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sábado, 15 de agosto de 2026

Ação educativa reforça prevenção ao abandono de animais entre estudantes de Palmas, TO

 


 Foto: Regiane Rocha

A Secretaria Municipal de Proteção e Bem-Estar Animal (Sebem) realizou, na terça-feira, 11, mais uma ação do Projeto Escola Amiga dos Animais, na Escola Municipal Monteiro Lobato, localizada na Arse 102 (1006 Sul). A programação contou com oficinas temáticas em alusão ao Dia Internacional do Animal Abandonado, celebrado no terceiro sábado de agosto.

Durante a atividade, os estudantes receberam orientações sobre abandono, guarda responsável e os cuidados necessários para garantir a proteção e o bem-estar dos animais. De forma educativa, a equipe também destacou a importância da participação das crianças na construção de uma cidade mais consciente e respeitosa.

A diretora de Educação Popular da Sebem, Keyla Farias, ressaltou o papel das escolas na formação de novos valores. “Quando levamos a educação para o bem-estar animal às escolas, ajudamos as crianças a compreender que os animais precisam de cuidado, respeito e proteção. Elas também compartilham esse aprendizado com suas famílias, ampliando o alcance da conscientização” , afirmou.

A ação marcou ainda a estreia dos três mascotes da Sebem: um cachorro, um gato e uma capivara. Os personagens foram apresentados aos estudantes e passarão a integrar as atividades educativas da Sebem, tornando o diálogo sobre proteção animal mais próximo, lúdico e acessível ao público infantil.

Por meio do Projeto Escola Amiga dos Animais, a Sebem promove oficinas e ações de conscientização nas unidades de ensino de Palmas, abordando temas como prevenção ao abandono, combate aos maus-tratos e responsabilidade coletiva no cuidado com os animais.

Por Ennya Sophia Crispim (sob supervisão de Fernanda Leme) e Juliana Matos

Fonte: Prefeitura de Palmas

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    CONSULTÓRIO VETERINÁRIO  DR MACELO LINS  EM MACEIÓ ( 82 99981 5415 ) & PET SHOOP KÃES & KÃES 


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    VEREADORA POR MACEIÓ TECA NELMA DEFENSORA DA CAUSA ANIMAL & VEGETARIANA ( foto: assessoria )


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Fogos de artifício fazem cachorrinha entrar em pânico e ficar presa em portão na Bahia


 Foto: Instagram/@randaradara

O barulho provocado por fogos de artifício levou Mel, uma cadelinha sem raça definida (SRD), a tentar atravessar o portão de casa em Teixeira de Freitas, na Bahia. Assustada, ela acabou presa entre as grades e não conseguiu se libertar. O caso exigiu a intervenção do Corpo de Bombeiros.

O chamado foi atendido pelo bombeiro militar Felipe Barbosa e sua equipe. Ao chegar ao endereço, os militares encontraram Mel presa pelo corpo nas grades do portão. A tutora da cachorrinha, Dona Santa, uma idosa muito apegada à companheira, estava desesperada diante da situação.

A família havia percebido que Mel tentara escapar depois de se assustar com os fogos. Na tentativa de encontrar um caminho para fugir do barulho, ela se colocou em uma situação de risco e acabou impossibilitada de sair sozinha.

O problema foi agravado pelo porte da cachorrinha, que estava acima do peso e tinha pouca mobilidade para retornar pelo espaço em que havia entrado. Sem conseguir ajudá-la com segurança, a neta da tutora, Randara Dara, e outros familiares acionaram os bombeiros.

A equipe avaliou a estrutura do portão e utilizou um equipamento expansor para afastar as grades. O procedimento permitiu retirar Mel sem provocar ferimentos. Depois de alguns minutos de tensão, a cadelinha foi libertada e voltou para os braços da família.

O alívio de Dona Santa veio acompanhado de emoção. Para Randara, a atuação dos militares foi marcada não apenas pela eficiência, mas também pelo cuidado demonstrado durante o atendimento. Segundo ela, os bombeiros foram “tão gentis e humanos” que a família agradeceu com palmas, carinho e um cafezinho.

Felipe também destacou o vínculo entre Dona Santa e Mel ao deixar uma mensagem à família. “O carinho de vocês pela Mel é lindo, em especial o da sua avó. Precisando, estamos por aqui.”

O resgate terminou bem, mas a origem do acidente não pode ser tratada como um detalhe. Para Mel, o barulho dos fogos não foi entretenimento. Foi uma ameaça da qual ela tentou fugir.

Fogos de artifício com estampido submetem animais a estímulos sonoros muito mais intensos do que aqueles a que estão habituados. Cães podem entrar em estado de pânico, tentar fugir, atravessar portões, saltar muros, correr para ruas movimentadas e sofrer acidentes. Outros animais também podem apresentar reações de estresse e desorientação diante das explosões.

O caso vivido por Mel ilustra uma das consequências mais concretas dessa prática. Uma cachorrinha que estava dentro de casa, em um ambiente conhecido e sob os cuidados da família, terminou preso nas grades porque tentou escapar de um ruído produzido para divertir seres humanos.

A situação também recaiu sobre Dona Santa, que precisou assistir à aflição de sua companheira e recorrer ao serviço de emergência para conseguir retirá-la do portão.

Não há entretenimento inocente quando ele depende de provocar medo em outros seres. A explosão que para algumas pessoas dura poucos segundos pode representar, para um animal, uma experiência de pânico capaz de desencadear fuga, acidentes, desaparecimentos e até morte.

Mel teve a sorte de ser encontrada rapidamente e contar com uma família disposta a pedir ajuda. Também teve a sorte de encontrar bombeiros preparados para reconhecer que aquela vida merecia o mesmo cuidado dedicado a qualquer outra ocorrência.

Fonte: anda.jor.br

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Cerca de 1,5 mil visons são libertados de criadouro para extração de peles nos Estados Unidos


 Foto: Animal Liberation

Cerca de 1,5 mil visons foram libertados de uma fazenda de criação de animais para produção de peles em Turner, no estado norte-americano do Oregon, durante a madrugada desta semana. A cerca que delimitava a propriedade foi cortada, permitindo que os animais deixassem as instalações da Cascade Mink Farm, segundo informações divulgadas pela imprensa local.

A propriedade, localizada na Hunsaker Road SE, pertence a John, Donna e Randy Lucas. Os visons seriam mortos entre novembro e dezembro, seguindo o ciclo de exploração adotado pela indústria de peles.

A libertação ocorreu em um momento em que a criação de visons para a fabricação de peles enfrenta declínio nos Estados Unidos. O número de fazendas do setor caiu de mais de 300 na década de 1990 para menos de 50 atualmente.

A indústria, no entanto, continua defendendo a manutenção dos animais em cativeiro sob o argumento de que aqueles criados em fazendas não conseguiriam sobreviver fora delas. Após a libertação, Challis Hobbs, representante do setor, repetiu essa narrativa e afirmou que os visons poderiam morrer de fome, sede ou atropelados e que parte deles retornaria espontaneamente à propriedade.

A alegação de que visons criados para a indústria perderiam sua capacidade de sobrevivência na natureza, porém, é contestada por estudos científicos. Esses animais permanecem geneticamente próximos dos visons selvagens e podem sobreviver por períodos prolongados após serem libertados. A espécie também é nativa da região onde ocorreu a soltura.

Isso não significa que a libertação de animais criados em fazendas esteja livre de impactos ambientais ou que todos consigam sobreviver. A adaptação pode ser difícil e a presença de animais em ambientes alterados pelo confinamento exige acompanhamento e avaliação. O ponto central é outro. Os visons não foram colocados em gaiolas porque precisavam delas. Foram confinados para que seus corpos pudessem ser transformados em mercadoria.

Na indústria de peles, os visons passam a maior parte da vida em espaços extremamente reduzidos. Animais que, em condições naturais, percorrem quilômetros em busca de alimento e abrigo são mantidos em gaiolas com cerca de 25 centímetros de largura.

Os filhotes nascem geralmente entre fevereiro e março. Poucos meses depois, no fim do outono, são mortos para que suas peles sejam retiradas e comercializadas. Entre os métodos empregados pela indústria estão o uso de gás, golpes e eletrocussão. Há registros de animais que chegam a ser esfolados antes de morrer completamente.

Para os visons libertados em Turner, a fuga representa uma ruptura com um destino previamente determinado. Se permanecessem dentro da fazenda, a morte não seria uma possibilidade entre outras, mas o desfecho planejado de sua existência.

A redução expressiva do número de fazendas de peles nos Estados Unidos acompanha uma mudança mais ampla na relação da sociedade com esse tipo de exploração. A manutenção de animais sencientes em confinamento extremo para transformar suas peles em produtos de luxo vem sendo cada vez mais questionada, enquanto marcas e países adotam restrições à comercialização e à criação de animais exclusivamente para esse fim.

Os visons agora enfrentam os riscos de uma vida que lhes foi negada desde o nascimento. Não há como saber quantos conseguirão sobreviver, nem ignorar os desafios decorrentes de uma libertação sem planejamento público de reabilitação. Mas existe uma diferença fundamental entre morrer dentro de uma gaiola para alimentar uma indústria e ter a oportunidade de buscar abrigo, alimento e liberdade.

Fonte: anda.jor.br

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sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Justiça determina devolução de cão da atriz Letícia Sabatella, colocado para adoção sem sua autorização

 


Foto: Reprodução/Instagram

A Justiça do Rio de Janeiro determinou a busca e apreensão de Bertholdo, cão que, segundo decisão judicial, foi encaminhado para adoção por uma clínica veterinária sem autorização de sua tutora, a atriz Letícia Sabatella. A sentença reconheceu o direito da atriz de recuperar o animal e estabeleceu prazo de dez dias para que ele seja devolvido voluntariamente. Caso isso não ocorra, o oficial de Justiça poderá requisitar apoio policial para cumprir a determinação.

Bertholdo foi resgatado por Sabatella em 2021, quando ainda era filhote, após ser encontrado em uma ninhada de animais abandonados. De acordo com o processo, no início de 2025 a atriz precisou deixar temporariamente o cão e seu irmão, Bebê, em uma clínica veterinária para cuidar de sua mãe.

A permanência dos dois animais na clínica, segundo Sabatella, tinha caráter provisório. Sem que ela fosse informada, porém, os cães foram encaminhados para adoção por meio da ONG Cãorrijo. Bertholdo foi adotado pela empresária Juliana Bittencourt, enquanto Bebê passou a viver com outra pessoa.

Quando descobriu que os animais haviam sido destinados a novas famílias, Sabatella procurou os adotantes para tentar reavê-los. Bebê acabou sendo devolvido após um acordo. Bertholdo, contudo, permaneceu com a empresária, que defendeu no processo ter recebido o cão de boa-fé.

Bittencourt afirmou que seguiu os procedimentos de adoção disponibilizados pela ONG e que não tinha conhecimento de qualquer impedimento relacionado ao animal. Segundo ela, Bertholdo se adaptou rapidamente à casa e estabeleceu vínculo com sua família, incluindo sua filha.

A empresária também alegou que o cão chegou à sua residência em condições que considerou incompatíveis com cuidados adequados e afirmou que ele teria sido vítima de maus-tratos. A ONG, por sua vez, declarou à Folha, em março de 2025, que os animais estavam abandonados desde 2022 e que Sabatella não os visitava nem mantinha contato com eles.

A atriz contestou as acusações e afirmou à Justiça que não houve abandono. Para ela, a permanência dos cães na clínica fazia parte de um tratamento temporário e não representava negligência. Sabatella apresentou declarações de vizinhos e funcionários de seu sítio, além de um documento assinado por médico veterinário, para sustentar que mantinha os cuidados necessários com os animais.

Na decisão, a juíza Lorena Dutra concluiu que não foram apresentadas provas suficientes para confirmar as alegações de abandono ou maus-tratos. Embora tenha considerado que a empresária recebeu Bertholdo de boa-fé, a magistrada entendeu que a adoção não autorizada não retirou da atriz o direito de recuperar o cão.

A sentença também reconheceu uma dimensão importante do conflito. Tanto Sabatella quanto Bittencourt foram consideradas vítimas do procedimento que levou Bertholdo a uma nova família sem que a situação de sua guarda fosse devidamente esclarecida.

Para além da disputa entre adultos, Bertholdo tornou-se o centro de uma ruptura que pode afetar profundamente sua rotina, seus vínculos e sua sensação de segurança. A adoção responsável exige que a proteção do animal seja o ponto de partida e que informações sobre sua história sejam verificadas antes de qualquer mudança definitiva de tutela.

A família de Bittencourt pretende recorrer da decisão. O advogado Bruno Viana afirmou à Folha que seus clientes adotaram Bertholdo de absoluta boa-fé e que não foram informados sobre qualquer pessoa que reivindicasse o animal ou sobre eventual impedimento à adoção.

Segundo o defensor, o cão está integrado à família, recebe os cuidados necessários e criou forte vínculo afetivo com os moradores da casa. Uma criança convive diariamente com Bertholdo há cerca de um ano e meio.

A família afirmou respeitar a decisão judicial, embora esteja abalada com a possibilidade de separação. O caso ainda deverá passar por novas etapas na Justiça, que terá de conciliar os direitos alegados pelas partes sem deixar de proteger Bertholdo, que é diretamente afetado pela disputa.

Fonte: anda.jor.br

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