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terça-feira, 22 de maio de 2018

Bombeiro entra em casa em chamas para salvar cães


Por Fernanda Cotez, ANDA
Durante um incêndio, cães da família cuja casa estava pegando fogo estavam presos dentro de um cômodo, e um bombeiro corajoso correu para dentro da casa em chamas para salvar os animais.
O bombeiro que atendeu a um incêndio em uma casa em San Diego, na Califórnia, Estados Unidos, se submeteu a voltar para a casa em chamas para resgatar dois cães de família, mesmo estando sem equipamento adequado no momento.

(Foto: Fox News San Diego Facebook)
O Departamento de Resgate de Incêndios de San Diego alegou que os ocupantes humanos da residência tinham conseguido sair do local por conta própria, mas apresentavam-se com medo da vida dos dois pequenos cães que permaneceram presos dentro da casa.
Ao receber a informação dos animais em meio às chamas, o bombeiro heroico correu para dentro para salvá-los. O tempo era evidentemente essencial, como indicado pelo fato de que ele entrou no prédio sem equipamento para protegê-lo da fumaça dentro de casa. O momento dramático foi captado em vídeo pela Fox San Diego, e postado na página do Facebook do canal de televisão.
Felizmente, os cães conseguiram ser salvos do fogo, graças ao bombeiro corajoso que os salvou, mesmo sem equipamento ideal.  Os animais aparentaram estar em boa saúde após o resgate, e o vídeo os mostra ainda um pouco perdidos com a situação, mas longe de qualquer perigo e sofrimento.
Fonte: anda.jor.br

Celebridades pedem que seja proibido o comércio de carne de cão e gato na Indonésia



Mais de 90 celebridades internacionais, de áreas desde a música ao desporto, apelaram na segunda-feira numa carta aberta ao Presidente indonésio para que proíba o comércio de carne de cão e de gato para consumo humano.
Este apelo vem na sequência da divulgação de vídeos por parte do grupo ativista indonésio Human Society International, em janeiro deste ano, no mercado na ilha de Sulawesi, em que denunciam o espancamento de milhares de cães, que depois foram queimados vivos para lhes retirarem o pêlo.
“Estes animais, muitos deles animais de estimação roubados, são submetidos a métodos cruéis e brutais de captura, transporte e abate, e o imenso sofrimento e o medo que devem sentir deve ser devastador, isto é absolutamente chocante”, pode ler-se na carta do grupo de celebridades que se autodenominam “Dog Meat-Free Indonesia”.
A atriz Cameron Diaz, a apresentadora Ellen DeGeneres, o apresentador de talentos Simon Cowell, o comediante Ricky Gervais, o cantor pop indonésio Anggun e o músico Moby estão entre as mais de 90 celebridades listadas na carta.
As celebridades alertaram ainda sobre os riscos para a saúde derivados do consumo desta carne, entre eles a raiva.
“Estamos muito gratos às celebridades indonésias e internacionais que se uniram para apoiar os esforços da Dog Meat-Free Indonesia para acabar com esta indústria cruel e perigosa”, disse em comunicado a presidente da Human Society International, Kitty Block.
A carne de cão é comida por apenas uma pequena percentagem de indonésios, mas num país com mais de 250 milhões de pessoas ainda é um número significativo.
Milhares de cães e gatos continuam a ser abatidos semanalmente em Sulawesi do Norte, a maioria dos quais são importados de outras províncias da Indonésia, de acordo com os grupos de ativistas dos direitos dos animais.
“Apelamos ao Presidente da Indonésia que trabalhe connosco de forma a arranjarmos uma solução que que proteja não apenas cães e gatos da Indonésia, mas também a saúde do seu povo”, concluiu Kitty Block.
Fonte: DN / mantida a grafia lusitana original ( foto: internet )


Animais que passavam fome são resgatados em terreno em Macapá (AP)



Foto: Batalhão Ambiental/Divulgação)
Os militares foram até o local após uma denúncia apontar que os animais sofriam maus-tratos. As informações são do portal G1.
No terreno, foram encontrados porcos, patos, galinhas, araras, papagaios e catitus. Todos eles estavam em situação crítica e passavam fome. Foram encontrados ainda corpos de animais mortos que não resistiram aos maus-tratos sofridos.

Foto: Batalhão Ambiental/Divulgação)
Após o resgate, os animais foram levados para a sede do batalhão da polícia, localizada no município de Santana, também no estado do Amapá.
Um relatório sobre o caso será feito pela polícia e, depois, será encaminhado ao Ministério Público (MP) para que o proprietário do terreno, que não estava no local no momento do resgate dos animais, seja penalizado pelo crime de maus-tratos.
Fonte: anda.jor.br

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Projeto chega a mais uma etapa com soltura de animais em diversos pontos de Cajazeiras, PB



O projeto Animais do Bem, uma parceria entre a Faculdade Santa Maria, Prefeitura Municipal de Cajazeiras e Secretaria de Saúde, através do Núcleo de Zoonoses, chega a mais uma etapa. Durante todo o dia de hoje ( 21 ) , serão soltadas as fêmeas, que foram castradas, em diversos pontos da cidade, como Aeroporto, Jardim Oásis e centro.

Segundo Fernanda Lúcia, coordenadora de Pesquisa e Extensão da Faculdade Santa Maria, este é um momento muito importante, já que é a primeira soltura. “Nós hoje vamos soltar as fêmeas que foram castradas. Serão dez fêmeas”, informou, acrescentando que os machos vão ficar até o dia 26, já que precisam ficar até 30 dias, por ter sido uma castração química.

“E nós pretendemos, em parceria com a zoonoses e a Prefeitura Municipal de Cajazeiras, com esse projeto, de forma específica, trabalhar para um controle de natalidade dos animais de rua. A castração vai promover, a médio e longo prazo, um controle de natalidade dos animais de rua e uma melhor qualidade de vida a esses animais”, completou.
Fernanda Lúcia explicou que os animais precisam ser soltos, porque o lugar deles é em seu ambiente de convivência. “Eles hoje estão sendo tratados para poderem permanecer na rua e, dentro do possível, alguém poder adotá-los”, finalizou.
A ideia do projeto Animais do Bem é retirar todos os animais de rua de Cajazeiras, castrar, vermifurgar, vacinar, coletar sangue para análise e tratar. Após os procedimentos, aquele que tiverem condições serão marcados e colocados de volta.
Por Luzia de Sousa
Fotos: internet )

Inscrições para 2ª Turma de curso sobre maus-tratos contra animais encontram-se abertas



As inscrições para a 2ª Turma do curso online “Aprenda a combater maus-tratos contra animais de uma vez por todas”, promovido pela instituição de ensino animalista Sentido Animal, encontram-se abertas. O inscrito na 2ª Turma terá acesso imediato ao curso, não havendo previsão de abertura para novas turmas.
De acordo com Mauro Cerri, coordenador do curso e advogado especializado em Direito Animal, objetivo do curso é capacitar protetores e ativistas para combater os maus-tratos de forma mais eficiente.
O corpo docente do Módulo Principal é formado por um juiz de direito, um promotor de justiça, um delegado de polícia, um advogado e um médico veterinário. Além disso, o Modúlo Complementar do curso conta com mais de 15 palestras online, ministradas por profissionais de renome em cada tema abordado.
Os 20 primeiros inscritos serão bonificados com um livro digital sobre o tema do curso.
As inscrições poderão ser feitas até as 23h59min do dia 30/06/2018, diretamente no site sentidoanimal.com.
Fonte: olharanimal.org ( foto: sentidoanimal.com )

Touros enfrentam chutes e som alto em rodeios pequenos de São Paulo



Fotos : Joel Silva/Folhapress
Pouco antes do início da montaria, o touro insiste em ficar no curral em que está. Minutos se passam e dois homens que tentam levá-lo para a arena começam a chutá-lo, sem sucesso.
Um deles resolve enrolar o rabo do animal e puxá-lo. Também não dá certo. Mais alguns minutos se passam até que os homens consigam puxar e levar o animal ao local para o qual não ele queria ir.
A situação aconteceu em Santa Gertrudes, um dos três rodeios em pequenas cidades paulistas em que a Folha esteve nas últimas semanas.
Os outros dois, em Cafelândia e Iacanga, também foram marcados por fatos que, para entidades de proteção animal, são considerados maus-tratos. Os rodeios negam.
Som muito alto, animais esperando até seis horas para serem usados e currais apertados sem ração ou água são rotina nesses locais.

Sem contar o sedém, principal ponto de discórdia entre rodeios e ONGs: para elas, a cinta que passa pela virilha do animal e o faz pular é torturante, enquanto para as festas o instrumento só faz cócegas —e o boi pula para se desvencilhar dela.
Em Cafelândia, funcionários que atuam nos bastidores disseram à reportagem que os animais chegaram para o evento às 17h30 e, a partir disso, não receberam alimentação ou água. Num dos locais em que estavam confinados, havia cinco animais em pé, apertados, sem espaço para locomoção. O rodeio foi aberto às 21h35, e as montarias terminaram perto da 0h.
Um decibelímetro usado pela Folha indicou som acima de 100 decibéis no evento, equivalente ao barulho de uma motocicleta. Em Iacanga e Santa Gertrudes, o som chegou a 115 decibéis, como num estádio de futebol. Estudos mostram que o ouvido humano pode sofrer lesões auditivas importantes quando expostos a sons nesses patamares.
“É muito alto para um animal. Bois e cavalos, cavalos principalmente, têm o ouvido muito mais sensível que o nosso. É torturante para eles esse barulho, além da confusão com pessoas gritando e fogos”, diz a advogada Renata de Freitas Martins, que já ingressou com cerca de dez ações contra rodeios.
Animais chegaram a ser levados para as montarias em Cafelândia com o uso de condutor elétrico, que causa choques, o que também é visto como tortura na avaliação da ativista Claudia Carli, fundadora e diretora da ONG Amor de Bicho Não Tem Preço, que atua contra rodeios na região de Campinas. “Eles sofrem estresse, pavor. Isso é cultura pré-histórica.”
Em Iacanga, as montarias começaram às 22h, com animais próximos às caixas de som. Não houve condutor elétrico, substituído por vara de bambu, mas ao menos dois touros receberam tapas no cupim antes das montarias.
“Quanto menor [o evento], mais comum é esse trato com o gado. Isso ocorre nos grandes também, mas de forma menos explícita. Se acham tudo normal, basta lembrarmos do sedém”, critica Carlos Rosolen, diretor do PEA (Projeto Esperança Animal).
Os rodeios alegam que a cinta de lã gera cócegas, não dor, argumento questionado pela advogada Renata Martins. “Se gera comportamento anormal, está maltratando. Ele pula porque quer tirar aquilo.”
Para embasar ações, ela afirma que houve coleta de sangue de animais de rodeios que mostraram níveis de hormônios indicando estresse, além de pupila dilatada.
“Tiraram os animais dos circos e eles seguiram existindo. Se colocar um peão fazendo corrida de saco na arena o público vai ser o mesmo, pois as pessoas vão para ver shows, não montarias”, diz Rosolen.
Já em Santa Gertrudes, animais também foram encontrados apertados nos currais, sem comida ou água.
Os três eventos divulgaram em redes sociais preços de ingressos e grade de shows. Em nenhum foi publicado o nome do peão campeão.
Os rodeios têm enfrentado severas críticas nos últimos anos, o que resultou em redução no número de eventos e na duração de alguns deles. Há os que têm tentado amenizar os pontos criticados, como Itu, que na década passada assinou acordo com a Promotoria estabelecendo que os bois fiquem no máximo quatro horas no local, não sejam transportados em caminhões superlotados e que os shows só comecem após todos deixarem o recinto e serem analisados por veterinários.
Além disso, eles não são usados em montarias dois dias seguidos, não ficam perto do som, e a festa não tem fogos. Não há maus-tratos e som alto não faz mal, dizem organizadores.
REGRAS DA MONTARIA EM TOURO
Objetivo
Peão precisa ficar oito segundos montado no touro para pontuar; se cair antes, a nota é zero
Pontuação
São avaliados os desempenhos do peão e do animal, com no máximo 50 pontos para cada um; a soma deles é a nota do participante. Montarias consideradas boas recebem acima de 85 pontos
O que não pode
Peão deve usar só uma mão na montaria; se encostar a outra no touro, é desclassificado. Também não é permitido “enroscar” a espora na corda para buscar firmeza
Segurança do touro
Espora pontiaguda é proibida, para não machucar o animal
Segurança do peão
Competidor pode optar por usar capacete e/ou colete
OUTRO LADO
Organizadores dos eventos nos quais a Folha esteve afirmam que não há maus-tratos, que têm vencido na Justiça contra ONGs e que há inverdades atribuídas aos rodeios.
Renan Rochite, dono da Companhia RR e organizador da festa de Santa Gertrudes, diz que a situação flagrada pela reportagem —boi sendo chutado e tendo o rabo torcido— pode ter sido protagonizada por um mau profissional, e que isso não é rotina. “Não vi, algum mau profissional pode ter feito isso, mas se vejo mando parar na hora. Se teve, foi um boi só. Não é recomendado, de forma alguma.”
Ele diz defender os animais, rechaça que o som alto prejudique os touros e afirma que os fogos são piromusicais, sem o barulho de bombas. “Eles ficam atrás das caixas de som, e o som vai para a frente. Só ouvem som alto na montaria, mas são animais acostumados. O boi não tem audição tão apurada quanto um cachorro ou cavalo, que se assustariam.”
Sobre a falta de água e ração, ele frisa que bois à noite praticamente não ingerem líquido e que é “lenda” que o sedém aperte testículos. ”Posso jogar bola dia e noite que não serei igual ao Neymar. É dom. Animal que não serve para pular não vai servir nunca, é índole.”
Já o organizador da festa de Iacanga, André Brumati, diz que nunca foi questionado sobre som alto e que os eventos seguem normas de bem-estar animal. Segundo ele, as varas de bambu usadas não são para bater nos animais, mas para conduzi-los. “Antigamente tinha choque, foi uma evolução, as ONGs vieram para evoluir o rodeio em questão de maus-tratos. Não sou contra.”
Brumati admite que há rodeios com dificuldades para se manter e que os eventos dependem dos shows. “Se fizer e não tiver show bom, o pessoal não vai. Antes, [a montaria] era a atração, agora é [apenas] uma delas.”
A Folha não conseguiu contato com a direção da festa da cidade de Cafelândia.
Por Marcelo Toledo

Com escassez de voluntários, ONG Patas Dadas anuncia que não recolherá novos animais



Cusco Pics / Reprodução
É crítica a situação vivida pela Patas Dadas, uma das mais conhecidas ONGs de proteção aos cachorros em Porto Alegre. Com escassez de voluntários e o canil lotado, o grupo anunciou que não receberá novos animais.
Segundo Gabriela Pereira, voluntária do projeto, as dificuldades aumentaram nos últimos dois meses. Como os cães resgatados precisam de tratamento veterinário, as dívidas começaram a se acumular. Embora tenha clínicas parceiras, a ONG não recebe nenhum tipo de desconto, apenas uma flexibilidade maior na hora do parcelamento.
“Em alguns casos, a conta por uma internação chega a R$ 2 mil”, relata Gabriela.
Hoje, a equipe de voluntários é de aproximadamente 50 pessoas. O ideal seria, no mínimo, cem. Gabriela destaca que o Patas Dadas precisa de pessoas que possam ajudar na limpeza do canil, no passeio com os animais, na divulgação da causa e no transporte dos cachorros que necessitam ser levados ao veterinário e feiras de adoção.
Enquanto não consegue reverter a situação, a ONG implora para que as pessoas não deixem animais na porta do canil.
“Temos 48 baias, e todas estão ocupadas. No momento, não conseguimos resgatar mais nenhum”, lamenta Gabriela.
Quem quiser se voluntariar, pode entrar em contato pelo e-mail voluntarios@patasdadas.com.br. Interessados em se cadastrar para ajudar na rotina de passeios podem utilizar o e-mail passeios@patasdadas.com.br, enquanto quem quiser atuar no canil pode mandar solicitação para contato@patasdadas.com.br. O canal para apadrinhamento de animais resgatados, ajudando na compra da ração, da castração ou de anti-pulgas, o canal é soupadrinho@patasdadas.com.br
Fonte: Gaúcha ZH