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sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Projeto Acolher pede socorro


 O Projeto Acolher que por várias décadas teve à frente a saudosa Naine Teles, hoje está precisando da sua ajuda. Localizado na parte alta de Maceió Alagoas, com centenas de animais sob a sua responsabilidade, chega a enfrentar a falta de alimento para os animais. 


As vezes bate um desespero em 6 meses nunca passamos uma situação como essada ração zerar, os produtos de limpezas acabar. São tantas vidas que importam e só podemos contar com Deus e vocês, desabafa a Rosa Maria. 

Os compromissos são tantos que não sabemos por onde começar. 

Hoje eu peço a vocês que nos ajudem.

Não importa, se com ração, produtos de limpeza ou valor em nosso PIX ( 82 99396 7272 Rosa Maria ).

Redação

COLABORADORES(AS) DO BLOG:


Foto: arquivo pessoal ( Gabriela Galdino )

    CONSULTÓRIO VETERINÁRIO  DR MACELO LINS  EM MACEIÓ ( 82 99981 5415 ) & PET SHOOP KÃES & KÃES 


    Foto: arquivo pessoal ( Gabriela Galdino )

    MUNDO ANIMAL ANO  XXVI na  Mares do Sul FM 87,9 de Marechal Deodoro Alagoas aos sábados das 08:00h às 09:00h. E todos os dias às 10:00h. e às 16:00h., um boletim do Mundo Pet no www.gentedagente.maceio.br  


    Foto: assessoria

     TECA NELMA DEP. ESTADUAL POR ALAGOAS   : DEFENSORA DA CAUSA ANIMAL & VEGETARIANA 


    Foto: arquivo pessoal 

    Clinica veterinária Clinshop Maceió ANO VI (82) 99675 8715- CASTRAÇÃO DE  FELINOS DE 16 a 31 DE OUTUBRO  & internamento 24 horas )  


    Foto: assessoria

    OLIVIA TENÓRIO VEREADORA POR MACEIÓ 

Mãe é condenada por pagar R$ 100 para matar cachorro da própria filha em Santa Catarina


 Foto: Divulgação/Freestockcenter/Freepik

Uma mulher foi condenada a quatro anos, três meses e dez dias de prisão por contratar um homem para matar o cachorro da própria filha em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina. O crime ocorreu em agosto de 2024, no bairro Tifa Martins, e envolveu sufocamento, agressões e outros maus-tratos que provocaram a morte do animal. A mulher pagou R$ 100 pela execução, segundo a denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).

A condenação foi divulgada pelo MPSC na terça-feira (13/10). A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime semiaberto, e a mulher também terá de pagar multa. A decisão proíbe que ela mantenha animais sob sua guarda durante o cumprimento da pena. A condenada poderá recorrer em liberdade.

De acordo com o Ministério Público, a mulher não aceitava a permanência do cachorro na casa onde vivia com a filha. Em vez de buscar uma solução que preservasse a vida do animal, ela teria planejado a morte, contratado um homem para executá-la e entregado o cão a ele. O pagamento foi realizado após o crime.

O laudo pericial confirmou a morte e identificou lesões compatíveis com violência na região da cabeça. Testemunhos e provas técnicas reunidos durante o processo fundamentaram a responsabilização da mulher como mandante.

A condenação considerou, além dos maus-tratos com resultado morte, agravantes relacionados ao motivo torpe, à condição de mandante, à prática do crime durante a noite, ao abuso da relação de confiança familiar e ao emprego de método cruel.

O nome da condenada não foi divulgado, e o processo tramita sob segredo de Justiça. Também não há informações públicas sobre a eventual condenação do homem apontado como executor.

Fonte: anda.jor.br


VAMOS SALVAR O ABRIGO SÃO CÃO DE MARECHAL DEODORO ALAGOAS

PIX 50957212\0001 30 

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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Proibição de charretes puxadas por cavalos no Central Park será votada em Nova York (EUA)


 Foto: Damon Winter/NYTIMES

A cidade de Nova York, nos Estados Unidos, pode encerrar a exploração de mais de 150 anos que força cavalos a realizarem passeios turísticos em charretes no Central Park. O prefeito Zohran Mamdani e a presidente do Conselho Municipal, Julie Menin, chegaram a um acordo sobre uma proposta que proíbe a atividade. A votação está prevista para 22 de outubro e, se aprovada, a medida entrará em vigor em 1º de junho de 2028.

O texto estabelece que os cavalos deverão receber uma destinação humanitária após o fim da atividade. A proposta proíbe a venda dos animais para que sejam mortos e impede que sejam transferidos para outras empresas de charretes, medidas destinadas a evitar que continuem submetidos à exploração turística em outros locais.

Atualmente, 68 charretes circulam pelo Central Park, utilizando mais de 180 cavalos, segundo Christina Hansen, porta-voz do setor. A atividade, que se tornou parte da paisagem turística da cidade, depende do abuso de animais para transportar visitantes pelas ruas do parque.

A proposta conta com 29 patrocinadores no Conselho Municipal, composto por 51 integrantes. Esse número representa apoio suficiente para a aprovação da legislação. O acordo foi confirmado pelo gabinete de Julie Menin.

O possível fim das charretes abre caminho para retirar os cavalos de uma atividade que transforma seus corpos em instrumentos de entretenimento e exploração comercial. A mudança também coloca em discussão o destino dos animais após anos de trabalho forçado para atender à demanda turística.

Para os cavalos, o alcance da medida dependerá também do cumprimento das garantias de proteção previstas na legislação e de uma destinação que respeite suas necessidades e seu direito a uma vida livre da exploração.

Fonte: anda.jor.br


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Polícia resgata galos que eram usados para rinhas em bairro nobre de Curitiba, PR


 Foto: Divulgação

Dezesseis galos da raça mura foram resgatados em condições de maus-tratos na manhã de terça-feira (6) no bairro Mossunguê, em Curitiba. Segundo a investigação, os animais eram usados para rinhas.

As equipes encontraram as aves mantidas em espaços pequenos, sem higiene, subalimentadas e sem o fornecimento adequado de água.

O responsável pelos galos foi multado no valor de R$ 20 mil, com base na Lei 16.378 de 2024, lei municipal de combate aos maus-tratos de animais. Ele também firmou compromisso de acabar com a atividade.

Considerado crime de maus-tratos no Brasil, a rinha de galo é um combate entre os animais da mesma espécie como forma de entretenimento e apostas em direito.

Galos foram colocados para adoção em Curitiba

De acordo com o diretor de Pesquisa e Conservação da Fauna da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Edson Evaristo, todos os 16 galos foram identificados por microchip eletrônico e serão destinados para adoção responsável.

“Recebemos a denúncia dessa criação irregular de galos de rinha e a situação foi comprovada durante a fiscalização na manhã desta terça-feira. Os animais estavam em condições de maus-tratos e agora vão receber um tratamento adequado”, explicou Evaristo.

A operação envolveu equipes da Rede de Proteção Animal da Prefeitura de Curitiba em apoio à Agência de Defesa Animal (Adapar) e do Batalhão de Polícia Ambiental – Força Verde da Polícia Militar

Fonte: Bem Paraná

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Investigação descobre rede de tráfico de cavalos para venda de carne na Europa


 Foto: Europol

Uma investigação policial em quatro países europeus apura um possível esquema de tráfico de cavalos que envolvia a falsificação de documentos e a manipulação de microchips para ocultar a identidade dos animais. A fraude pode ter permitido que cavalos impróprios para consumo humano fossem introduzidos na cadeia alimentar sem que sua origem e seu histórico veterinário fossem devidamente verificados.

A operação, apoiada pela Agência da União Europeia para a Cooperação Policial (Europol), ocorreu entre 8 e 9 de setembro de 2026, com ações na Bélgica, na França, na Irlanda e na Holanda. Cerca de 200 agentes participaram de 24 buscas, durante as quais mais de mil cavalos foram examinados. Veterinários, autoridades de segurança alimentar e equipes de investigação também atuaram na operação.

Segundo a Europol, os suspeitos teriam criado identidades falsas para os cavalos por meio de passaportes falsificados e alterações nos microchips. Com isso, conseguiam ocultar informações sobre a procedência dos animais, seu histórico de saúde e os tratamentos veterinários recebidos, além de contornar os controles destinados a impedir que cavalos sem condições sanitárias adequadas fossem destinados ao consumo humano.

Parte dos animais teria sido comercializada ilegalmente, enquanto outros foram enviados para morrer. A suspeita de que alguns tenham chegado à cadeia alimentar sem rastreabilidade levanta questões tanto sobre a segurança dos alimentos quanto sobre a proteção dos próprios cavalos, submetidos a um sistema que transforma suas vidas em mercadorias e pode apagar os registros necessários para acompanhar seu percurso.

A investigação envolve a Polícia Judiciária Federal da Flandres Oriental, na Bélgica; o Escritório Central de Combate a Crimes Ambientais e de Saúde Pública, na França; o Departamento Nacional de Investigação da Garda, na Irlanda; e a Autoridade Holandesa de Segurança Alimentar e de Produtos de Consumo.

Medicamentos e histórico dos cavalos sob suspeita

A preocupação com a origem dos animais vai além da falsificação documental. A organização Foodwatch considera possível que cavalos utilizados em atividades de lazer e em corridas tenham sido incluídos no esquema. Alguns desses animais podem ter recebido medicamentos que impedem sua destinação ao consumo humano, seja de forma permanente, seja durante períodos específicos de carência após o tratamento.

Sem registros confiáveis, torna-se mais difícil identificar essas substâncias e verificar se os intervalos exigidos antes de qualquer eventual destinação alimentar foram respeitados. A investigação ainda precisa esclarecer quais animais foram envolvidos, quais produtos podem ter recebido sua carne e se houve exposição de consumidores.

Joe Collins, presidente da Federação Europeia de Associações Veterinárias Equinas, afirmou que o caso demonstra a importância de sistemas confiáveis de identificação e rastreabilidade, tanto para o bem-estar animal quanto para a segurança alimentar.

Para a Foodwatch, a falta de informações sobre o destino da carne também exige respostas das autoridades. Ingrid Kragl, porta-voz da organização, questionou em quais produtos a carne pode ter sido utilizada e por quanto tempo teria circulado no mercado. Ela alertou que a ausência de esclarecimentos amplia as dúvidas e compromete a confiança pública.

A organização também afirmou que ainda não se sabe de que forma a carne foi consumida nem se foi incorporada a alimentos processados.

A apuração, liderada pela Bélgica, continua em andamento. As autoridades dos países envolvidos analisam as provas reunidas nas buscas e trabalham para identificar outras pessoas que possam ter participado da rede.

Fonte: anda.jor.br

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