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Assessoria
A vereadora por
Maceió Teca Nelma (PSD) vai pedir apuração do alarme falso da Braskem ao
Ministério Público Federal (MPF) e ao Ministério Público Estadual (MPE). De
acordo com a assessoria da vereadora, ela quer que as autoridades apurem por
que a Braskem acionou um alarme, seguido de um aviso de evacuação das pessoas
do bairro, como se estivesse ocorrendo um vazamento químico na fábrica.
“Como se não
bastassem as vidas destruídas pelo afundamento dos bairros de Maceió, agora a
Braskem desrespeita, com alarmes de vazamentos falsos, a vida dos moradores do
Pontal. Buscarei as medidas cabíveis para que esse ato absurdo não saia
impune”, afirmou a vereadora Teca Nelma, numa postagem no twitter, sobre essa
situação mal explicada.
Questionada, por
meio da sua assessoria, se entre as providências que iria tomar, estaria a
cobrança de apuração do fato junto às autoridades constituídas, ela respondeu:
“Estaremos
encaminhando por meio de um ofício a cobrança de posicionamento dos ministérios
acerca da situação que interfere na vida dos moradores adjacentes do local
afetado e do alarme”.
MUVB também cobra
explicações
Será que esse
incidente vai ficar por isso mesmo? A Braskem não vai ser maltada ou autuada?
Não vai ser obrigada a fazer uma reparação pecuniária aos moradores do Pontal
da Barra, pelos prejuízos e constrangimentos causados? –, questionaram alguns
internautas que interagiram com a vereadora nas mídias sociais.
A bióloga Neirevane
Nunes, coordenadora do Movimento Unificado das Vítima da Braskem (MUVB), concorda
plenamente essas cobranças. Ela disse que a vereadora Tereza Nelma está correta
em cobrar explicações e um posicionamento firma dos órgãos de fiscalização e
controle.
“Esse erro que a
Braskem cometeu provocou pânico, precisa ser melhor explicado, precisa ser
investigado a fundo, até para evitar especulações, como as que sugiram nas
mídias sociais, dizendo que na verdade houve um vazamento químico, mas a
Braskem estaria escondendo o que realmente ocorreu”, opinou Neirevane.
“Diante do crime
socioambiental da exploração de sal-gema em Maceió levando ao afundamento de 5
bairros e com o histórico de infrações ambientais com acidentes com vazamento
de Cloro, a mineradora perdeu a credibilidade da população de Maceió”,
acrescentou.
“Trabalhadores da
petroquímica e moradores do Pontal vivem apreensivos”
Neirevane Nunes
disse ainda que os trabalhadores da petroquímica e os moradores do Pontal da
Barra vivem apreensivos, como medo de um acidente na fábrica. “É importante
lembrar que o último acidente que ocorreu, não faz muito tempo. Foi maio de
2011: causou a intoxicação de 152 moradores e feriu 5 funcionários”.
A bióloga defende
que a empresa seja mais transparente, que diga efetivamente o que aconteceu ou
está acontecendo.
“A população espera
que as autoridades façam uma investigação sobre o que realmente aconteceu na
fábrica. Até para saber porque empresa acionou o alarme e emitiu um aviso
pedindo para que as pessoas deixassem suas casas e procurassem abrigo na Ponte
Divaldo Suruagy”.
A Tribuna
Independente entrou em contato com a assessoria de comunicação da Braskem,
perguntando se já tinham encontrado o culpado ou culpados pelo “erro” no aviso
de evacuação em caso de vazamento, mas a empresa não respondeu. Por conta desse
“equívoco”, os moradores viveram momentos de desespero e pânico, na manhã, da
última quarta-feira (4/7).
O caso
O aviso sonoro da
Braskem falava em vazamento químico e pedia para os moradores deixarem a
região. No entanto, por meio de nota, a petroquímica negou qualquer vazamento
de produto químico e assumiu que houve um erro no acionamento do alarme, mas
sem dar muitos detalhes de como tudo aconteceu. Não disse, por exemplo, se o
erro foi mecânico ou manual.
Na nota à imprensa,
a Braskem disse que ocorreu uma falha técnica de comunicação no teste de alarme
que é efetuado toda quarta-feira, sempre às 10 horas. Segundo a empresa, era
para ter soado apenas o som da sirene, emitindo o sinal sonoro de rotina, como
acontece toda quarta-feira pela manhã, mas foi emitido, por engano, um aviso
pedindo aos moradores que deixassem suas casas.
Quando o aviso
errado foi emitido, os moradores do Pontal da Barra entraram em pânico,
pensando que algum acidente ou vazamento de cloro tinha ocorrido na Braskem,
que fica de frente para a principal avenida de saída de Maceió pelo Litoral
Sul. A empresa disse também que, após o erro, foi emitido um novo aviso sonoro
informando que a fábrica operava normalmente.
No entanto, moradores do bairro Pontal da Barra, ouvidos pela imprensa,
disseram que o novo avisou demorou para ser acionado, só foi emitido quase uma
hora depois do primeiro.
Por Ricardo Rodrigues - colaborador com Tribuna Independente
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