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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Plantas tóxicas para cães e gatos: o que fazer em caso de ingestão?

 

Foto: TNH1
Geralmente as pessoas que criam cães e gatos tendem a ter plantas em casa. Mas, é importante os tutores ficarem atentos as escolhas dessas plantas que podem ser tóxicas para os pets se ingeridas. As plantas ficam espalhadas pelos espaços da casa, jardins e acabam oferecendo riscos sérios à saúde dos pets. Mesmo uma pequena mordida ou ingestão pode causar reações como vômitos, salivação excessiva, diarreia, dificuldade respiratória, convulsões e, em casos graves, levar à morte.

Em um bate-papo com a médica veterinária Dilane Costa (CRMV-AL 01462), ela explicou que as plantas ornamentais comuns em regiões tropicais, como comigo-ninguém-pode, espirradeira, palmeira-sago, espada-de-São-Jorge, lírios e lírio-da-paz, podem ser tóxicas para cães e gatos. “A ingestão ou mastigação pode causar desde irritação oral e vômitos até alterações neurológicas, cardíacas e insuficiência renal ou hepática, principalmente em gatos. Diante da suspeita de contato ou ingestão, a primeira medida é afastar o animal da planta. Se houver salivação excessiva ou ardência na boca, é permitido lavar suavemente a cavidade oral apenas com água, sem forçar e somente se o animal estiver consciente. Sempre que possível, identifique a planta ou registre uma foto”, disse.

A profissional de medicina também pediu aos tutores que não provoquem vômito e não ofereça água oxigenada, leite, chás, alimentos ou medicamentos. O leite não é antídoto e pode agravar a intoxicação, pois sua gordura pode aumentar a absorção de algumas toxinas e ainda causar desconforto gastrointestinal. “O carvão ativado é uma ferramenta importante e frequentemente utilizada no tratamento das intoxicações, porém não deve ser administrado pelo responsável do animal SEM orientação veterinária, já que dose, momento adequado e risco de aspiração variam conforme o animal e a substância ingerida.

PRESTA ATENÇÃO! Mesmo em locais distantes de atendimento veterinário, mantenha o animal em repouso, em ambiente calmo, ofereça água fresca em pequenas quantidades se não houver vômitos e busque orientação veterinária o quanto antes. A avaliação precoce é muito importante, pois algumas intoxicações apresentam evolução tardia.

Só para reforçar o que a médica veterinária falou em casos de ingestão de plantas tóxicas por parte do cão ou do gato:

- Afaste imediatamente o animal da planta;

- Observe os sinais clínicos;

- Não provoque vômito e não ofereça medicamentos caseiros; - Guarde uma amostra da planta, se possível;

- Procure atendimento veterinário imediatamente;

Só um recado importante: Antes de escolher plantas para casa ou jardim, verifique se elas são seguras para cães e gatos. Manter o ambiente pet friendly é uma forma simples e eficaz de proteger quem depende totalmente dos nossos cuidados.

Mas, em caso de intoxicação, procure um médico veterinário!

Fonte: Deisy Nascimento - blog meu bichinho do TNH1

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Caso Orelha: polícia pede internação de adolescente envolvido no crime

 

Foto: TNH!
A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu na noite de terça-feira (3) a investigação sobre o ataque e morte do cão Orelha, que foi agredido por quatro adolescentes no dia 4 de janeiro na Praia Brava, em Santa Catarina. Ele morreu no dia 5.

As autoridades também concluíram os trabalhos a respeito do caso do cachorro Caramelo, atacado por outros quatro adolescentes, mas que conseguiu escapar com vida. 

Orelha

Segundo a Polícia Civil de Santa Catarina, um adolescente envolvido na morte de Orelha, cão que era cuidado pela comunidade local, teve pedido de internação. Além disso, três adultos — parentes dos agressores — foram indiciados por coação a testemunha.

Após análise do laudo de corpo de delito, a polícia revelou que na madrugada do dia 4 de janeiro, por volta das 5h30, Orelha, de cerca de 10 anos de idade, sofreu uma “pancada contundente na cabeça, que pode ter sido um chute ou algum objeto rígido, como madeira ou garrafa". O animal foi levado ainda com vida a um veterinário, mas não resistiu aos ferimentos.

As autoridades afirmam ter analisado mais de mil horas de imagens das câmeras de segurança da região. Foram ouvidas 24 testemunhas e houve a análise de muitas provas.

O adolescente que teve a internação pedida pela polícia é o mesmo que viajou para a Disney logo após o ataque a Orelha. Ele retornou ao país no dia 29 de janeiro, quando foi abordado pelas autoridades ainda no aeroporto.

No caso do Caramelo, quatro adolescentes foram representados, ou seja, houve a instauração de um inquérito policial. Segundo a polícia, os rapazes tentaram afogar o animal no mar. Caramelo conseguiu escapar dos agressores e foi adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.

Fonte: TNH1 com agência Brasil

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Cão é espancado em Belém (PA); família pede ajuda para tratamento


 Foto: Divulgação

Mesmo com leis mais rígidas contra maus-tratos, a violência contra animais continua acontecendo de forma constante. Em um caso recente, a reportagem do DOL recebeu a denúncia de uma agressão brutal sofrida por um cachorro na passagem São Luís, no bairro da Terra Firme, em Belém do Pará.

De acordo com os tutores, o cão Tobi, que é criado dentro de casa, aproveitou o portão aberto e saiu para a rua. O que seria apenas uma escapada rápida virou um pesadelo: o animal foi atraído por um vizinho que, ao conseguir colocar o cão para dentro de sua residência, trancou o portão e iniciou uma sessão de espancamento.

Uma vizinha ouviu os gritos do animal e correu para avisar a família. Quando os donos chegaram ao local, o agressor já havia jogado Tobi de volta à rua, ensanguentado e com ferimentos graves no focinho e na cabeça.

O animal foi levado às pressas para um hospital particular, onde foi diagnosticado com traumatismo craniano devido à força das pancadas. Apesar da gravidade e da perda de sangue, Tobi está consciente e reagindo bem, o que surpreendeu os médicos.

Por estar em uma clínica particular, os tutores solicitam apoio financeiro para arcar com as despesas médicas. O valor arrecadado será usado para custear uma tomografia, necessária para avaliar a extensão dos danos na cabeça, e dar continuidade ao tratamento. As doações podem ser feitas pela chave PIX: 002.553.712.17.

Agressor

Em relação ao agressor, a polícia foi acionada imediatamente pelos tutores. Os policiais estiveram no local, prenderam o homem em flagrante e o conduziram à delegacia para os procedimentos cabíveis.

Fonte: DOL( Alexandre Nascimento )

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Holanda proíbe publicidade de carne em locais públicos


 Amsterdã, a vibrante capital dos Países Baixos, acaba de dar um passo histórico rumo a um futuro mais ético e sustentável. Em votação no conselho municipal (27 a 17), a cidade aprovou a proibição de anúncios públicos de produtos de carne e de veículos a combustão (gasolina/diesel), além de voos, cruzeiros e contratos de gás fóssil. A medida entra em vigor em 1º de maio de 2026 e torna Amsterdã a primeira capital do mundo a banir propaganda de carne em espaços públicos.

A partir dessa data, outdoors, pontos de ônibus, estações de metrô, trens e bondes não mais exibirão imagens de hambúrgueres, bifes ou qualquer produto animal. Lojas e estabelecimentos privados continuam livres para anunciar internamente, mas o espaço público — que pertence a todos — deixa de ser ferramenta de normalização da exploração animal.


Do ponto de vista vegano, essa conquista é monumental. A pecuária é um dos maiores motores da crise climática, do desmatamento e da perda de biodiversidade, além de envolver sofrimento imenso a bilhões de animais sencientes a cada ano. Equiparar a carne aos combustíveis fósseis reconhece que consumir animais não é neutro: é uma escolha de alto impacto ambiental e ético.

A Holanda já lidera em políticas pró-vegetais há anos, incentivando dietas com menos carne como estratégia climática. Cidades como Haarlem abriram o caminho em 2022; agora, a capital amplifica a mensagem globalmente. Veganos há décadas defendem alertas em embalagens de carne, semelhantes aos de cigarro — alertando sobre câncer, doenças cardíacas e danos ambientais. Amsterdã mostra que é possível ir além: remover a propaganda normalizadora do espaço coletivo.

Para quem vive o veganismo, a notícia renova a esperança. É prova de que mudanças sistêmicas acontecem, de que o sofrimento animal e a crise planetária podem ser enfrentados com coragem política. Que sirva de inspiração: se uma capital ousou, outras podem seguir. O futuro plant-based está mais próximo.

Fonte: vista-se.com.br

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Revelada a selfie de turista antes de ser atacada por leopardo-das-neves


 Foto: Reprodução/X

A última imagem feita pela turista antes de ser atacada por um leopardo-das-neves Geoparque Global da Unesco de Keketuohai, em Funyun (China). A selfie, que circula em redes sociais, mostra a mulher, que havia saído para esquiar, de costas para o felino ao fundo, a cerca de 3 metros dele, de acordo com o “Telegraph”.


 Foto: Reprodução/X

Imagens feitas por testemunhas do ataques mostram a turista imobilizada pelo animal na neve antes de ser socorrida. O ataque, ocorrido em 23 de janeiro, foi interrompido quando um instrutor de esqui conseguiu afugentar o felino usando bastões.


 Foto: Reprodução/X

A vítima foi levada a um hospital da região, onde permanece em condição estável. O uso de capacete ajudou a evitar ferimentos ainda mais graves, de acordo com as autoridades. Um dia antes do ataque, turistas e funcionários de um hotel próximo haviam relatado o avistamento de um leopardo-das-neves na área, possivelmente em busca de alimento. O dono do estabelecimento afirmou que não é possível confirmar se se trata do mesmo animal.

Autoridades locais informaram que vinham alertando moradores e visitantes sobre a presença de leopardos-das-neves no Vale das Gemas, em Keketuohai, recomendando que as pessoas não saíssem dos veículos, não tentassem fotografar os animais e evitassem circular sozinhas.

“São grandes predadores e podem reagir de forma agressiva quando se sentem ameaçados”, disse o comunicado.

De acordo com a entidade Snow Leopard Trust, a China concentra cerca de 60% da população mundial de leopardos-das-neves, espécie classificada como vulnerável e presente em 12 países da Ásia Central, como Índia e Mongólia. Apesar disso, ataques a humanos são considerados raros, já que o animal é conhecido por seu comportamento esquivo. O biólogo e ambientalista George Schaller, referência no estudo da espécie, já afirmou que não há registros conhecidos de leopardos-das-neves que tenham matado pessoas.

Por Fernando Moreira

Fonte: Extra

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Caso cão Orelha mobiliza manifestações em Florianópolis e em várias cidades do Brasil

 


Foto: Beatriz Favere

A Beira-Mar Norte, uma das principais vias do Centro de Florianópolis, foi tomada por manifestantes no domingo (1°) em um ato exigindo justiça nas investigações das agressões que levaram à morte do cão Orelha, animal comunitário vítima de maus-tratos no começo de janeiro na região da Praia Brava, área nobre na capital catarinense.

Outras capitais do país, como São Paulo, Belo Horizonte e Vitória, também realizaram atos cobrando celeridade nas apurações do caso com um pedido unânime: “Justiça por Orelha” (veja mais abaixo como foram as manifestações pelo Brasil).

Como foram os atos pelo Brasil

Florianópolis teve trio elétrico, faixas, cartazes e gritos de ordem. O grupo também percorreu a via levando animais de estimação. A manifestação encerrou por volta de 12h.

Além da capital, onde aconteceu o episódio de agressão e morte do cão Orelha, outras cidades de Santa Catarina e do país registraram atos, como Balneário Camboriú, Blumenau, Criciúma, e São José.

Na capital paulista, o ato mais expressivo ocorreu na Avenida Paulista, tradicional palco de manifestações. Centenas de pessoas se reuniram em frente ao MASP, formando uma grande concentração que chamou atenção de quem passava pela região.

O protesto contou com a presença de coletivos de defesa animal, artistas e influenciadores digitais que ajudaram a dar visibilidade ao caso. Os manifestantes utilizaram megafones para denunciar a violência sofrida por Orelha e exigiram que os responsáveis sejam julgados e condenados.

Houve também performances artísticas e distribuição de panfletos informativos sobre direitos dos animais e canais de denúncia de maus-tratos.


Foto: Reprodução/TV Globo
  • Porto Alegre (RS)

Em Porto Alegre, o grupo se reuniu no Parque da Redenção. O ato foi convocado por uma ONG em defesa dos animais. Os participantes levaram cartazes pedindo justiça no caso, e os próprios pets marcaram presença.

No estado gaúcho, também houve ato em Caxias do Sul, na Serra. Manifestantes ligados à causa animal vestiam preto e se concentraram no Parque dos Macaquinhos. Eles portavam cartazes pedindo punição a quem promove maus-tratos a animais.

  • Belo Horizonte (MG)

A Feira Hippie, em Belo Horizonte, foi tomada por manifestantes que pediram justiça nas investigações que apuram as agressões que levaram à morte do cão Orelha.

A passeata pediu, ainda, penas mais duras para o crime de maus-tratos. Portando cartazes com dizeres como “ninguém solta a orelha de ninguém” e “justiça pelo Orelha”, manifestantes percorreram a Avenida Afonso Pena, uma das principais da capital mineira, até a Praça Sete.


 Foto: Divulgação
  • Vitória (ES)

O grupo na capital do Espírito Santo se concentrou durante a manhã na orla da Praia de Camburi. Estiveram presentes representantes de organizações sociais e defensores da causa animal. Organizadores estimaram a participação de aproximadamente 300 pessoas.

A manifestação cobrou punições mais severas para crimes de maus-tratos contra animais.

Vestidos com roupas pretas e segurando balões da mesma cor, os manifestantes em Vitória levaram cartazes com frases como “A vida dos animais importa” e “Justiça pelo Orelha”. Alguns participantes também compareceram ao ato acompanhados de seus cães.


 Foto: Silvio Locatelli
  • Manaus (AM)

Protetores de animais, tutores e ativistas se reuniram no Anfiteatro da Ponta Negra para pedir justiça pela morte do cachorro Orelha.

Vestindo camisas pretas, os manifestantes também denunciaram a frequência de casos de maus-tratos contra animais e cobraram responsabilização dos envolvidos.

Em coro, os manifestantes gritavam repetidamente: “Justiça”.


Foto: Foto: Divulgação/Joana Darc
  • Rio Branco (AC)

Na capital acreana, Rio Branco, o protesto aconteceu em frente ao Palácio Rio Branco, sede do governo estadual. O ato reuniu cerca de 100 pessoas, incluindo ativistas independentes e representantes de associações de proteção animal.

Os manifestantes levaram cartazes com frases como “Justiça por Orelha” e “Maus-tratos nunca mais”, além de cruzes simbólicas representando animais vítimas de violência.


Foto: Lucas Thadeu/Rede Amazônica Acre
  • Campinas (SP)

Manifestantes se reuniram na Lagoa do Taquaral em protesto contra casos de maus-tratos a animais. Durante o ato, participantes pediram justiça pelo cão Orelha.

O protesto reuniu ONGs e protetores com faixas e diversos animais. Eles realizaram uma caminhada entre os portões 1 e 2 do Taquaral e se dispersaram ainda pela manhã.

Além do ato com caminhada, o Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais de Campinas elaborou um documento, assinado pelos manifestantes, que pede “fiscalização rigorosa” e que será entregue à prefeitura.


Foto: Vaner Santos/EPTV
  • São José do Rio Preto e Araçatuba (Interior de SP)

No interior paulista, cidades como São José do Rio Preto e Araçatuba foram palco de manifestações organizadas por protetores de animais e ONGs locais. Os atos ocorreram em praças e em frente a prédios públicos, reunindo dezenas de pessoas com faixas, cartazes e camisetas estampadas com o nome do cão Orelha.

Os participantes pediram maior rigor na aplicação da Lei de Crimes Ambientais e destacaram que casos de maus-tratos ainda são frequentes na região.


 Foto: Reprodução / TV TEM
  • Belém (PA)

Em Belém, o ato em memória do cão Orelha reuniu dezenas de protetores de animais e cidadãos sensibilizados com o caso. O encontro ocorreu em frente ao Theatro da Paz e buscou dar visibilidade nacional ao crime ocorrido em Florianópolis.

Durante o ato, ativistas reforçaram a necessidade de leis mais severas contra maus-tratos, destacando que casos como o de Orelha não podem se repetir. A mobilização buscou pressionar autoridades a agir com firmeza e transparência.


 Foto: Redes Sociais
  • Fortaleza (CE)

Centenas de pessoas se reuniram na Avenida Beira-Mar, de Fortaleza, cobrando justiça pelo caso do cão Orelha, morto em Santa Catarina. Os atos aconteceram em dois momentos, um pela manhã e outro à tarde.

Protetores independentes, ativistas e apoiadores da causa animal participaram do ato, carregando cartazes e gritando palavras de ordem contra a violência animal.

  • Rio de Janeiro (RJ)

Moradores do Grajaú, na Zona Norte do Rio de Janeiro, protestaram neste domingo pedindo justiça pela morte do cão Orelha.

Os moradores caminharam pelas ruas do bairro com faixas com dizeres como “Orelha merecia viver” e “Queremos Justiça”.

O que aconteceu com o cão Orelha em Florianópolis?



Orelha morreu após ser agredido em 4 de janeiro. Ele era um cão comunitário que recebia cuidados de vários moradores na Praia Brava, bairro turístico e nobre de Florianópolis. O animal foi encontrado agonizando por pessoas que estavam no local.

A Polícia Civil inicialmente investigava um grupo de quatro adolescentes suspeitos de ter agredido o cachorro. Na sexta-feira (30), um deles foi descartado da autoria após o inquérito concluir que ele não tinha envolvimento com os maus-tratos ao animal, que conforme o laudo pericial foi atingido na cabeça com um objeto contundente.

➡️ Os nomes, idades e localização dos suspeitos de atacar Orelha não foram divulgados pela investigação, tendo em vista que o Estatuto da Criança e do Adolescente prevê sigilo absoluto nos procedimentos envolvendo pessoas abaixo de 18 anos.

O que é analisado agora?

A Polícia Civil analisa quase mil horas de gravações feitas por câmeras de segurança na região da Praia Brava no período das agressões.

Um dos desafios da investigação é a ausência de imagens do momento do espancamento. Conforme a polícia, registros de outros episódios na mesma região e período, que também teriam sido causados por adolescentes, ajudam na investigação.

Fonte: olharanimal.org

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