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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Proibição de charretes puxadas por cavalos no Central Park será votada em Nova York (EUA)


 Foto: Damon Winter/NYTIMES

A cidade de Nova York, nos Estados Unidos, pode encerrar a exploração de mais de 150 anos que força cavalos a realizarem passeios turísticos em charretes no Central Park. O prefeito Zohran Mamdani e a presidente do Conselho Municipal, Julie Menin, chegaram a um acordo sobre uma proposta que proíbe a atividade. A votação está prevista para 22 de outubro e, se aprovada, a medida entrará em vigor em 1º de junho de 2028.

O texto estabelece que os cavalos deverão receber uma destinação humanitária após o fim da atividade. A proposta proíbe a venda dos animais para que sejam mortos e impede que sejam transferidos para outras empresas de charretes, medidas destinadas a evitar que continuem submetidos à exploração turística em outros locais.

Atualmente, 68 charretes circulam pelo Central Park, utilizando mais de 180 cavalos, segundo Christina Hansen, porta-voz do setor. A atividade, que se tornou parte da paisagem turística da cidade, depende do abuso de animais para transportar visitantes pelas ruas do parque.

A proposta conta com 29 patrocinadores no Conselho Municipal, composto por 51 integrantes. Esse número representa apoio suficiente para a aprovação da legislação. O acordo foi confirmado pelo gabinete de Julie Menin.

O possível fim das charretes abre caminho para retirar os cavalos de uma atividade que transforma seus corpos em instrumentos de entretenimento e exploração comercial. A mudança também coloca em discussão o destino dos animais após anos de trabalho forçado para atender à demanda turística.

Para os cavalos, o alcance da medida dependerá também do cumprimento das garantias de proteção previstas na legislação e de uma destinação que respeite suas necessidades e seu direito a uma vida livre da exploração.

Fonte: anda.jor.br


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Polícia resgata galos que eram usados para rinhas em bairro nobre de Curitiba, PR


 Foto: Divulgação

Dezesseis galos da raça mura foram resgatados em condições de maus-tratos na manhã de terça-feira (6) no bairro Mossunguê, em Curitiba. Segundo a investigação, os animais eram usados para rinhas.

As equipes encontraram as aves mantidas em espaços pequenos, sem higiene, subalimentadas e sem o fornecimento adequado de água.

O responsável pelos galos foi multado no valor de R$ 20 mil, com base na Lei 16.378 de 2024, lei municipal de combate aos maus-tratos de animais. Ele também firmou compromisso de acabar com a atividade.

Considerado crime de maus-tratos no Brasil, a rinha de galo é um combate entre os animais da mesma espécie como forma de entretenimento e apostas em direito.

Galos foram colocados para adoção em Curitiba

De acordo com o diretor de Pesquisa e Conservação da Fauna da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Edson Evaristo, todos os 16 galos foram identificados por microchip eletrônico e serão destinados para adoção responsável.

“Recebemos a denúncia dessa criação irregular de galos de rinha e a situação foi comprovada durante a fiscalização na manhã desta terça-feira. Os animais estavam em condições de maus-tratos e agora vão receber um tratamento adequado”, explicou Evaristo.

A operação envolveu equipes da Rede de Proteção Animal da Prefeitura de Curitiba em apoio à Agência de Defesa Animal (Adapar) e do Batalhão de Polícia Ambiental – Força Verde da Polícia Militar

Fonte: Bem Paraná

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Investigação descobre rede de tráfico de cavalos para venda de carne na Europa


 Foto: Europol

Uma investigação policial em quatro países europeus apura um possível esquema de tráfico de cavalos que envolvia a falsificação de documentos e a manipulação de microchips para ocultar a identidade dos animais. A fraude pode ter permitido que cavalos impróprios para consumo humano fossem introduzidos na cadeia alimentar sem que sua origem e seu histórico veterinário fossem devidamente verificados.

A operação, apoiada pela Agência da União Europeia para a Cooperação Policial (Europol), ocorreu entre 8 e 9 de setembro de 2026, com ações na Bélgica, na França, na Irlanda e na Holanda. Cerca de 200 agentes participaram de 24 buscas, durante as quais mais de mil cavalos foram examinados. Veterinários, autoridades de segurança alimentar e equipes de investigação também atuaram na operação.

Segundo a Europol, os suspeitos teriam criado identidades falsas para os cavalos por meio de passaportes falsificados e alterações nos microchips. Com isso, conseguiam ocultar informações sobre a procedência dos animais, seu histórico de saúde e os tratamentos veterinários recebidos, além de contornar os controles destinados a impedir que cavalos sem condições sanitárias adequadas fossem destinados ao consumo humano.

Parte dos animais teria sido comercializada ilegalmente, enquanto outros foram enviados para morrer. A suspeita de que alguns tenham chegado à cadeia alimentar sem rastreabilidade levanta questões tanto sobre a segurança dos alimentos quanto sobre a proteção dos próprios cavalos, submetidos a um sistema que transforma suas vidas em mercadorias e pode apagar os registros necessários para acompanhar seu percurso.

A investigação envolve a Polícia Judiciária Federal da Flandres Oriental, na Bélgica; o Escritório Central de Combate a Crimes Ambientais e de Saúde Pública, na França; o Departamento Nacional de Investigação da Garda, na Irlanda; e a Autoridade Holandesa de Segurança Alimentar e de Produtos de Consumo.

Medicamentos e histórico dos cavalos sob suspeita

A preocupação com a origem dos animais vai além da falsificação documental. A organização Foodwatch considera possível que cavalos utilizados em atividades de lazer e em corridas tenham sido incluídos no esquema. Alguns desses animais podem ter recebido medicamentos que impedem sua destinação ao consumo humano, seja de forma permanente, seja durante períodos específicos de carência após o tratamento.

Sem registros confiáveis, torna-se mais difícil identificar essas substâncias e verificar se os intervalos exigidos antes de qualquer eventual destinação alimentar foram respeitados. A investigação ainda precisa esclarecer quais animais foram envolvidos, quais produtos podem ter recebido sua carne e se houve exposição de consumidores.

Joe Collins, presidente da Federação Europeia de Associações Veterinárias Equinas, afirmou que o caso demonstra a importância de sistemas confiáveis de identificação e rastreabilidade, tanto para o bem-estar animal quanto para a segurança alimentar.

Para a Foodwatch, a falta de informações sobre o destino da carne também exige respostas das autoridades. Ingrid Kragl, porta-voz da organização, questionou em quais produtos a carne pode ter sido utilizada e por quanto tempo teria circulado no mercado. Ela alertou que a ausência de esclarecimentos amplia as dúvidas e compromete a confiança pública.

A organização também afirmou que ainda não se sabe de que forma a carne foi consumida nem se foi incorporada a alimentos processados.

A apuração, liderada pela Bélgica, continua em andamento. As autoridades dos países envolvidos analisam as provas reunidas nas buscas e trabalham para identificar outras pessoas que possam ter participado da rede.

Fonte: anda.jor.br

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Ator Matt Damon incentiva adoção e compartilha histórias de cães e gato resgatados

 


Foto: Mert Alper Dervis/Anadolu via Getty; The Dodo/Instagram

O ator Matt Damon tem cinco cães adotados e defende a adoção de animais que aguardam por uma família. Ao visitar um abrigo nos Estados Unidos, ele falou sobre a convivência com os cães e relembrou histórias de outros animais resgatados ao lado da esposa, Luciana Bozán Barroso, com quem compartilha o compromisso de acolher animais.

“Temos cinco cães adotados. Se não morássemos no Brooklyn, com certeza teríamos mais”, contou Damon. O ator também brincou sobre a disposição da esposa para acolher novos animais. “Ela é definitivamente minha esposa. A essa altura, nem precisamos conversar sobre isso. Ela simplesmente chega em casa com eles.”

A família vive com cinco cães, entre eles Osita, de 12 anos, que ganhou um apelido particular por sua personalidade. Damon a chama de “nossa cadela do apocalipse”, pois acredita que poderia contar com ela caso algo desse errado.

A história da cadela começou durante uma viagem da família à Costa Rica, em 2014. Na mesma ocasião, eles também acolheram um gato que vivia na região e passou a depender da alimentação oferecida pelo grupo.

“Ele caçava qualquer coisa que encontrasse, então estávamos hospedados em um pequeno Airbnb e começamos a alimentá-lo. Ficamos lá por um mês e, eventualmente, percebemos que ele provavelmente dependia de nós. Então o pegamos e ele teve uma vida maravilhosa”, relatou o ator.

O gato morreu há cerca de um ano e meio. Damon o descreveu como um animal corajoso e leal, lembrando com carinho a convivência que tiveram.

Adoção como compromisso

Ao compartilhar essas histórias, Damon também chama a atenção para os animais que ainda esperam por uma oportunidade de deixar os abrigos. A adoção oferece a eles a possibilidade de viver em um ambiente seguro, com cuidados e vínculos duradouros, respeitando suas necessidades individuais.

A iniciativa Clear The Shelters 2026, da qual o ator participou, contribuiu para mais de 135 mil adoções nos Estados Unidos. Realizada em agosto, a campanha reuniu mais de 1.200 abrigos em parceria com emissoras da NBC e da Telemundo, em uma mobilização nacional para aproximar animais de possíveis famílias adotivas.

Desde seu lançamento, em 2015, o programa já contribuiu para quase 1,5 milhão de adoções, segundo a NBCUniversal Local.

Histórias como as dos animais acolhidos por Damon lembram que a adoção não deve ser tratada como um gesto passageiro ou uma decisão impulsiva. Receber um animal em casa significa assumir responsabilidade por sua vida, seus cuidados e seu bem-estar ao longo dos anos.

Para os animais que continuam nos abrigos, a espera por uma família ainda faz parte da realidade cotidiana. Incentivar a adoção responsável é uma forma de ampliar as oportunidades de acolhimento e reconhecer que cães e gatos têm necessidades próprias, vínculos afetivos e direito a uma vida livre de abandono e maus-tratos.

Fonte: anda.jor.br


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Doença do carrapato: como identificar os sinais e proteger seu pet?

Foto: TNH1
 A doença do carrapato é uma preocupação para tutores, principalmente em regiões de clima quente. Nos cães, infecções como a erliquiose e a babesiose podem ser transmitidas por carrapatos e provocar problemas de saúde que exigem atenção veterinária.

Mas como identificar se o pet está doente? E o que fazer para evitar que esses parasitas se aproximem do seu melhor amigo?

Quais são os sinais da doença do carrapato...

Os sintomas podem variar de acordo com a infecção e o estágio da doença. Entre os sinais de alerta estão:

  • Falta de apetite;
  • Desânimo e fraqueza;
  • Febre;
  • Perda de peso;
  • Gengivas pálidas;
  • Sangramentos pelo nariz ou presença de sangue na urina;
  • Manchas avermelhadas na pele.

Nem todo animal apresenta todos esses sintomas. Por isso, ao perceber mudanças no comportamento ou na saúde do pet, procure um médico-veterinário. O diagnóstico pode exigir exames de sangue e outros testes específicos.

Como evitar a doença do carrapato?

A prevenção é a melhor forma de proteger os animais. O tutor deve utilizar produtos carrapaticidas adequados à espécie, à idade e ao peso do pet, sempre com orientação veterinária.

Também é importante examinar a pele e a pelagem do animal após passeios, manter o ambiente limpo e controlar os carrapatos nos locais onde ele costuma ficar. Quintais, caminhas, frestas e outros esconderijos podem abrigar esses parasitas.

Atenção: nunca utilize produtos destinados a cães em gatos sem confirmação de segurança veterinária. Algumas substâncias, como a permetrina em determinadas formulações, podem ser tóxicas para os felinos.

O calor aumenta a presença de carrapatos?

As temperaturas elevadas e a umidade podem favorecer a atividade e a reprodução de algumas espécies de carrapatos. Por isso, em períodos mais quentes, o risco de infestação pode aumentar, dependendo das condições ambientais.

No entanto, os carrapatos não aparecem apenas no verão. Eles podem estar presentes durante todo o ano, e a prevenção precisa ser contínua.

Basta um carrapato infectado para o pet adoecer?

Um único carrapato infectado pode ser suficiente para transmitir determinados agentes causadores de doenças. Isso não significa que todo contato resultará em infecção, pois o risco depende de fatores como a espécie do carrapato, o agente envolvido e as condições de transmissão.

Por isso, encontrar um carrapato no animal já é motivo para redobrar a atenção. Se houver infestação, procure orientação veterinária para fazer o controle correto dos parasitas e avaliar a necessidade de exames.

Orientação veterinária

A médica veterinária Dilane Costa reforça a importância dos cuidados preventivos para manter os animais protegidos:

“Os tutores devem manter a prevenção contra carrapatos em dia, utilizar produtos adequados para cada animal e observar qualquer mudança de comportamento ou sinal clínico. Ao perceber algo diferente, é importante procurar atendimento veterinário, pois o diagnóstico precoce pode fazer a diferença no tratamento.”

Foto: TNH1
Fonte:  Deisy Nascimento ( blog meu bichinho do TNH1 )


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