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segunda-feira, 2 de março de 2026

Caso Orelha: objeto encontrado pode dar um novo rumo à investigação


 Foto: Divulgação

O Domingo Espetacular teve acesso a um objeto que pode ter sido usado para agredir e matar o cão Orelha. Uma professora mantém em casa uma haste de guarda-sol que ela acredita ser a do ataque.

A professora procurou um grupo de ativistas liderados por uma advogada que tem investigado as causas da morte do cachorro e também a própria investigação policial. Ela questiona o laudo da exumação.

No primeiro laudo pericial, o relatório de atendimento clínico veterinário diz que o cachorro apresentava lesão grave na região da cabeça e possíveis fraturas na mandíbula e maxilar. Orelha foi exumado por determinação do Ministério Público de Santa Catarina.

O laudo diz que não foram constatadas fratura ou lesão que pudessem ter sido causadas por ação humana, nem mesmo no crânio. Os peritos afirmam que a ausência de fraturas no esqueleto do animal não deve ser interpretada como ausência de trauma cranioencefálico ou mesmo em outras partes do corpo. A literatura especializada afirma que a maioria dos traumas cranianos não apresenta fraturas, porém ainda são capazes de levar os animais a morte.

Fonte: R7

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Marx Beltrão será um dos primeiros parlamentares a assinar manifesto nacional das principais ONGs de defesa da causa animal

Foto: assessoria
 As principais organizações da sociedade civil em defesa da causa animal — mais de 20 ONGs de atuação nacional — lançaram um manifesto público cobrando compromisso formal de candidatos e lideranças políticas com a proteção e o bem-estar dos animais no Brasil. A carta foi divulgada nesta segunda-feira (2) pela jornalista Mônica Bergamo, no jornal Folha de S.Paulo, e já mobiliza o cenário político nacional, trazendo a pauta animal para o centro do debate público em todo o país.

Diante da iniciativa, o deputado federal Marx Beltrão (PP) afirmou que será um dos primeiros parlamentares do país a assinar o manifesto, reforçando seu protagonismo na defesa da causa animal no Congresso Nacional. “Não apenas assinarei. Serei um dos primeiros a assinar. A proteção animal é um compromisso permanente do meu mandato e da minha trajetória pública”, declarou Marx nesta segunda-feira (2).

Reconhecido como o parlamentar alagoano que mais atua em defesa dos animais no Congresso, Marx presidiu a Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, colegiado suprapartidário que reuniu mais de 200 parlamentares entre deputados federais e senadores. À frente do grupo, liderou articulações, consolidou apoio político e fortaleceu a agenda legislativa voltada à proteção e ao bem-estar animal em nível nacional, ampliando o alcance da pauta em Brasília.

Marx é autor de diversos projetos de lei que comprovam sua atuação concreta na área. Entre eles estão o PL 6.177/2023, que proíbe a fabricação, comercialização e uso de coleiras que causem dor ou choque em animais domésticos; o PL 1.993/2021, que institui o método CED como política pública para controle ético de cães e gatos; o PL 2.359/2021, que cria o Registro Geral de Animais Domésticos; e o PL 4.259/2025, que amplia penas para maus-tratos contra equídeos.

Além disso, teve papel relevante na articulação da Lei nº 14.064/2020, conhecida como Lei Sansão, que aumentou as penas para maus-tratos contra cães e gatos em todo o país.

Sua atuação também ganhou repercussão no caso do cão “Orelha”, quando cobrou rigor na investigação e punição dos responsáveis, reforçando a necessidade de fiscalização permanente e aplicação efetiva da legislação já existente.

“Quem maltrata animal precisa responder com o peso da lei. E o poder público precisa sair do discurso e garantir política pública, orçamento e fiscalização. Não é pauta de ocasião. É compromisso de mandato”, reforçou o deputado. Ao confirmar que estará entre os primeiros signatários do manifesto das ONGs, Marx Beltrão reafirma sua posição de liderança na defesa da causa animal por Alagoas no Congresso Nacional.

Fonte: cadaminuto.com.br

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Cachorro é resgatado após ficar 'preso' em casa alagada durante enchente em Peruíbe (SP)


 Foto: Polícia Militar Ambiental

Um cachorro foi resgatado após ficar ilhado por conta das fortes chuvas que deixaram a cidade de Peruíbe, no litoral de São Paulo, debaixo d’água. As imagens, obtidas pelo g1 nesta quinta-feira (26/02), mostram uma equipe da Polícia Militar Ambiental retirando o animal pela varanda de uma casa.

A cidade foi atingida por um forte temporal entre sábado (21/02) e segunda-feira (23/02), quando choveu 46% acima do esperado para o mês. Quase 500 pessoas foram afetadas, e mais de 70 animais — entre cães, gatos, cavalos, coelhos e aves — já foram resgatados.

Apelidado de ⁠Ruck, o cachorro de aproximadamente dez anos foi encontrado no segundo andar de uma casa na terça-feira (24/02). No vídeo, é possível ver que a água estava em um nível elevado no primeiro piso do imóvel.

Um agente do 3º Pelotão da PM Ambiental entrou na residência, amarrou o animal a uma corda e o desceu pela parte externa da varanda. Um homem, que não foi identificado pela corporação, ficou embaixo para pegar o cachorro.

O vídeo foi publicado nas redes sociais da polícia na quarta-feira (25/02).

O tutor do cachorro não foi localizado pelo g1 até a última atualização desta reportagem.

Situação de emergência

O prefeito Felipe Antônio Colaço Bernardo (PSD) assinou, na segunda-feira (23/02), o decreto nº 6.773/2026, que reconhece os impactos das chuvas e decreta situação de emergência por 180 dias.

A medida autoriza a mobilização dos órgãos municipais, a convocação de voluntários e ações de resposta, incluindo assistência à população e reconstrução das áreas atingidas.

Fonte: G1

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Uma das políticas mais cruéis de Trump até agora passou quase despercebida


 Em uma câmara fria, trabalhadores de um aviário cortam carcaças de frango. Leonard Ortiz/Digital First Media/Orange County Register via Getty Images

Na semana passada, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) propôs uma política surpreendentemente cruel, mesmo para esta administração: acelerar o abate de frangos, perus e porcos nos matadouros estadunidenses. O plano deixará um dos trabalhos mais perigosos do país — o de operário de matadouro — ainda mais arriscado, argumentam defensores dos direitos trabalhistas.

As novas regras permitiriam que os matadouros que participam de determinados sistemas de inspeção — responsáveis pela maior parte do processamento de aves e suínos nos EUA — aumentassem ainda mais a velocidade das linhas de abate. Os matadouros de frango poderiam elevar a velocidade de 140 para 175 aves por minuto, um aumento de 25%. Os de peru passariam de 55 para 60 aves por minuto. Já os de suínos, que hoje têm um limite máximo de 1.106 animais por hora, deixariam de ter qualquer restrição de velocidade.

O USDA também propôs eliminar a exigência de que esses matadouros publiquem relatórios anuais sobre a segurança dos trabalhadores.

Se aprovadas, as regras se aplicarão a 94% dos frangos abatidos, 79% dos perus e 64% dos porcos.

As quase 500 mil pessoas que trabalham em matadouros nos EUA — um terço delas imigrantes — usam facas afiadas para cortar rapidamente carcaças de animais durante longos turnos. Isso já as torna suscetíveis a altas taxas de cortes, lacerações, amputações e síndrome do túnel do carpo. O trabalho também pode ter um impacto significativo na saúde mental, já que muitas sofrem de ansiedade, depressão e uma forma de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) que frequentemente não tinham antes de começar a trabalhar.

É praticamente certo que as regras propostas elevarão os índices de acidentes e lesões entre esses trabalhadores, que já figuram entre os mais altos do país, segundo o Departamento de Estatísticas do Trabalho — números que, de acordo com diversas fontes do governo federal, provavelmente estão bastante subestimados.

Grupos de defesa dos animais temem que as regras propostas também possam aumentar o número de abates malsucedidos, já que linhas mais rápidas podem dificultar o atordoamento adequado dos animais, levando a maior sofrimento.

Por outro lado, as associações comerciais que representam os matadouros aplaudiram as regras propostas pelo USDA.

“Obrigado, Secretário Rollins e Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar, por tomarem medidas para liberar o potencial de processar carne suína de forma mais eficiente”, declarou Duane Stateler, presidente do Conselho Nacional de Produtores de Carne Suína.

Além das questões relacionadas ao bem-estar animal e dos trabalhadores, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) sob Trump também revogou uma norma da era Biden que visava reduzir a salmonela em aves e diminuiu o número de inspetores nos matadouros.

Magaly Licolli, cofundadora e diretora do grupo de defesa dos trabalhadores da indústria avícola Venceremos, afirmou que o aumento da velocidade das linhas de produção pode comprometer ainda mais a segurança alimentar: “Muitos trabalhadores explicam que simplesmente não conseguem verificar se há contaminação, defeitos ou carne processada incorretamente quando os itens passam por eles em alta velocidade.”

O governo Trump prometeu repetidamente melhorar o sistema alimentar em benefício do povo americano, mas sua proposta mais recente é apenas mais uma de uma série de ações que demonstram sua lealdade às grandes empresas que controlam grande parte desse sistema.

O projeto bipartidário para acelerar as linhas de abate

A responsabilidade, no entanto, não recai apenas sobre a administração Trump; o esforço para acelerar os matadouros é um projeto bipartidário que vem sendo desenvolvido há décadas.

O movimento começou em 1997, quando, sob o governo Bill Clinton, o USDA permitiu que um pequeno número de matadouros de aves e suínos operasse em maior velocidade.

Em 2012, durante o governo Barack Obama, o USDA propôs aumentar a taxa de abate de frangos de 140 para 175 aves por minuto. Após forte oposição de grupos trabalhistas e de segurança alimentar, a agência abandonou a proposta.

No primeiro mandato de Trump, o processo ganhou força. O USDA expandiu o número de matadouros de aves autorizados a acelerar suas linhas e finalizou uma regra permitindo que alguns matadouros de porcos fizessem o mesmo.

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Alimentícia e Comercial (United Food and Commercial Workers Union) entrou com uma ação judicial contra o aumento da velocidade na linha de produção de carne suína, e um juiz determinou que o USDA deveria abandonar a medida por não ter considerado o impacto na segurança dos trabalhadores.

Durante o governo Biden, o USDA contratou pesquisadores independentes para avaliar como a velocidade das linhas afeta a segurança dos trabalhadores. O estudo constatou que 81% dos trabalhadores de linha em matadouros de aves e 46% em matadouros de suínos apresentam alto risco de distúrbios musculoesqueléticos, como tendinite e síndrome do túnel do carpo.


Funcionários removem órgãos internos de porcos em uma unidade de processamento de carne suína da Smithfield Foods Inc. em Milan, Missouri. Daniel Acker/Bloomberg via Getty Images

Curiosamente, os resultados mostraram que o risco não estava diretamente correlacionado à velocidade da linha, mas sim à carga de trabalho do funcionário — o chamado “pagamento por peça”, ou seja, o número de animais ou a quantidade de carne que cada trabalhador precisa processar em determinado período.

Para compensar o aumento da carga de trabalho, algumas fábricas de frango participantes do estudo contrataram mais funcionários, o que reduziu o risco de lesões. Já aquelas que não reforçaram o quadro apresentaram aumento significativo nos acidentes.

Os pesquisadores recomendaram que qualquer matadouro que planeje aumentar a velocidade da linha de evisceração mitigue proativamente o risco de distúrbios musculoesqueléticos ampliando o número de funcionários ou reduzindo a velocidade em funções específicas.

Apesar disso, o USDA não incluiu em suas novas propostas preliminares nenhuma regra sobre contratação adicional para compensar o aumento da velocidade.

Questionado, um porta-voz da agência afirmou que o USDA não “tem poder para regular o pagamento por peça produzida ou como as empresas privadas gerenciam seus funcionários”.

Debbie Berkowitz, que atuou como chefe de gabinete e assessora sênior de políticas na Administração de Segurança e Saúde Ocupacional (OSHA, na sigla em inglês) durante o governo Obama, disse que ela e outros defensores dos direitos trabalhistas pressionam há anos para que o USDA exija contratações adicionais sempre que houver aumento da velocidade das linhas. Segundo ela, “eles se recusam porque a indústria da carne controla a agência e não quer gastar dinheiro onde não é necessário”.

O Conselho Nacional de Produtores de Suínos recusou-se a responder se incentivaria suas empresas associadas a contratar mais funcionários diante do aumento da velocidade. O Conselho Nacional do Frango e a Federação Nacional do Peru também não responderam aos pedidos de comentários.

Berkowitz afirmou que as novas propostas do USDA representam uma tentativa da agência de se eximir da responsabilidade de proteger os trabalhadores. Em processos anteriores, tanto durante o governo Obama quanto no de Trump, o USDA solicitou opinião pública sobre a segurança dos trabalhadores. Desta vez, isso não está acontecendo, mesmo após decisão judicial determinando que a agência leve em consideração esse aspecto.

Segundo Berkowitz, a medida estabelece um precedente “enorme”. E está sendo tomada “sabendo muito bem que o governo Trump está enfraquecendo a OSHA e que o número de inspeções já caiu drasticamente”.

Em conjunto, as propostas de regulamentação são um “sinal revelador desta administração e de como ela vê os trabalhadores braçais… decidiram que não precisam mais se importar com eles”.

Não está claro quando o USDA finalizará suas regras, embora o público possa se manifestar até 20 de abril. Mas, dada a longa história de deferência do USDA à indústria da carne, é improvável que as regras finais sejam muito diferentes das versões preliminares.

Por Kenny Torrella / Tradução de Shirlei Cioruci (com IA)

Fonte: Vox


Nota do Olhar Animal: A forma como os animais explorados para consumo são tratados é terrível e inaceitável, mas é apenas um AGRAVANTE em relação ao dano maior, naturalizado pela indústria “da morte” e aceito por muitas pessoas, que é o ABATE. O sofrimento imposto cotidianamente aos animais no transporte ou nas “linhas de produção” de carne não é menos repulsivo e imoral do que a violação do principal interesse dos animais, que é o interesse em viver. A produção não tem que dar melhores condições aos animais à espera da morte. Ela deve, sim, ser banida. O paladar dos humanos não é mais importante que a vida dos animais.

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