido em profissionais que estão trabalhando na forma preventiva de diagnosticar o câncer de cabeça e pescoço, inclusive com dois estomatologistas que trabalham na rede municipal de saúde”.

Pró-reitora de ensino da Uncisal, Maria Desterro reforçou a necessidade de mostrar para a sociedade, via academia, sobre o fluxo e tratamento do câncer de cabeça e pescoço, bem como as iniciativas para reabilitação do paciente após a doença.

Também usaram da palavra durante a audiência pública, os familiares de pacientes oncológicos, professores universitários, profissionais da saúde e acadêmicos.

Fonte: tribuna hoje com assessoria

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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Testes: Veterinária formada pela WSU afirma que até 68 animais saudáveis ​​eram mortos a cada primavera em laboratórios de treinamento pouco transparentes


 Foto: iStock

Uma estudante recém-formada pela Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Estadual de Washington afirmou que, nas primaveras, a instituição utilizava terminal labs (aulas práticas com animais vivos) em seu programa de treinamento em animais de grande porte. A atividade pôs fim às vidas de bodes e cavalos saudáveis.

A acusação está gerando debates sobre a forma como as faculdades veterinárias treinam os futuros cirurgiões e se animais que poderiam se recuperar, receber tratamento, ou ser adotados estão sendo utilizados de maneiras antiquadas e pouco transparentes, na opinião de críticos.

O que aconteceu?

Segundo uma notícia do jornal Capital Press, Larrea Cottingham disse que a disciplina eletiva de cirurgia em animais de grande porte envolveu a eutanásia de até sessenta bodes e oito cavalos nos semestres da primavera. As aulas práticas chamadas de terminal labs praticam a cirurgia em animais saudáveis seguida de eutanásia ao invés de recuperação.

Cottingham afirmou que passou mais de um ano trazendo atenção ao problema e criando pressão a favor de mudanças no currículo e mais transparência para os estudantes. Ela afirma que um colega de classe não sabia, até chegar na metade do curso, que cavalos seriam submetidos à eutanásia. Isso motivou ela a pedir aos administradores que atualizassem o programa da disciplina. A informação foi acrescentada depois, segundo ela.

Em março, a universidade cancelou a parte do curso que envolvia cavalos após os órgãos Our Honor e People for the Ethical Treatment of Animals organizarem campanhas por e-mail. A universidade comunicou que a decisão foi tomada em meio a um “grande volume de mensagens ameaçadoras e hostis” e que os estudos com cavalos estavam planejados para terminar após o semestre da primavera, segundo o jornal Capital Press.

Por que isso importa?

Bodes e cavalos saudáveis são o centro da controvérsia. Cottingham disse que a morte dos cavalos pode ter sido desnecessária. Ela destacou que os estudantes receberam a informação de que os cavalos provinham de um programa de pesquisa do Departamento de Agricultura (USDA) e que a eutanásia era inevitável. Após meses de questionamentos, ela passou a acreditar que não havia nenhuma política vigente exigindo a eutanásia fora dos casos em que os animais representam risco à segurança ou à saúde pública.

Cottingham acrescenta que a questão não trata apenas do bem-estar animal mas também da confiança e do consentimento informado. Ela disse ao Capital Press que estudantes devem saber desde o início se um curso envolve o término da vida de um animal, especialmente em uma profissão voltada para o cuidado, a recuperação e ao alívio de dor.

O debate está decorrendo ao mesmo tempo que muitas comunidades rurais enfrentam escassez de veterinários especializados no cuidado de animais de grande porte. Cottingham argumentou que o uso de animais saudáveis em laboratórios deixa passar a oportunidade de treinar estudantes com o tratamento de animais que realmente necessitam de cuidados, uma abordagem que, em sua visão, poderia beneficiar tanto os estudantes quanto as comunidades carentes.

O que está sendo feito?

Cottingham contou ao Capital Press que a ação dos estudantes provocou algumas mudanças. Ela disse que, após ter trazido mais atenção para o bem-estar dos animais, o curso e o protocolo do Comitê Institucional de Cuidados e Uso de Animais foram alterados, de modo que os cavalos fossem submetidos a todos os procedimentos durante uma única anestesia em vez de múltiplas cirurgias ao longo de várias semanas.

Ela também citou alternativas já em prática na universidade. O curso de cirurgia de animais de pequeno porte para alunos iniciantes utiliza um centro de simulação e possui parcerias com abrigos de animais e organizações de resgate. Alunos do quarto ano realizam estágio em abrigos. Cottingham afirmou que os alunos também podem adquirir experiência adicional por meio de oportunidades profissionais eletivas, sem depender de procedimentos de eutanásia.

Em uma perspectiva mais ampla, ela acredita que as faculdades de medicina veterinária deveriam ampliar o treinamento voltado para a prestação de serviços nas comunidades vizinhas, oferecendo aos alunos experiência prática supervisionada ao mesmo tempo que auxiliam animais necessitados.

“Meu objetivo sempre foi aprimorar o programa de treinamento em cirurgia da Universidade Estadual de Washington para que mais estudantes estejam adequadamente treinados em cirurgia, possam prestar cuidados a uma grande variedade de espécies e nunca precisem escolher entre sua formação e sua consciência”, disse Cottingham. “[…]Aquilo não era um uso responsável dos recursos, e não estava preparando os estudantes para a realidade da profissão em área rural.”

Po Cam Deal / Tradução de José Arthur da Costa e Silva

Fonte: Yahoo! News

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Governo investiga zoológico no RS após morte misteriosa de 40 animais


 Fotografia de zoológico do RS com morte de 40 animais - Créditos: Divulgação/Parque Zoológico de Sapucaia do Sul

A mudança de clima, para além dos humanos, também é motivo para que muitos bichinhos faleçam. Porém no Zoológico de Sapucaia do Sul, localizado na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS), a morte sem causa identificada de 40 animais obrigou a suspensão das visitas.

Embora os animais tenham começado a falecer em maio, até agora os testes realizados não indicaram o motivo do falecimento em massa das dezenas de animais. Conforme o governo do estado, os testes descartaram a suspeita de gripe aviária.

A morte de 40 animais

Conforme as investigações lideradas pela TV Globo, no intervalo de duas semanas para as mortes traz suspeita de alguma doença que infectou os animais. Contudo, mesmo com as investigações da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) ocorrendo desde maio, não houve nenhum avanço nas investigações.

Primeiramente foram encontrados os corpos de 15 cisnes no dia 13 de maio, dado que fez a Sema começar a monitorar o local. Porém, contrariando as suspeitas da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), os testes deram negativo para síndrome respiratória nervosa (SRN).

Desse modo, coletas das aves, e dos lagos em que passaram, foram à análise dos órgãos estaduais. No entanto, até o momento, nenhum caso deu positivo para a Influenza Aviária. Ou seja, o motivo ainda permanece um mistério.

Contextualização

Anteriormente, no ano passado, o zoológico já havia sido fechado por ser foco de gripe aviária, reabrindo só 2 meses depois. Na época, o vírus causou a morte de 168 aves silvestres de 11 espécies. Mas após o tempo de incubação da doença e não notificação de mais casos, foi reaberto à visitação.

Assim, mais uma vez o Parque Zoológico de Sapucaia do Sul se encontra fechado por casos de doenças entre os animais. O zoológico conta com mais de 1.000 animais de cerca de 130 espécies, entre répteis, aves, mamíferos e animais domésticos.

Desse modo, o espaço atua como centro de educação ambiental, centro de conservação de flora e fauna e acolhimento de animais silvestres. Conforme O Globo, muitos dos animais que hoje residem no espaço foram resgatados de casos de tráfico ilegal, cativeiro, situação de risco, e até mesmo acidentes cotidianos que inviabilizaram a volta do animal à natureza.

De toda forma, diante dos casos ainda misteriosos, a região hoje está fechada e deve contar com extensa pesquisa para conseguir prevenir mais mortes dos animais.

Por Augusto César e Giovanna Gomes

Fonte: Aventura na História


Nota do Olhar Animal: Os zoológicos (e seus assemelhados) são sistemas prisionais para animais quase sempre inseguros, tanto para os bichos quanto para os visitantes e funcionários. Não há vigilância satisfatória para impedir que os animais sofram agressões, tão pouco para impedir o acesso do público aos recintos. Os visitantes e os próprios funcionários acabam vitimados pela negligência com os aspectos de segurança, sendo atacados por animais estressados e confinados em seus cativeiros. E, não bastasse os animais serem condenados à reclusão perpétua para satisfazer a mera curiosidade do público, as fugas ocorrem frequentemente, fazendo com que os animais se deparem com um ambiente urbano e hostil a eles. Não é incomum que os animais que buscam sua liberdade acabem sendo abatidos pelas autoridades, que justificam a covardia como sendo “por questões de segurança”. Para o bem dos animais, zoológicos devem ser convertidos em centros de triagem de animais silvestres, que fazem o resgate e dão os cuidados necessários e que não recebem visitação do público. Os animais exóticos devem ser enviados para santuários e os zoológicos que não puderem ser adaptados como centros de triagem devem ser extintos.

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LEI Nº 15.425, DE 3 DE JUNHO DE 2026 Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para tipificar como crime o exercício ilegal da medicina veterinária.

 


O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Esta Lei altera o art. 282 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para tipificar como crime o exercício ilegal da medicina veterinária.

Art. 2º O art. 282 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), passa a vigorar acrescido dos seguintes §§ 2º a 5º, numerando-se o atual parágrafo único como § 1º:

"Exercício ilegal da medicina, medicina veterinária, arte dentária ou farmacêutica

Art. 282. Exercer, ainda que a título gratuito, a profissão de médico, médico veterinário, dentista ou farmacêutico, sem autorização legal ou excedendo-lhe os limites:

Pena - detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos.

§ 1º ........................................................................................................................

§ 2º Se do crime resulta lesão corporal de natureza grave ou gravíssima, responde também o agente pelos crimes descritos nos §§ 1º e 2º do art. 129 deste Código.

§ 3º Se do crime resulta morte, responde também o agente pelo crime de homicídio, nos termos do art. 121 deste Código.

§ 4º Se do crime resulta lesão ou morte de animal, responde também o agente pelo crime previsto no art. 32 da Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 (Lei dos Crimes Ambientais).

§ 5º Incorre na conduta prevista nocaputdeste artigo o agente que exerce a profissão durante o período de suspensão ou após o cancelamento da habilitação ou do registro profissional." (NR)

Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 3 de junho de 2026; 205º da Independência e 138º da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Wellington César Lima e Silva

Presidente da República Federativa do Brasil




“Vegana” comendo carne pela primeira vez viraliza


 A influenciadora Xehli G viralizou ao publicar um vídeo afirmando estar comendo carne pela primeira vez após ser vegana. No entanto, Fabio Chaves questionou a autenticidade da história e apontou que a criadora já publicou conteúdos semelhantes no passado, incluindo vídeos antigos em que também alegava estar consumindo carne “pela primeira vez” após supostamente seguir uma alimentação vegana.

Segundo Fabio, o padrão de publicações sugere que o objetivo não seria retratar uma experiência real, mas produzir conteúdo provocativo voltado a gerar reações e engajamento. Ele cita outros vídeos da influenciadora em que ela se apresenta como vegana enquanto faz comentários ou encenações que reforçam estereótipos negativos sobre pessoas veganas.

Para Fabio, o problema vai além da brincadeira. Ele afirma que esse tipo de conteúdo acaba alimentando preconceitos e hostilidade contra veganos ao associá-los a comportamentos caricatos ou contraditórios. “É muito triste que uma pessoa use a sua plataforma com tantos seguidores para fomentar ódio contra veganos”, comentou, acrescentando que considera extremamente improvável que o vídeo represente uma situação genuína.



Fonte: vista-se.com.br

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Aterrorizado: touro tenta fugir de multidão em festival espanhol e mostra o sofrimento por trás desse tipo de entretenimento

 


Um touro chamado Glorificado viveu momentos de tensão durante o Toro Enmaromado, tradicional festa realizada na cidade de Benavente, na Espanha, após tentar escapar do controle dos participantes que o conduziam pelas ruas com uma corda presa aos chifres.

O animal, de cinco anos e cerca de 530 quilos, saiu do percurso previsto e provocou correria entre as pessoas que participavam do evento. Houve quedas e feridos durante a tentativa de conter sua fuga.

Embora o caso tenha sido tratado por parte da imprensa local como um incidente de segurança, a reação do touro era previsível diante das circunstâncias às quais foi submetido.

Cercado por uma multidão, exposto a barulho intenso e privado da possibilidade de escapar, Glorificado reagiu como muitos animais reagem quando se sentem ameaçados. Em vez de atacar deliberadamente, tentou fugir.

O caso chama atenção para uma realidade frequentemente ignorada em festas que utilizam animais como atração. O foco costuma recair sobre os riscos enfrentados pelos participantes humanos, enquanto o sofrimento dos animais envolvidos permanece em segundo plano.


Bois, touros e vacas são seres sencientes, capazes de sentir medo, dor e estresse. Também desenvolvem vínculos sociais, possuem memória e respondem emocionalmente a situações que representam ameaça à sua integridade.

Durante o Toro Enmaromado, os animais são conduzidos pelas ruas enquanto são cercados por centenas de pessoas. A tentativa de fuga de Glorificado expôs mais uma vez as consequências desse tipo de espetáculo. O comportamento que muitos classificaram como descontrole pode ser compreendido de forma mais simples. Um animal assustado tentou se afastar daquilo que lhe causava medo.
Depois de ser novamente contido, o touro foi retirado do local e o evento prosseguiu. O episódio, no entanto, deixou uma pergunta difícil de ignorar. Até que ponto tradições que colocam animais em situações de estresse extremo podem continuar sendo justificadas como entretenimento?

Fonte e fotos: anda.jor.br

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