Por Bárbara Alcântara,
ANDA
Era mais um dia comum para a
cuidadora e fundadora da Fundação Salve Elefante, Lek Chailert, até que ela foi
interrompida de seu trabalho por uma elefanta resgatada. O animal foi tão
enfático no pedido de atenção que inclusive enrolou sua tromba em Chailert.
O que a elefanta Faa Mai queria era
que Lek cantasse uma cantiga de ninar para seu filhote adotivo, Thong Ae. Como
se a cuidadora não tivesse nada mais importante naquele momento para fazer além
de agradar o filhotinho.
Parece um acontecimento inusitado,
mas é muito mais comum do que imaginamos. Elefantes são animais muito sociáveis
e inteligentes, e formam laços muito fortes com os mais novos e até mesmo velam
os mortos.
A interação de Faa Mai, por mais singela
que tenha sido, foi também uma maneira de lembrar a todos do quanto temos em
comum com os animais e o quanto eles precisam
viver suas vidas livres de qualquer tipo de exploração
– assim como nós, seres humanos.
Todos os anos, centenas de turistas
visitam o Parque Natural dos Elefantes, e ajudam a cuidar dos elefantes como
voluntários – em vez de montá-los ou assistir alguma performance abusiva
apresentada por eles.
Apesar de ser um trabalho voluntário,
as recompensas são muito valiosas: a experiência de cuidar dos animais promove
compaixão, educa o público e tem criado uma mudança
significativa na forma em que os animais são tratados na Tailândia e até
mesmo no resto da Ásia.
Veja o vídeo no www.anda.jor.br
Fonte: ANDA ( foto: internet )

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