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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Será que é verdade que um carrapato pode te fazer virar vegetariano?


 Um tipo de carrapato encontrado principalmente nos Estados Unidos tem chamado atenção por provocar uma condição rara e potencialmente grave: uma alergia à carne vermelha. O fenômeno acontece após a picada do chamado carrapato-americano, parente do carrapato-estrela brasileiro, que pode transmitir ao organismo humano uma molécula conhecida como alfa-gal.

Depois disso, o corpo passa a reagir à ingestão de carnes vermelhas como se estivesse diante de uma ameaça, provocando sintomas que vão de coceiras intensas até dificuldade respiratória e choque alérgico. O detalhe mais perigoso é que a reação costuma surgir horas depois da refeição, dificultando a identificação da causa. Mortes já foram registradas nos Estados Unidos e na Austrália.



Fabio Chaves chamou atenção para a forma como o assunto foi tratado em manchetes antigas no Brasil. “Colocaram assim no título: ‘Carrapato transforma pessoas normais em vegetarianas’, como se vegetarianos não fossem normais”, comentou. Apesar do tom curioso que costuma cercar a notícia, ele destacou que se trata de uma condição séria.

Fonte: vista-se.com.br

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Defensora denuncia que secretaria cita aborto ao negar castração animal em Cuiabá


 A protetora de animais Mariana Melo denunciou negativa da Secretaria Adjunta de Bem-Estar Animal de Cuiabá (MT) aos pedidos para castração. Conforme relato, a justificativa apresentada seria de que a castração representa “aborto” e não compactuam com a conduta.

A denúncia foi exposta em audiência realizada na Câmara dos Vereadores, na última quinta-feira (8), e ganhou notoriedade no começo desta semana. Após a reunião, o tema foi abordado em rede social, na qual a vereadora e primeira-dama, Samantha Iris (PL), teria ridicularizado a causa. Um print mostra que a parlamentar comentou “que viagem”, acompanhado de um emoji rindo.

Com a grande repercussão do comentário, a protetora divulgou prints do momento em que a Secretaria teria informado sobre a negativa das castrações. Na imagem, a mensagem diz: “Se ela cruzou, você quer promover o aborto desse animal? Não realizamos e não compactuamos com isso”.

Outro lado

A Secretaria Adjunta de Bem-Estar Animal foi procurada e questionada pela reportagem sobre as medidas adotadas diante dos pedidos de castração, assim como a denúncia feita pela ativista. Em nota à imprensa, afirmam

Em relação às castrações de animais, cães e gatos, a Secretaria Adjunta de Bem-Estar Animal esclarece que:

Os procedimentos de castração seguem realizados normalmente, dentro da capacidade operacional e dos critérios técnicos estabelecidos pela equipe médica veterinária responsável.

Atualmente, o município realiza mais de 180 castrações mensais, atendendo munícipes, ONGs, protetores independentes e animais comunitários, inclusive com fila específica destinada a protetores e organizações.

A fala divulgada em vídeo foi retirada de contexto e se referia especificamente à impossibilidade de realização imediata de um procedimento fora da fila regular, em um caso relatado como um animal que havia acabado de cruzar. O apontamento técnico realizado foi justamente sobre a necessidade de avaliação clínica, respeito aos protocolos veterinários e à organização da fila pública de atendimento.

Reforça que não houve suspensão de castrações e tampouco negativa generalizada de atendimento. Os procedimentos seguem critérios médicos veterinários, disponibilidade operacional e ordem de demanda, visando garantir isonomia e responsabilidade técnica no serviço público.

Ressaltamos ainda que recortes isolados de falas acabam desconsiderando toda a complexidade operacional do serviço e gerando interpretações distorcidas sobre o trabalho desempenhado pela equipe técnica.

Por Laisa Stofel

Fonte: Gazeta Digital

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Cadela que teve complicações graves após castração pelo serviço municipal morre após 14 dias em Três Corações (MG)

 


Foto: Reprodução EPTV

A cadela Kiara, de três anos, morreu na noite de quarta-feira (13/05), após ficar 14 dias internada em estado grave por complicações decorrentes de uma castração realizada pelo serviço municipal de Três Corações (MG). Ela estava no Centro Intensivo Veterinário da cidade e não resistiu.

Segundo a protetora animal Théa Prudêncio, a denúncia foi registrada na Polícia Civil, que deve ouvir os envolvidos e encaminhar as informações ao Ministério Público, responsável por decidir sobre eventual responsabilização. Ela também formalizou uma denúncia no Conselho Regional de Medicina Veterinária de Minas Gerais (CRMV-MG), mas ainda não houve resposta.

O caso ganhou repercussão após veterinários encontrarem duas abraçadeiras plásticas, conhecidas como “enforca-gato”, dentro do abdômen do animal durante uma cirurgia de emergência.

Na época da denúncia, a administração municipal negou irregularidades e afirmou, em nota, que as técnicas utilizadas eram adequadas.

O caso gerou repercussão entre protetores. A protetora Théa Prudêncio publicou uma mensagem de despedida nas redes sociais, em que afirma que a cadela “foi profundamente amada” e que sua história ajudou a despertar consciência sobre a causa animal.

“A Kiara lutou até o fim. Esperamos que isso provoque mudanças”, afirmou Théa.

Segundo ela, Kiara “não perdeu essa luta” e se tornou símbolo de uma mobilização que ganhou apoio em todo o país.

Em nota ao g1, o Ministério Público, por meio da Promotoria de Justiça de Três Corações, informou que está aguardando a investigação da Polícia Civil local acerca do caso para que as providências sejam tomadas a partir do que for apurado.

Entenda o caso

Kiara vivia nas ruas do bairro Cotia e foi encaminhada para castração na fazenda experimental da Unincor. A cirurgia foi realizada no dia 28 de abril.

Segundo a protetora Théa Prudêncio, a cadela já apresentava sinais de doença, mas, mesmo assim, passou pelo procedimento. Após a cirurgia, teve hemorragia, vômitos e sinais intensos de dor.

Ela foi levada para uma clínica veterinária particular, onde passou por cirurgia de emergência. Durante o atendimento, os veterinários encontraram duas abraçadeiras de nylon dentro do abdômen do animal.

“A parte do lacre pode gerar aderências e complicações graves em órgãos internos. Isso vira um corpo estranho”, explicou o veterinário Charles Guedes.

Na época, a Prefeitura informou que a cadela chegou para a cirurgia sem exames prévios, classificou o caso como fatalidade e negou maus-tratos ou negligência.

O g1 voltou a questionar a Prefeitura sobre quais medidas serão tomadas após a morte da cadela e se haverá investigação interna sobre o caso, mas até esta publicação não havia recebido resposta. O g1 também entrou em contato com o Ministério Público e o Conselho Regional de Medicina Veterinária e aguarda retorno.

Fonte: G1

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Projeto de lei propõe pagamento de R$ 100 para caçadores por cada javali morto em Santa Catarina


 Foto: Freepik/Reprodução

Um projeto de lei apresentado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) pretende autorizar o pagamento de R$ 100 para cada javali morto no estado. A proposta, assinada pelo deputado estadual Camilo Martins (Podemos), abre caminho para que caçadores cadastrados recebam dinheiro público por matar animais, uma medida que institucionaliza a violência contra seres sencientes enquanto transfere à sociedade os custos de um problema criado principalmente pela própria exploração agropecuária.

O texto prevê que pessoas físicas e jurídicas autorizadas pelos órgãos ambientais possam receber a quantia mediante comprovação da morte dos javalis e autorização do proprietário da área onde a ação ocorrer. Segundo a justificativa do parlamentar, o valor teria caráter indenizatório para cobrir gastos com deslocamento, equipamentos e insumos utilizados nas ações de manejo.

A proposta seguirá para análise nas comissões de Justiça, Finanças, Agricultura e Meio Ambiente da Alesc antes de eventual sanção do governador Jorginho Mello.

Embora os javalis sejam tratados como uma espécie invasora, as discussões sobre controle populacional sempre ignoram a origem do problema. A introdução desses animais no Brasil ocorreu por interesses econômicos ligados à criação comercial e à atividade rural. Décadas depois, a expansão descontrolada da espécie passou a ser usada como justificativa para campanhas de caça.

Os próprios setores que contribuíram para a presença e proliferação dos javalis pressionam agora por políticas de extermínio financiadas pelo poder público. Enquanto produtores rurais e grandes empresários do agronegócio alegam prejuízos econômicos e riscos sanitários, o debate raramente inclui a possibilidade desses setores arcarem integralmente com métodos éticos e não letais de contenção.

Independentemente do custo envolvido em alternativas que preservem vidas, como cercamentos, barreiras físicas, esterilização, monitoramento reprodutivo e estratégias de mitigação ambiental, a responsabilidade financeira deveria recair justamente sobre quem historicamente lucrou com a exploração desses animais e com modelos produtivos que favoreceram seu avanço territorial.

Dados do Sistema de Manejo de Fauna (Simaf) mostram crescimento contínuo nos registros de manejo de javalis em Santa Catarina. Em 2019, foram 5.838 registros. O número saltou para 36.006 em 2024. Apenas até agosto de 2025, já haviam sido contabilizados 34.278 registros.

O próprio Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis reconhece, entretanto, que os dados são autodeclaratórios e podem apresentar inconsistências, já que não existe um sistema oficial consolidado de monitoramento populacional da espécie.

Segundo a legislação vigente, o manejo autorizado permite perseguição, captura e assassinato dos animais, inclusive com armas de fogo e armas brancas. Embora a norma proíba maus-tratos, a eficácia da fiscalização é questionável e existe um risco de banalização da violência quando o Estado passa a estabelecer recompensa financeira por mortes.

Fonte: anda.jor.br

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