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domingo, 18 de outubro de 2026

Justiça determina que capivara Filó deixe guarda de influenciador e passe por reabilitação


 Foto: Reprodução/instagram/Agenor Tupinambá

A Justiça Federal rejeitou o pedido de guarda definitiva de Filó, capivara mantida sob os cuidados do influenciador Agenor Bruce Tupinambá, no Amazonas. A decisão determina que o animal seja entregue ao Ibama em até 30 dias e encaminhado a um centro de triagem para avaliação, reabilitação e possível reintegração à natureza. A juíza considerou que o vínculo afetivo com seres humanos não justifica a manutenção de um animal silvestre em ambiente doméstico, privado da convivência com indivíduos da própria espécie.

Proferida em 13 de outubro pela juíza federal Mara Elisa Andrade, da 7ª Vara Federal Ambiental e Agrária da Seção Judiciária do Amazonas, a sentença revogou a autorização provisória que permitia a permanência de Filó com o influenciador desde abril de 2023. A decisão é de primeira instância e pode ser contestada por meio de recurso.

O destino inicial da capivara será o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Manaus. A determinação prevê a implementação de um programa de reabilitação e reintegração ao habitat natural, preferencialmente em uma área de proteção ambiental compatível com as necessidades da espécie. A soltura, porém, não foi determinada de forma imediata, pois dependerá de avaliação técnica.

Vínculo afetivo não justifica confinamento

A defesa de Agenor sustentou que Filó desenvolveu uma relação de dependência comportamental com o influenciador, que teria cuidado dela desde filhote. Segundo os argumentos apresentados no processo, a separação poderia prejudicar o bem-estar da capivara, motivo pelo qual foi reivindicado o reconhecimento de uma família multiespécie.

A defesa também citou um entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), firmado no Recurso Especial 1.713.167/SP, sobre a relevância dos vínculos afetivos entre seres humanos e animais de companhia nas relações familiares.

A juíza, entretanto, distinguiu a situação de animais domésticos daquela de animais silvestres. Na avaliação da magistrada, o reconhecimento dos laços afetivos não afasta as normas de proteção da fauna nem autoriza a permanência irregular de uma capivara sob guarda particular.

A sentença considera que a proteção jurídica dos animais deve levar em conta a senciência, as necessidades biológicas e a possibilidade de expressão de comportamentos naturais. Nesse sentido, o vínculo desenvolvido com seres humanos não pode ser tratado isoladamente, sem considerar as condições de vida impostas ao animal.

Senciência fundamenta o direito à vida livre

Ao analisar os argumentos da defesa, a magistrada reconheceu a importância da senciência, capacidade de experimentar sensações e estados afetivos, para a proteção dos animais. Rejeitou, contudo, a interpretação de que essa característica justificaria a permanência de Filó em ambiente doméstico.

“A senciência de Filó não é argumento em favor de sua permanência em cativeiro doméstico; é, ao contrário, fundamento para que lhe seja assegurado o direito à vida livre, em convívio com seus pares, longe da domesticação artificial que lhe foi imposta desde o nascimento”, afirmou a juíza na sentença.

As capivaras são animais gregários, que vivem em grupos e estabelecem relações sociais importantes para seu bem-estar. A convivência prolongada com seres humanos, sem contato adequado com outros indivíduos da espécie, pode comprometer a expressão desses comportamentos.

Os laudos apresentados pela defesa descreviam hábitos de Filó, como procurar alimentos na geladeira, dormir em móveis domésticos e buscar contato constante com Agenor. Para a magistrada, esses comportamentos não comprovam, por si só, que a permanência com o influenciador seja a alternativa mais adequada. Eles também podem indicar alterações associadas à convivência prolongada com seres humanos e à adaptação ao ambiente doméstico.

A juíza considerou que a continuidade dessas condições poderia aprofundar a dependência comportamental e dificultar a recuperação de hábitos naturais. Também observou que não havia sido demonstrada a impossibilidade de reabilitação, especialmente porque nenhuma tentativa efetiva de reintegração havia sido realizada.

Justiça mantém encaminhamento ao centro de triagem

A defesa pediu uma nova perícia judicial, sob o argumento de que o tempo transcorrido desde os exames anteriores poderia ter alterado as condições físicas e comportamentais de Filó. O pedido foi rejeitado porque a magistrada considerou suficientes os documentos técnicos reunidos no processo.

A sentença também analisou as críticas às condições do Cetas, onde a capivara permaneceu por aproximadamente 65 horas após ser apreendida, em abril de 2023. Com base nas informações técnicas apresentadas pelo Ibama, a juíza não encontrou motivos suficientes para afastar a capacidade da unidade de receber e acompanhar o animal.

Os centros de triagem têm a função de receber, avaliar, recuperar e definir a destinação de animais silvestres. A passagem por essas unidades pode integrar um processo de reabilitação, mas não equivale, por si só, à garantia de retorno imediato à natureza.

No caso de Filó, a decisão estabelece que sejam adotadas medidas técnicas para viabilizar sua reintegração, considerando as características da espécie e as condições individuais da capivara.

Sentença aborda exposição de animais nas redes sociais

A fiscalização do Ibama realizada em abril de 2023 também foi considerada no julgamento. Na ocasião, foram lavrados cinco autos de infração relacionados à manutenção irregular, à utilização e à exposição de animais silvestres, além de ocorrências envolvendo outros espécimes.

As autuações abrangeram fatos relacionados a Filó, a uma paca, a um papagaio e à morte de um filhote de preguiça-real. O valor total das multas aplicadas foi de R$ 17.030.

A sentença aponta o risco de que a exposição de animais silvestres nas redes sociais incentive outras pessoas a capturá-los e mantê-los em ambientes domésticos. A busca por engajamento e a transformação desses animais em conteúdo digital podem contribuir para a normalização de práticas incompatíveis com suas necessidades biológicas e com a legislação ambiental.

Para a magistrada, permitir a guarda definitiva em situações de manutenção irregular poderia enfraquecer a aplicação das normas de proteção da fauna. O vínculo afetivo desenvolvido posteriormente não deve funcionar como mecanismo automático de regularização.

“Legalizar o ilícito não é fazer justiça; é institucionalizar a injustiça ambiental, sobretudo pela perspectiva dos animais silvestres, entendidos como seres dotados de dignidade própria”, afirmou.

Entenda o caso

Filó ganhou projeção nacional em 2023, quando foi apreendida pelo Ibama durante uma fiscalização relacionada à manutenção e à exposição de animais silvestres por Agenor Bruce Tupinambá, no município de Autazes, no Amazonas. A capivara foi encaminhada ao Cetas em 27 de abril daquele ano.

Três dias depois, em 30 de abril, uma decisão judicial provisória autorizou seu retorno aos cuidados do influenciador até o julgamento definitivo da ação.

A defesa alegou que Filó havia sido criada desde recém-nascida, após a morte de sua mãe, e que a convivência com Agenor havia produzido vínculos afetivos profundos. A sentença, porém, registra que as circunstâncias alegadas sobre a morte da mãe da capivara não foram comprovadas no processo.

Durante a tramitação, a Comissão de Proteção aos Animais, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa do Amazonas, presidida pela deputada Joana Darc, solicitou participação no processo como amicus curiae, figura jurídica que permite a contribuição de terceiros em questões relevantes. O pedido foi indeferido.

Com a rejeição da guarda definitiva, Agenor deverá entregar Filó ao Cetas do Ibama, em Manaus, no prazo de 30 dias a partir de sua intimação, mediante agendamento com o órgão ambiental. Em caso de descumprimento, a sentença prevê a possibilidade de busca e apreensão, com as despesas atribuídas ao influenciador.

A decisão também condenou Agenor ao pagamento das custas processuais e de honorários advocatícios fixados em R$ 3 mil.

O cumprimento da sentença abre caminho para que Filó seja avaliada em um programa voltado à recuperação de comportamentos próprios da espécie e à possível retomada da vida em ambiente natural. O objetivo previsto pela Justiça não é apenas mudar o local onde a capivara será mantida, mas criar condições para que ela volte a conviver com outros indivíduos e exerça comportamentos que o convívio doméstico pode ter limitado.

Fonte: anda.jor.br

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Influencer é acusada de atirar contra cachorro em Joinville, SC: “Folgado, fica latindo o dia inteiro”


  (Foto: Redes Sociais e Isi Parente, Usplash)

Uma influencer de Joinville publicou nas redes sociais um vídeo em que atira contra um cachorro da família. O ato virou denúncia nas redes sociais da vereadora e protetora dos animais Liliane da Frada. A parlamentar informou que trata-se de uma arma de pressão, vai registrar boletim de ocorrência e denunciar a influenciadora ao Ministério Público.

Uma influencer de Joinville publicou nas redes sociais um vídeo em que atira contra um cachorro da família. O ato virou denúncia nas redes sociais da vereadora e protetora dos animais Liliane da Frada. A parlamentar informou que trata-se de uma arma de pressão, vai registrar boletim de ocorrência e denunciar a influenciadora ao Ministério Público.

“Se tem um bagulho que é chato, é cachorro latindo. Cachorro folgado, fica latindo o dia inteiro, enchendo o saco, late para nada. Esse cachorro em específico, ele mora na casa que era da minha avó, ele era dela. E ele não para de latir, ele late o dia inteiro, fica enchendo o saco, e aquele latido chato. Eu vou ali e jogo água na cara dele ou dou um tiro lá na casa. Ele some”, afirma Taís.


Taís gravou uma série de stories falando sobre a situação do cachorro (Foto: Reprodução)

onforme a assessoria de imprensa de Liliane da Frada, o caso será encaminhado ao Ministério Público e um boletim de ocorrência será registrado para solicitar a investigação dos fatos.

“Latido não se resolve com medo, ameaça ou crueldade. Nenhum animal pode ser submetido à violência porque incomoda alguém”, afirma Liliane. A vereadora também critica a transformação de possíveis maus-tratos em conteúdo de entretenimento nas redes sociais.

“É revoltante ver a violência contra um animal sendo tratada como brincadeira. Quem tem audiência também tem responsabilidade sobre aquilo que publica. Não podemos banalizar o sofrimento dos animais”, destaca.

O NSC Total está em contato com Taís, mas até o fechamento desta matéria, a influenciadora não enviou um posicionamento sobre o caso. O vídeo em que a influenciadora atira contra o cachorro foi apagado da rede social por volta do meio-dia.

Por Fernanda Silva

Fonte: NSC


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sábado, 17 de outubro de 2026

Estudo associa consumo de carne processada a maior risco de demência

 


Uma análise com dados de mais de 500 mil pessoas, publicada em 2026 na Annual Review of Nutrition, encontrou uma associação entre o consumo de carnes processadas e o maior risco de demência. Segundo Fabio Chaves, os pesquisadores observaram que o consumo diário de cerca de duas fatias de peito de peru poderia estar associado a um aumento de 40% a 52% no risco. A relação não significa que o alimento cause demência diretamente, mas pode envolver problemas vasculares que, ao longo do tempo, favorecem doenças neurodegenerativas, como Alzheimer.

Fabio também chamou atenção para o consumo de ultraprocessados: nos Estados Unidos, eles representam cerca de 55% a 58% das calorias ingeridas, enquanto no Brasil correspondem a aproximadamente 21%, segundo os dados mencionados no vídeo. Ele lembrou ainda que uma pesquisa brasileira com mais de 10 mil pessoas encontrou uma associação entre o consumo elevado desses produtos e riscos à saúde. As carnes processadas também são classificadas pela Organização Mundial da Saúde no Grupo 1 de risco para câncer desde 2015. Para Fabio, os impactos sobre a saúde são mais um motivo para reduzir o consumo desses alimentos, além das questões ambientais e da exploração animal. “Se você não se importa com o meio ambiente, se você não se importa com os animais, pelo menos se importe com a sua saúde”, afirmou. LINK DO ESTUDO: https://www.annualreviews.org/content/journals/10.1146/annurev-nutr-061824-053453
Fonte: vista-se.com.br

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Banhos de lama e exploração da mata: como está o elefante Sandro um mês após chegar ao santuário


 Foto: SEB/Divulgação

Sandro chegou ao Santuário de Elefantes Brasil, na Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso, em 18 de setembro, depois de uma viagem de aproximadamente 1,6 mil quilômetros desde Sorocaba, no interior paulista. Quase um mês depois, o elefante de 54 anos percorre os recintos, toma banhos de água e lama, explora a vegetação e brinca com galhos e árvores. A adaptação surpreendeu positivamente a equipe responsável por seus cuidados.

Após passar mais de 40 anos no zoológico, Sandro começou uma nova etapa da vida em um ambiente que lhe permite circular por áreas amplas e expressar comportamentos próprios da espécie. A curiosidade demonstrada desde os primeiros dias e a disposição para explorar o espaço são sinais positivos de sua adaptação.

“Foi uma transição bem tranquila. Nesse mês, a gente está bastante surpreso e feliz. A gente tem a percepção de que é como se ele soubesse ou que pertencesse lá desde sempre”, afirmou Raphael Bontempi Ferreira, presidente do santuário, à TV TEM.

A transferência começou em 10 de setembro, quando a caixa transportadora chegou ao Zoológico de Sorocaba. Sandro entrou voluntariamente na estrutura, que foi preparada para a viagem. No dia 16, ele deixou a cidade rumo ao Mato Grosso e chegou ao destino dois dias depois.

Na primeira noite no santuário, o elefante permaneceu no centro veterinário. No dia seguinte, os portões foram abertos para que pudesse acessar os demais recintos. A partir daí, passou a explorar o espaço por conta própria, com acompanhamento da equipe, que utiliza imagens de drones para observar seus hábitos sem precisar entrar na área onde ele circula.

Banhos de lama e descobertas

Entre os comportamentos observados estão os banhos de água e terra, o hábito de se esfregar nos troncos e a exploração de galhos e árvores. Sandro também derrubou árvores durante as brincadeiras, usando a vegetação para se coçar, arremessar galhos, quebrá-los e se alimentar.

“Ele usa o galho para se coçar muitas vezes, joga para cima, arremessa, quebra, come. É um comportamento natural, um sinal de exploração, de curiosidade e de interação com o meio ambiente”, explicou Raphael.

A possibilidade de explorar o espaço e interagir com elementos da vegetação representa uma mudança importante na rotina do elefante. Em vez de depender exclusivamente de estímulos e atividades organizados por cuidadores, Sandro pode investigar o ambiente, escolher onde caminhar e manifestar comportamentos espontâneos.

A equipe considera sua adaptação a mais rápida observada entre os elefantes recebidos pelo santuário até agora. O acompanhamento, porém, continua necessário para avaliar tanto o comportamento quanto as condições físicas do animal.

Alimentação com mais autonomia

A dieta também passa por mudanças graduais. Nos primeiros dias, a equipe manteve a alimentação oferecida em Sorocaba, composta por feno, capim e frutas picadas. A continuidade inicial do protocolo ajudou a evitar alterações bruscas, especialmente importantes diante do histórico de problemas digestivos de Sandro.

Com o passar das semanas, os profissionais começaram a testar novos alimentos e observar as preferências do elefante. A melancia, por exemplo, é consumida de uma maneira particular. Sandro quebra a fruta, coloca-a no chão e suga a parte interna, demonstrando preferência pela polpa.

As folhas de palmeira também despertaram seu interesse. Ele próprio recolhe as folhas, quebra os pedaços e os mastiga, comportamento que permite à equipe conhecer melhor suas escolhas e ampliar gradualmente sua autonomia alimentar.

“A gente está tentando testar o que ele de fato gosta, para que ele mostre para nós o que ele quer, obviamente dentro de uma segurança, mas o que de fato faz ele feliz”, afirmou Raphael.

A observação individualizada permite ajustar o manejo às necessidades de Sandro, sem perder de vista os cuidados necessários à sua saúde. Desde a chegada, foram registrados poucos episódios de cólica, uma questão que preocupava a equipe em razão dos problemas digestivos anteriores.

Movimento para recuperar a força física

Apesar da evolução comportamental, Sandro ainda precisa recuperar massa muscular e melhorar sua condição corporal. Segundo a equipe, ele chegou ao santuário com musculatura enfraquecida, especialmente nas pernas, e abaixo da condição corporal considerada ideal para seu porte e idade.

Nos primeiros momentos no novo ambiente, os profissionais observaram tremores nas pernas e dificuldade para sair do lago. Por isso, o acompanhamento inclui a avaliação dos deslocamentos, da alimentação, do comportamento durante o dia e à noite e de sua evolução física.

A movimentação frequente é considerada importante nesse processo. Sandro tem caminhado por longos períodos, percorrendo os recintos e explorando diferentes áreas.

“Ele está andando muito, não para, anda o tempo inteiro, explora o tempo inteiro. Isso é muito positivo para ele”, disse o presidente do santuário.

A expectativa é que a atividade contribua para fortalecer a musculatura e favorecer o ganho de peso. A equipe continuará monitorando sua evolução para identificar as necessidades de cuidado e ajustar o manejo conforme a resposta do elefante.

Aproximação com outras elefantas

Sandro também começou a perceber a presença de seis elefantas que vivem na propriedade. Ele é o primeiro macho a morar no santuário, e a chegada despertou a curiosidade das demais, que se aproximaram das áreas próximas ao recinto dele para investigar os novos cheiros e sons.

Os animais já conseguem se ver, sentir os odores uns dos outros e se comunicar por vocalizações. Os recintos ficam a aproximadamente 20 metros de distância, mas ainda não houve contato físico.

“Foi muito engraçado porque na chegada do Sandro, as elefantas perceberam que tinha alguém chegando, perceberam um cheiro diferente, já foram muito próximas de onde ele estava para poder recebê-lo, para poder entender quem estava lá”, relatou Raphael.

Uma possível aproximação será avaliada com cautela, levando em conta o interesse dos animais e as condições adequadas para a interação. O santuário dispõe de um corredor que poderá permitir encontros futuros, mas não há previsão de que Sandro passe a compartilhar o mesmo recinto com as fêmeas.

A separação também considera características sociais da espécie, cujos machos geralmente não permanecem junto aos grupos de fêmeas adultas.

Quase um mês após deixar Sorocaba, Sandro demonstra curiosidade, iniciativa e disposição para explorar o ambiente. Sua recuperação física ainda exigirá tempo e acompanhamento, mas a possibilidade de caminhar, brincar, investigar a vegetação e escolher parte do que come já marca uma mudança significativa em sua rotina.

Depois de mais de quatro décadas vivendo em um zoológico, o elefante começa a descobrir um espaço no qual pode exercer mais autonomia e expressar comportamentos naturais. A adaptação positiva abre caminho para uma vida com mais possibilidades de movimento, exploração e respeito às suas necessidades.

Fonte: anda.jor.br


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