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domingo, 23 de agosto de 2026

Cachorros são encontrados em meio a ratos e dejetos em canil municipal lotado e sem ventilação no ES

 


Foto: Divulgação / MPES

Mais de 30 cachorros foram encontrados em condições insalubres em um canil municipal em Domingos Martins, na Região Serrana do Espírito Santo. O local projetado para receber 13 cães estava superlotado, cheio de dejetos e infestado de ratos.

O caso foi divulgado pelo Ministério Público estadual nesta quarta-feira (19), após a Justiça determinar que a prefeitura adote medidas urgentes para cuidar e acolher os animais adequadamente.

Uma vistoria feita no local mostrou que faltavam profissionais e espaços para quarentena e isolamento de animais doentes. O canil também era pouco ventilado e mal iluminado.

Por conta do confinamento prolongado, já foram registrados alguns episódios de fugas, brigas, ferimentos e mortes.

Todos os cachorros deverão passar por avaliação veterinária e tratamento, caso seja necessário, com prioridade para os doentes ou feridos.

A decisão determina ainda melhorias na higiene, segurança e controle de pragas, além da correção de estruturas que possam causar fugas, acidentes ou agressões.

A Prefeitura de Domingos Martins terá dez dias para apresentar um plano para adequar a unidade e reduzir a superlotação.

Em caso de descumprimento, haverá multa diária de R$ 2 mil, limitada a R$ 100 mil. O MPES acompanhará o cumprimento da decisão.

O g1 procurou a Prefeitura de Domingos Martins, que informou que está adotando as providências necessárias para atender às determinações e aos prazos estabelecidos pelo Ministério Público Estadual e pelo Poder Judiciário em relação ao canil.

Disse também que a própria equipe de Bem-Estar Animal da Secretaria Municipal de Meio Ambiente já havia diagnosticado tecnicamente o limite da capacidade operacional do espaço e sinalizado a necessidade de medidas de contingência e readequação.


 Foto: Divulgação/MPES

A administração reforçou que atua em algumas frentes:

Monitoramento veterinário contínuo: os animais atualmente abrigados na unidade são devidamente cadastrados e frequentemente monitorados pela médica-veterinária vinculada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente;

Esclarecimento sobre recolhimento e abandono: É imperativo destacar que o Canil Municipal não realiza o recolhimento ativo e nem o recebimento voluntário de animais. A grave superlotação constatada (com o registro de 53 cães e 12 gatos) é consequência direta da prática de abandono no município.

Intervenções emergenciais: A Secretaria Municipal de Obras e Serviços Urbanos foi acionada em caráter de urgência para executar as intervenções físicas e sanitárias imediatas na estrutura atual.

Desocupação responsável: A Secretaria Municipal de Meio Ambiente intensificou o contato com abrigos e outros canis privados em busca de alternativas viáveis e seguras para a transferência de parte dos animais, visando à redução progressiva da lotação da unidade.

Construção do novo canil: Como solução estruturante e definitiva, o processo administrativo para a construção de um novo e moderno Canil Municipal está em andamento.

Por Carol Leal

Fonte: G1

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Foto: arquivo pessoal

    CONSULTÓRIO VETERINÁRIO  DR MACELO LINS  EM MACEIÓ ( 82 99981 5415 ) & PET SHOOP KÃES & KÃES 

    Foto: arquivo pessoal ( Gabriela Galdino )

    MUNDO ANIMAL ANO  XXVI na  Mares do Sul FM 87,9 de Marechal Deodoro Alagoas aos sábados das 08:00h às 09:00h. E todos os dias às 10:00h. e às 16:00h., um boletim do Mundo Pet no www.gentedagente.maceio.br  

    Foto: assessoria

     TECA NELMA CANDIDATA A DEP. ESTADUAL 13444  : DEFENSORA DA CAUSA ANIMAL & VEGETARIANA 

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    Clinica veterinária Clinshop Maceió ANO VI (82) 99675 8715 ( castração de   felinos de 17 a 31 de agosto  & internamento 24 horas )  

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    OLIVIA TENÓRIO CANDIDATA A DEP. FEDERAL 1133 

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Leopardo recupera movimentos após ficar paralisado em atropelamento, mas não poderá voltar à natureza


 Foto: ExpressFoto: Express

Um leopardo que perdeu quase completamente os movimentos das patas traseiras após ser atropelado por um veículo recuperou a capacidade de ficar em pé e caminhar depois de mais de dois meses de tratamento veterinário e reabilitação. O animal sofreu uma grave lesão na coluna e ferimentos na mandíbula, mas voltou a apresentar postura e marcha naturais. Apesar da recuperação física, os veterinários consideraram que ele não reúne condições para enfrentar os desafios da vida livre e decidiram mantê-lo sob cuidados humanos.

O acidente aconteceu no fim da tarde de 19 de janeiro de 2026, na rodovia Kheracha-Khodambha, no estado de Gujarat, na Índia. Encontrado gravemente ferido, o leopardo foi resgatado pelo Departamento Florestal e levado para uma unidade da pasta, onde recebeu os primeiros atendimentos.

“Ele estava completamente paralisado em ambos os membros posteriores, não conseguia ficar em pé e era obrigado a arrastar a parte traseira usando os membros anteriores”, relatou BP Pati, diretor da Fundação GEER.

No dia seguinte ao acidente, a Divisão Florestal de Aravalli acionou a Fundação GEER. O felino foi encaminhado ao Centro de Referência e Complexo Clínico Veterinário de Ensino, em Rajpur, Himatnagar, administrado pela Universidade Kamdhenu.

Exames realizados após a anestesia do animal revelaram uma fratura-subluxação traumática na região lombossacral, entre as vértebras L7 e S1. A área lesionada concentra estruturas nervosas relacionadas aos movimentos dos membros posteriores, da cauda e a funções pélvicas. O quadro explicava a perda quase total dos movimentos da parte traseira do corpo.

A coluna, contudo, não era o único problema. O leopardo também apresentava uma lesão grave na mandíbula inferior, paralisia do lábio, danos extensos nos tecidos moles e uma infecção que atingia a boca e a gengiva. Nos primeiros dias, ele tinha dificuldade para comer e beber.

Tratamento com mínimo contato humano

O animal foi transferido para o Parque Natural de Indroda, em Gandhinagar, onde permaneceu internado no hospital veterinário da Fundação GEER. Para proteger a região lesionada e evitar novos danos, os profissionais construíram uma gaiola de tratamento especialmente adaptada, que restringia os movimentos do felino.

A equipe também reduziu ao mínimo o contato direto com o animal. O monitoramento era feito remotamente, uma medida adotada para diminuir o estresse e evitar intervenções desnecessárias.

A resposta ao tratamento começou a aparecer poucos dias depois. No terceiro dia, o leopardo voltou a comer e beber por conta própria. Dois dias mais tarde, recuperou a capacidade de urinar e defecar normalmente.

A evolução motora foi mais lenta. Por volta do 20º dia, o animal começou a erguer o corpo com o auxílio das patas dianteiras. No 40º dia, já conseguia permanecer sobre as quatro patas, embora ainda tivesse dificuldade para sustentar o próprio peso nos membros posteriores.

Cerca de dez dias depois, sua postura estava mais próxima do padrão natural. Após quase dois meses, ele começou a caminhar dentro do recinto de tratamento. Segundo Amit Naik, diretor adjunto da Fundação GEER, aproximadamente dois meses e 15 dias depois do atropelamento, o leopardo havia recuperado a postura corporal e a marcha.

Recuperação não significa retorno à liberdade

A recuperação dos movimentos não foi suficiente para permitir a soltura. Para um leopardo, a vida na natureza exige plena capacidade física. A caça depende de velocidade, equilíbrio, força e agilidade. Deslocar-se por terrenos irregulares, disputar território e escapar de ameaças também exige respostas rápidas do corpo.

Uma limitação que pode parecer pequena em um animal sob cuidados humanos pode representar uma diferença entre viver e morrer em ambiente selvagem. Por isso, o leopardo permanecerá no Parque Natural de Indroda, em uma área de características naturalísticas, com acompanhamento especializado.

O caso também expõe um dos riscos impostos aos animais silvestres pela expansão das rodovias e pelo trânsito de veículos em áreas de ocorrência da fauna. O atropelamento interrompeu a vida livre do leopardo e provocou lesões que exigiram tratamento prolongado para que ele recuperasse funções básicas.

A Fundação GEER informou que sua equipe veterinária realizou mais de dez operações de resgate, atendimento emergencial e reabilitação de animais silvestres em Gujarat em 2026. Entre os casos estão três leopardos adultos em condições graves e dois filhotes que precisaram de cuidados especializados.

A instituição também está construindo um hospital veterinário para animais silvestres no Parque Natural de Indroda. O projeto prevê equipamentos para diagnóstico por imagem, cirurgia, terapia intensiva, análises laboratoriais, cuidados neonatais e reabilitação.

Fonte: anda.jor.br

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Tratamento pioneiro contra o câncer salva cobra píton com tumor na mandíbula


 Foto: Universidade de Liverpool/ reprodução

Uma píton de 4,5 metros e 50 quilos se recuperou de um câncer após ser submetida, pela primeira vez em uma cobra, a um tratamento de eletroquimioterapia. Jodie Foster, de 23 anos, recebeu a terapia depois que um tumor começou a invadir o osso de sua mandíbula. A recuperação foi anunciada pela Universidade de Liverpool, na Inglaterra.

Jodie vive aprisionada no zoológico de Chester e começou a apresentar alterações no comportamento antes do diagnóstico. Ela passou a se alimentar menos e a permanecer mais recolhida, sinais que levaram os cuidadores a investigar seu estado de saúde. Exames identificaram um fibrossarcoma, tipo de câncer que se desenvolve a partir de células do tecido fibroso.

Uma primeira cirurgia foi realizada para retirar a massa, mas o tumor voltou a crescer. Diante da recorrência da doença, veterinários recorreram à eletroquimioterapia, procedimento empregado principalmente na medicina humana e também utilizado no tratamento de câncer em cães e gatos.

A técnica combina a retirada cirúrgica da massa com a aplicação de pulsos elétricos na região afetada. A corrente altera temporariamente a membrana das células e facilita a entrada de medicamentos capazes de destruir células cancerígenas que possam ter permanecido no local.

O tamanho de Jodie exigiu adaptações para a cirurgia. Segundo Ian Ashpole, veterinário do zoológico de Chester, duas mesas cirúrgicas precisaram ser unidas para formar uma superfície equivalente ao tamanho de uma cama de casal. Cobertores aquecidos e ar quente foram utilizados para manter a temperatura corporal da píton estável durante o procedimento.

A cirurgia durou cerca de 90 minutos. De acordo com o veterinário, Jodie apresentou uma recuperação rápida após a intervenção e, posteriormente, não foram identificados sinais do câncer.

O tratamento é uma nova possibilidade terapêutica para répteis com tumores malignos, grupo que ainda dispõe de menos opções oncológicas do que cães, gatos e humanos. A experiência também mostra como o conhecimento desenvolvido na medicina pode ser adaptado às particularidades fisiológicas de outros animais, ampliando os recursos disponíveis para proteger suas vidas diante de doenças graves.

Uma píton de 4,5 metros e 50 quilos se recuperou de um câncer após ser submetida, pela primeira vez em uma cobra, a um tratamento de eletroquimioterapia. Jodie Foster, de 23 anos, recebeu a terapia depois que um tumor começou a invadir o osso de sua mandíbula. A recuperação foi anunciada pela Universidade de Liverpool, na Inglaterra.

Jodie vive aprisionada no zoológico de Chester e começou a apresentar alterações no comportamento antes do diagnóstico. Ela passou a se alimentar menos e a permanecer mais recolhida, sinais que levaram os cuidadores a investigar seu estado de saúde. Exames identificaram um fibrossarcoma, tipo de câncer que se desenvolve a partir de células do tecido fibroso.

Uma primeira cirurgia foi realizada para retirar a massa, mas o tumor voltou a crescer. Diante da recorrência da doença, veterinários recorreram à eletroquimioterapia, procedimento empregado principalmente na medicina humana e também utilizado no tratamento de câncer em cães e gatos.

A técnica combina a retirada cirúrgica da massa com a aplicação de pulsos elétricos na região afetada. A corrente altera temporariamente a membrana das células e facilita a entrada de medicamentos capazes de destruir células cancerígenas que possam ter permanecido no local.

O tamanho de Jodie exigiu adaptações para a cirurgia. Segundo Ian Ashpole, veterinário do zoológico de Chester, duas mesas cirúrgicas precisaram ser unidas para formar uma superfície equivalente ao tamanho de uma cama de casal. Cobertores aquecidos e ar quente foram utilizados para manter a temperatura corporal da píton estável durante o procedimento.

A cirurgia durou cerca de 90 minutos. De acordo com o veterinário, Jodie apresentou uma recuperação rápida após a intervenção e, posteriormente, não foram identificados sinais do câncer.

O tratamento é uma nova possibilidade terapêutica para répteis com tumores malignos, grupo que ainda dispõe de menos opções oncológicas do que cães, gatos e humanos. A experiência também mostra como o conhecimento desenvolvido na medicina pode ser adaptado às particularidades fisiológicas de outros animais, ampliando os recursos disponíveis para proteger suas vidas diante de doenças graves.

Fonte: anda.jor.br

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sábado, 22 de agosto de 2026

Gleisi Hoffmann propõe o fim da exportação de animais vivos e recebe apoio da causa animal

Foto: agência Brasil
 Um projeto de lei apresentado pela deputada federal Gleisi Hoffmann pretende proibir a exportação de animais vivos para engorda ou abate em outros países. A proposta reacendeu o debate no Congresso e recebeu apoio de diversas entidades de proteção animal, enquanto a Frente Parlamentar Agropecuária classificou a iniciativa como "irresponsável". Segundo Fabio Chaves, o Brasil envia principalmente bovinos em viagens marítimas que podem durar até 30 dias, em condições que ele considera insalubres. "Muitos nem chegam vivos ao local", afirmou.


Além da questão ética, Fabio destacou impactos econômicos e ambientais da exportação de animais vivos. "Muito do valor agregado da carne brasileira [...] vai embora quando você exporta o animal vivo para ser abatido lá", explicou. Ele também chamou atenção para os impactos dos navios utilizados no transporte, que podem causar grandes danos ambientais em acidentes e despejar toneladas de dejetos no mar durante as viagens. Para Fabio, discutir também os aspectos econômicos e ambientais pode ampliar o apoio à proposta para além daqueles que já defendem os animais. "Para a gente que é vegano, apenas a parte ética deveria bastar", afirmou, mas ressaltou que outros argumentos podem convencer setores que não têm a mesma preocupação com os animais. O projeto conta com o apoio de duas frentes parlamentares e diversas organizações animalistas, e Fabio afirma que continuará acompanhando a tramitação até que a exportação de animais vivos seja proibida em todo o país.
Fonte: vista-se.com.br

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