Foto: Reprodução/ Inter TV)
A medida está prevista na Lei
6.798, de agosto de 2017, responsável por instituir a política de proteção ao
animal de grande porte na cidade.
A Prefeitura informa que todos os
animais de grande porte resgatados são encaminhados ao curral municipal, onde
recebem microchips com nome, idade, sexo e pelagem. Os animais só podem ser
retirados do local pelos tutores mediante pagamento de multa de R$ 164,72 e
diária de hospedagem de R$ 16,472. Os animais que não são retirados do curral
pelos responsáveis são disponibilizados para adoção.
Desde que a lei foi sancionada, no
ano passado, 676 cavalos foram resgatados, segundo a administração municipal.
Desse número, 150 foram recolhidos das ruas neste ano.
A Associação de Proteção e Bem-Estar
Animal de Governador Valadares (Aprobem) afirma que a lei tem dado bons
resultados. As informações são do portal G1.
“O animal de grande porte a gente não
consegue resgatar e prover a ele um atendimento veterinário, porque é mais
difícil. Com o poder público agindo, já conseguimos reduzir e muito o número de
animais em sofrimento, abandonados nas ruas”, afirma a presidente, Silvana
Soares.
O município pretende ainda capacitar
carroceiros para que, segundo o vereador Alessandro Ferraz (PHS), “eles possam
trabalhar de forma digna sem maltratar os animais”.
Denúncias de maus-tratos aos animais
no município podem ser feitas através do telefone (33) 98447.5372.
Nota da Redação: a ANDA se
posiciona contra a capacitação de carroceiros e reforça que os veículos de
tração animal devem ser proibidos e substituídos por veículos que não dependam
de exploração animal para serem utilizados. Além de oferecer outro meio de
transporte para os carroceiros, sem o envolvimento de animais de grande porte,
é importante também que essas pessoas tenham a opção de se profissionalizar
para ingressar em outra área no mercado de trabalho. Capacitar carroceiros para
que eles continuem explorando animais é uma medida inaceitável que deve ser
combatida, isso porque os animais existem por propósitos próprios e devem ter o
direito de viver em paz, realizando atividades que eles mesmos decidirem por em
prática, sem que sejam forçados a puxar carroças em benefício humano.
Fonte: anda.jor.br.

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