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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Dezenas de médicos apoiam o veganismo em protestos em frente à Casa Branca



Divulgação
O Comitê de Médicos pela Medicina Responsável (PCRM, na sigla em inglês) é uma organização sem fins lucrativos que reúne profissionais que incentivam a adoção de uma dieta livre de insumos de origem animal.
Frequentemente o grupo realiza ações para evidenciar os benefícios de um estilo de vida vegano e a mais recente foi feita em frente à Casa Branca, na cidade de Washington, na capital dos EUA, um dos locais mais famosos do mundo.
Centenas de médicos vestindo jalecos brancos seguraram uma grande faixa verde estampada com a frase “Go Vegan” (Vai Veganismo, em tradução livre). Os profissionais foram até à cidade para participar da 6ª Conferência Anual Internacional sobre Nutrição em Medicina, que é realizada em parceria com a Escola de Medicina e Ciências da Saúde da Universidade George Washington.
O objetivo do evento é conscientizar e compartilhar conhecimentos sobre o impacto da alimentação para a saúde. A conferência reúne não apenas médicos, mas também estudantes que buscam expandir seus conhecimentos além da escola médica tradicional e ultrapassada.
O PCRM é liderado pelo Dr. Neal Barnard e além de lutar pela melhoria da alimentação em hospitais, escolas e nos lares norte-americanos, também é engajado na na abolição de testes em animais.
Fonte: anda.jor.br

RETROCESSO : Governo de SP regulamenta a caça de javali no estado


Após um projeto de lei que proíbe a caça “em todas as suas modalidades, sob qualquer pretexto, forma e para qualquer finalidade” ter sido sancionado em junho pelo governador de São Paulo, Márcio França (PSB), o governo recuou e, em um retrocesso, voltou a permitir a caça ao javali no estado.

(Foto: Divulgação)
A decisão de novamente autorizar que javalis sejam covardemente caçados foi tomada em conjunto pelas secretarias de Agricultura e Meio Ambiente.
Em entrevista ao Canal Rural, o dirigente da assessoria técnica da Secretaria de Agricultura do estado, José Luiz Fontes, explicou as mudanças provocadas pela nova resolução.
“O que se estabeleceu com essa resolução conjunta da agricultura e meio ambiente é o controle populacional com a coordenação do Estado”, disse Fontes, que explicou ainda que a caça ao javali será feita por controladores credenciados ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Lamentavelmente, o órgão, que deveria proteger todas as espécies de animais, legitima ações cruéis ao credenciar pessoas para a caça ao javali.
O dirigente afirmou ainda que as regras estabelecidas pelo Ibama, como a de que apenas pessoas credenciadas podem caçar os javalis, continuam valendo. Apesar da manutenção das regras, mudanças foram feitas em relação ao procedimento realizado para execução da caça. “Esse controlador prestava informações apenas depois das operações de controle, informando a cada trimestre, se não me engano, o quanto foi abatido de javali durante aquele período. Agora o proprietário rural que tiver a ocorrência de javali vai comunicar essa ocorrência e requerer a autorização pra que se faça o abate e vai indicar qual será o controlador que vai ser contratado desses credenciados. Esse controlador vai então informar como será feito esse abate”, explicou. Os novos trâmites, segundo Fontes, vão possibilitar que “o Estado possa ter uma responsabilidade até também compartilhada nesta ação de controle do javali”.
Ao ser questionado pela jornalista do Canal Rural sobre a necessidade de fazer um mapeamento das regiões onde há mais incidência de javalis para que os controladores se dirijam a esses locais para matar os animais, Fontes respondeu que “isso vai ser possível principalmente agora com a entrada da Secretaria da Agricultura”.
No momento em que respondeu a pergunta, o dirigente deixou claro que a liberação da caça por parte das secretarias de Agricultura e Meio Ambiente têm como único objetivo zelar pelo agronegócio, desconsiderando o direito à vida que deveria ser resguardado aos javalis, que, nesta situação, são tratados como meros objetos que trazem prejuízo aos lucros dos produtores rurais e não como seres vivos.
“Talvez a principal novidade dessa resolução e como passa a ser feita aqui em São Paulo é que há um claro reconhecimento da questão ligada ao javali com a agropecuária. Então ela [a espécie] passa a ser tratada agora como uma praga pelos prejuízos que ela provoca à agropecuária, por isso a presença da secretaria da agricultura. Então a Secretaria da Agricultura, agora, vai poder, por essa resolução, auxiliar os agricultores a fazer essas comunicações, vai ter esse banco de dados para junto com a Secretaria do Meio Ambiente estabelecer estratégias pra controle dessa espécie”, afirmou Fontes ao reforçar que o interesse econômico está, para o governo, acima da vida dos javalis.
Ao abordar a forma como será autorizada a caça ao javali, o dirigente explicou que, após o produtor realizar o contato para solicitar liberação para a caça, se a autorização não for emitida em 30 dias, “está autorizada automaticamente a operação da forma como o controlador inseriu no sistema a metodologia”. O sistema a que Fontes se refere, segundo ele, é o mesmo que já vinha sendo utilizado, sendo necessário apenas pequenos ajustes para que atenda às novas regras.
Direito à vida
O javali foi introduzido intencionalmente por humanos no Brasil. Desde os primeiros anos após a chegada dos portugueses no país, a espécie habita o território brasileiro.
Trazer um animal, de forma intencional, para um local para depois decidir que a presença dele não é aceita e, por isso, optar por matá-lo é controverso e extremamente cruel. Os possíveis prejuízos que a espécie pode causar ao país são de responsabilidade de quem trouxe os javalis para o Brasil, não dos animais que, inocentes, não devem pagar com a vida.
Os problemas relacionados à espécie, como a destruição de plantações, por exemplo, provocada pelos javalis com o único intuito de matar a própria fome, devem ser contornados e solucionados de formas éticas, sem que os animais sejam submetidos ao sofrimento e à morte.
Fonte: anda.jor.br

Leitão pulou de um caminhão de transporte, agora não consegue parar de agradecer à sua resgatista por dar-lhe uma segunda chance na vida



Apenas algumas semanas atrás, Yorkshire, o porco, estava preso em um caminhão de transporte de animais, e seu futuro parecia tudo, menos brilhante. Mas esse menino se recusou a desistir de tentar mudar isso. Ele deu um salto do caminhão para a liberdade e, felizmente, uma família amável o encontrou. Seus resgatistas não hesitaram em parar para ajudá-lo e forneceram os cuidados veterinários de que ele precisava. Agora, o  porquinho se prepara para ir para sua nova casa, e seu focinho feliz está fadado a alegrar o dia de qualquer um!

Quando ele foi encontrado, Yorkshire precisava mesmo de ajuda. Sua mandíbula estava quebrada e ele tinha algumas contusões por todo o corpo.
O leitão foi levado aos cuidados de Erin Brinkley-Burgardt, que passou a compartilhar sua história no Facebook. É desnecessário dizer que o porquinho e sua nova cuidadora se deram bem de verdade!
Yorkshire será colocado em seu lar definitivo ao lado de um companheiro, “Hampshire Bowie Hooligan”, assim que sua mandíbula e sua saúde geral forem avaliadas pelo veterinário.
Por enquanto, ele está ocupado em ser a imagem da adorabilidade … agradecendo à sua resgatista por lhe dar uma segunda chance na vida!

Como sua cuidadora enfatizou, a maioria dos porcos não tem a mesma sorte que Yorkshire. Na indústria de carnes, os filhotes são separados de suas mães com seis semanas de idade. Os machos são castrados sem sedação. São enviados para viver em uma instalação para ganhar peso e depois para o abate, geralmente antes mesmo de terem um ano de idade. Yorkshire escolheu literalmente a liberdade para si mesmo, mas teve a sorte de poder escapar do futuro para o qual se dirigia e depois ser resgatado, e ter uma vida.
Os porcos são animais incrivelmente inteligentes que não são muito diferentes dos animais de estimação domésticos. Se todos pudéssemos aprender a ver esses magníficos animais como alguém em vez de algo, o mundo por certo seria preenchido com muito mais beijos e abraços suínos!
Por Aleksandra Pajda / Tradução de Maria Letícia Guerra Machado Coelho
Fonte: One Green Planet ////Fotos: Erin Brinkley-Burgardt/Facebook


Bombeiros resgatam cavalo após carroça cair em rio em Muriaé (MG)


O Corpo de Bombeiros de Muriaé (MG) resgatou um cavalo após ele, a carroça e um carroceiro caírem dentro do Rio Muriaé. O acidente aconteceu na Rua José Amaro, no Bairro José Cirilo.

(Foto: Site Silvan Alves/Divulgação)
Segundo as informações preliminares apuradas pela corporação, o homem contou que tentava fazer uma manobra com a carroça quando a animal se assustou e correu em direção ao Rio Muriaé.
O carroceiro conseguiu nadar e sair sozinho das águas, mas o cavalo ficou preso em uma peça da carroça. Os bombeiros conseguiram soltá-lo do arreamento e usaram cordas para retirá-lo antes que ele afogasse.
Nem o homem nem o animal ficaram feridos, de acordo com os militares.
Nota da Redação: animais existem por propósitos próprios, não para servir aos seres humanos. É inaceitável, portanto, que cavalos sejam obrigados a puxar carroças quando deveriam ter o direito de viver realizando apenas as atividades que eles mesmos desejassem. As carroças, além de serem exploratórias, também colocam em risco a integridade física e a vida dos animais, já que os expõe a acidentes e os maltrata devido ao peso que são forçados a carregar sozinhos e aos chicotes, frequentemente usados por carroceiros. 
Fonte: G1


Campanha pede construção de hospital veterinário em cidades com mais de 100 mil habitantes


Uma campanha em defesa da causa animal está sendo lançada na internet pelo ex-prefeito e candidato a deputado federal mogiano Marco Bertaiolli (PSD). O objetivo é conseguir a adesão da população, por meio de um abaixo-assinado, para que as cidades paulistas acima de 100 mil moradores recebam recursos do Governo Federal para a implantação de um hospital veterinário, semelhante ao que foi inaugurado em César de Souza, distrito do município de Mogi das Cruzes (SP), ao lado do Centro de Controle de Zoonoses, pelo próprio Bertaiolli, em 2016.

Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)
Bertaiolli propõe também que cidades com menos de 100 mil habitantes tenham um posto veterinário. A proposta está postada no perfil do mogiano no Facebook (marco.bertaiolli) e as adesões deverão ser feitas num abaixo-assinado online, que servirá como base de um trabalho junto ao Ministério da Saúde e Congresso Nacional.
O candidato quer concluir as assinaturas no dia 4 de outubro, quando se comemora o Dia Mundial do Animal, no Dia de São Francisco de Assis. Segundo Bertaiolli, a defesa da causa animal precisa ser tratada como uma política pública de saúde.
“Uma rede de atenção somente se completa quando há também o cuidado com o bem-estar animal, principalmente de cães e gatos abandonados, errantes, ou que sofrem maus-tratos”, diz.
Fonte: O Diário de Mogi


Protetores de animais pedem ajuda para cães vítimas de maus-tratos na Grande Recife


Um dos cães foi alvo de balas de chumbinho no Cabo de Santo Agostinho

Tradicionalmente vistos através de um olhar marginalizado, alguns animais de rua da Região Metropolitana do Recife (RMR) vêm sendo alvo de maus-tratos dos moradores. Um exemplo foi o de um cão envenenado na Rua Noventa e Nove, no bairro de Maranguape 1, em Paulista, no último domingo (5), provavelmente confundido com a mãe. Ela, conhecida como “Veia”, ficou amedrontada depois do ocorrido.

Em uma publicação no Facebook, Pedro Schmidt, morador da Rua Noventa e Nove, divulgou o resgate de “Veia”, que tem entre oito e dez anos. “Não se sabe se ela já teve lar ou não, mas faz mais de um ano que ela habita a rua onde moro”, escreveu. Depois de realizar exame de sangue, foi descoberto que a cachorra tem leishmaniose, além de anemia, infecção e fungos. Schmidt faz um apelo para que alguém adote o animal. Confira:
Eu sei que dificilmente alguém vá querer a adotar em uma situação tão vulnerável, mas caso uma ONG ou alguém queira ficar com ela, precisa saber de todo o processo. Eu queria pedir ajuda, já que ela está na rua e em perigo. Acredito que vão tentar envenená-la novamente. Coloquei ela, provisoriamente, na área de serviço da minha casa, mas, como já tenho quatro animais, não tenho condições nenhuma de adotá-la, infelizmente.
Caso alguém tenha interesse em adotar a cachorra, Pedro Schmidt garante ter intenção de continuar ajudando com o que for necessário, como a compra de remédios, por exemplo. “Veia” está triste e desolada, por causa da perda do filho. Os interessados em adotar a cachorra podem entrar em contato com Pedro pelo número (81) 99672-8384 ou através da publicação do Facebook.
Cachorro é alvo de balas de chumbinho
Um outro cachorro de rua foi vítima de maus tratos na Região Metropolitana do Recife (RMR), desta vez, alvo de balas de chumbinho no corpo e na cabeça. Ele foi encontrado no Engenho Tiriri, em Gaibu, no Cabo de Santo Agostinho. Uma protetora de animais o resgatou e o levou para uma clínica veterinária localizada em Olinda, onde precisou gastar R$ 700 para retirar os chumbinhos do corpo do cachorro, batizado de “Toy” e identificado como um labrador de três anos.
As balas foram retiradas do corpo do cachorro, mas as da cabeça ainda não. São cerca de 26, que não estão em áreas comprometedoras. “Elas passam a ser nosso menor problema agora. Ele está com doença do carrapato e com suspeita de Leishmaniose, além das taxas de exame de sangue bastante ruins, a ponto de quase precisar de transfusão de sangue”, contou a protetora em um post do Instagram feito nessa quarta-feira (8).
Pelo fato de a cirurgia ser arriscada, o neurologista analisou a situação de “Toy” e decidiu que seria melhor não realizá-la. O animal já começou tratamento contra carrapato, tomou medicação para evitar inflamações, foi vermifugado e começou uma reeducação alimentar, além de estar usando uma coleira contra mosquitos. Esses e os gastos iniciais totalizam R$ 1.412,15.
A voluntária que resgatou Toy tem vários animais e, por isso, não pode ficar com ele. Doações estão sendo pedidas em um perfil de apoio à causa animal no Instagram para ajudar no tratamento do cão.
Confira os dados da conta bancária para ajudar “Toy”:
Keciane dos Santos Costa
Banco do Brasil
Ag:2811-8
Cp: 41876-5
Variação : 51 poupança
Fonte: OP9( fotos: internet )


Grupo se mobiliza e faz mutirão para melhorar condições de animais da Fazenda Modelo, no Rio


Comissão de Defesa dos Animais e ONG se reuniram para realizar castrações, banhos e doar medicamentos e alimentos para os animais. Protetores já tinham denunciado más condições do local.

A Comissão de Defesa dos Animais da Câmara Municipal do Rio e a ONG Paraíso dos Focinhos realizaram um mutirão, no sábado (11), para melhorar as condições dos animais abrigados na Fazenda Modelo. Um grupo de ativistas da comissão, veterinários e o vereador Luiz Carlos Ramos Filho, presidente da comissão, chegaram  no local desde cedo dando banhos e realizando a castração dos animais. O grupo também levou ração e medicamentos.
“A situação da Fazenda Modelo é muito triste e, desde o ano passado, os animais não estavam tendo o tratamento adequado. Viemos aqui para ajudar estes bichinhos que não falam e não podem se defender. Estamos de olho para que o poder público cuide corretamente deles. Vamos fazer outras ações de conscientização para que a sociedade civil se mobilize em defesa dos animais”, diz Ramos Filho.
No mês passado, um grupo de defensores dos animais esteve no local, que é considerado o principal centro da prefeitura na área, e revelaram inúmeros problemas no local. Segundo eles, os animais sofriam com falta de medicamentos e alimentos.

“Vamos botar a casa em ordem. É preciso de recursos e da ajuda da sociedade civi, pois o número de animais abandonados vem aumentado muito”, disse o novo subsecretário de Defesa dos Animais.
Recentemente também foi aprovada na Câmara do Rio uma lei que cria a farmácia veterinária popular, que distribuirá medicamentos de graça aos animais.
Fonte: G1 ( fotos¨internet )