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quinta-feira, 26 de março de 2026

Vizinha diz que teve medo de reagir ao ver cachorro ser assassinado com 14 tiros em MG: ‘Nem vendo eu acreditava’


  Foto: Reprodução/Redes Sociais

Uma vizinha, que preferiu não se identificar, registrou em vídeo o momento em que Rodrigo Luiz dos Santos, de 58 anos, matou o cachorro da família com 14 tiros na região central de Pará de Minas, no Centro-Oeste do estado, no último sábado (21). A moradora descreveu o susto, o medo e a forma como ficou incrédula diante da cena.

O homem foi preso em flagrante, mas foi liberado após pagar fiança de R$ 20 mil, durante a audiência de custódia na noite de domingo (22). Ele vai responder ao processo em liberdade. Segundo o advogado Gismael Almendro, o cliente passa a cumprir medidas cautelares determinadas pela Justiça. Veja mais abaixo o que diz a defesa.

Segundo a vizinha, tudo começou enquanto ela assistia a um filme com o marido em casa.

“Ouvi um barulho e achei que pudesse ser uma bomba. Na hora, não percebi que era um tiro. Mas, imediatamente, o cachorro começou a chorar”, contou.

Ainda conforme ela, a cadela dela também se assustou e correu por causa do barulho. Ao se aproximar da janela, a mulher percebeu que o homem estava com algo nas mãos, mas não identificou de imediato que se tratava de uma arma de fogo.

“Foi quando meu marido chegou e percebeu que era uma arma, porque começou a sair sangue do cachorro. Peguei o celular e pedi para que ele gravasse”, afirmou.

A vizinha disse que ficou com medo de reagir.

“Fiquei acuada. Mesmo que eu gritasse para ele parar, na adrenalina em que ele estava, poderia continuar e até tentar me atingir. Por isso, não esbocei nenhuma reação, a não ser ficar chocada com o que estava vendo. Nem vendo eu acreditava”, completou.

De acordo com ela, familiares do suspeito estavam em casa durante o ocorrido, mas não fizeram nada.

“Não vi se os filhos falaram algo com o pai, mas não fizeram nada para impedir os 14 disparos contra o animal. Depois do ocorrido, ficaram olhando para o prédio para ver se alguém tinha visto. Nesse momento, me esquivei”, relatou.

Após os disparos, a vizinha e outros moradores acionaram a polícia. “Liguei na hora, e outras pessoas do prédio também chamaram”.

De acordo com a testemunha, o filho do suspeito comentou à polícia que o homem teria consumido bebida alcoólica e remédio controlado. “Escutei ele falando isso. Mas, se estivesse tão alterado assim, não teria acertado 12 tiros no cachorro e nem teria errado todos os disparos na fachada de vidro da própria casa”, finalizou.

O caso gerou revolta entre os moradores da região e é investigado pela Polícia Civil.

O que diz a defesa?

Segundo o advogado Gismael Almendro, o cliente pagou a fiança e agora cumprirá medidas cautelares determinadas pela Justiça. A suspensão dos registros das 10 armas de fogo que ele mantinha em casa também foi decretada. Todo o armamento já havia sido apreendido pela Polícia Militar durante a ocorrência.

O homem pode responder por maus-tratos a animais com resultado morte, além de crimes previstos no Estatuto do Desarmamento, como posse irregular e disparo de arma de fogo.

Filho também foi detido

O filho do suspeito, de 20 anos, também foi detido por fraude processual e liberado após prestar depoimento. Ele foi flagrado ao sair do imóvel em uma caminhonete com o corpo do cachorro.

Questionado, o rapaz disse que o pai havia chegado em casa com sinais de embriaguez e que, pouco depois, ouviu barulhos semelhantes a disparos na garagem. Ao verificar a situação, encontrou o animal já morto.

O jovem afirmou ainda que não presenciou o momento dos tiros, contudo limpou o local e colocou o corpo do cachorro no automóvel com a intenção de enterrá-lo.

Caso é investigado


Foto: Reprodução/Redes Sociais

Conforme o delegado César Augusto Faria Freitas, o caso segue em investigação e deve incluir ainda infrações previstas no Estatuto do Desarmamento.

“O andamento investigatório vai analisar os maus-tratos contra animais, além das infrações relacionadas à posse e ao disparo de arma de fogo”, explicou.

O delegado destacou que a morte do animal agrava a situação do suspeito. Pela legislação brasileira, houve aumento de pena para casos de maus-tratos contra cães e gatos, com previsão de punições mais severas.

Protesto em frente à delegacia

Ainda na noite de sábado, a prisão do homem provocou comoção e revolta em Pará de Minas. A repercussão do caso mobilizou moradores, que se reuniram em frente à delegacia onde o suspeito estava detido.

Durante o protesto, os manifestantes gritaram palavras de indignação, como ‘assassino’, ‘bandido’ e ‘covarde’. A manifestação foi registrada em vídeo. Veja acima.

Por Anna Lúcia Silva

Fonte: g1

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