O horror está de volta


O horror está de volta
O governo canadense patrocina
a matança de focas e revolta
os ambientalistas
O caçador coloca a foca na mira e dispara o rifle. A bala, em geral, não a mata. O caçador se aproxima e com um arpão ou, o que é mais comum, com um taco de beisebol dá o golpe de misericórdia. A divulgação de imagens desse ritual, tão violento quanto tradicional nas regiões árticas, chocou a opinião pública de tal forma nos anos 80 que muitos países decidiram proibir a caça à foca para fins comerciais. Uma reportagem da revista americana U.S. News denunciou, na semana passada, que o Canadá vem, discretamente, financiando a matança desses animais. A reportagem revela que, além de ter voltado a permitir a caça, o governo canadense a está incentivando e já teria gasto mais de 20 milhões de dólares em subsídios com esse objetivo. A província de Quebec concedeu 800.000 dólares de financiamento do custo total de 2 milhões de dólares gastos na implantação de uma fábrica de processamento de óleo derivado das focas. Como resultado do incentivo oficial, o número de animais abatidos saltou de 65.000 em 1995 para quase 275.000 no ano passado.
A atriz Brigitte Bardot luta contra a matança das focas. A primeira dama da França está ao lado de Brigitte. Qualquer ser humano inteligente está lutando contra a matança de focas indefesas.
A matança de focas é uma vergonha mundial.

Rinha: cães, canários e galos, uma vergonha nacional


Rinha: cães, canários e galos, uma vergonha nacional.
Rinha (do espanhol falado na Argentina "riña"), é o termo que designa, no Brasil, a luta de galos, atividade ilícita que envolve apostas.
Por extensão, o termo também é usado para designar o local onde estas brigas ocorrem, também denominados de renhideiro, rinhadeiro ou rinhedeiro - bem como outros tipos de lutas entre animais, como cães, canários e outros.
Não é de hoje que existe essa prática abominável. Seres humanos fazem com que animais lutem entre si, em busca de dinheiro e diversão.
Galos equipados com afiadas lâminas de metal, na altura das esporas, se vêem forçados a lutar até a morte, ou quase, para satisfazer aos apostadores. O galo que correr da briga, que cai por nocaute, ou quebra a pata ou a asa, perde. Já está mais do que provado que os "galos de briga" só brigam na natureza para defender o seu território e que, nas rinhas,apenas reagem de acordo com o que aprenderam.
As pessoas envolvidas em rinhas freqüentemente estão envolvidas também em outras atividades ilegais como jogos, roubo, estupro, homicídios, tráfico, posse de drogas e armas. As pessoas envolvidas em rinhas têm, em sua maioria, histórico de atitudes violentas ou criminosas em relação às pessoas. Não é raro que as pessoas envolvidas levem crianças para assisti-las.
Muitos animais gravemente feridos são abandonados pelo seu dono após a rinha, pois os gastos na sua recuperação são geralmente altos. Para eles ajudar os animais não compensa.

Locais de Possível Atividade de Rinha:casas abandonadas; garagens; ferro-velhos; porões; galpões; fazendas e sítios.
A rinha na realidade é uma vergonha nacional. O publicitário Duda Mendonça foi preso e afirmou que é o seu esporte preferido. Pagou fiança foi e solto. E tantos outros. Pessoas esclarecidas, são amantes das rinhas.
O que falta no Brasil é vergonha.Ninguém faz nada. A policia faz vista grossa. A população não denuncia. E as rinhas continuam em bairros nobres e periferia. Até quando ?
VOCÊ NÃO PRECISA DAS ASSOCIAÇÕES PROTETORAS DE ANIMAIS PARA FAZER UMA DENÚNCIA! VÁ À DELEGACIA MAIS PRÓXIMA E EXIJA O CUMPRIMENTO DA LEI.

Protetores pregam castração de cães e gatos contra abandono


Protetores pregam castração de cães e gatos contra abandono
O cruzamento de Spike, 2, e de Kiara, 1, -um simpático casal de lhasa apso- resultou em quatro filhotinhos, uma fêmea e três machos. O nascimento, há uma semana, foi festejado na casa da fonoaudióloga Cláudia Saltini, 46, e do publicitário Alberto Penteado, 56. Os filhotes foram divididos : dois vão ficar com os proprietários do "pai" e a outra metade vai morar com os criadores da "mãe".
É um final feliz que contempla o desejo de uma família que leva a sério o conceito de posse responsável.
Marco Ciampi, presidente da ONG Arca Brasil afirma: "Devemos lembrar que o impulso e o instinto do animal é pela reprodução."
A entidade defensora do bem-estar dos animais, no entanto, recomenda a todos os donos que castrem seus pets e que a reprodução da raça fique restrita a criadores profissionais. "As fábricas de filhotes devem ser combatidas a todo o custo".
"Quase sempre o proprietário tem interesse em manter um filhote, mas não se preocupa com o que fará com todos os outros que surgirão dessa cruza", afirma Vanice Orlandi, presidente da União Internacional Protetora dos Animais.
Para os criadores profissionais, acabar com a reprodução de animais não é a solução. "Quem compra um filhote de um bom criador geralmente cuida muito bem dos seus animais", rebate as críticas o veterinário Ailton Blois, supervisor do Kenel Clube São Paulo. "É mais comum ser displicente com aquilo que não se paga."
Fonte: Folha online

Filhote de elefante brinca de bola e diverte em zoo


Filhote de elefante brinca de bola e se diverte em zoo australiano
Luk Chai tem quatro meses e é uma das principais atrações do Zoológico Taronga, em Sydney (Austrália).
O filhote de elefante costumava nadar ao lado da mãe. Agora, sua atividade predileta é brincar de bola.
Fonte: Folha online

Bezerro recebe prótese nas patas traseiras


Bezerro ganha próteses nas duas patas traseiras nos EUA

A Universidade do Estado do Colorado, nos Estados Unidos, divulgou nesta quarta-feira imagem de um bezerro que ganhou próteses após perder as duas patas traseiras. Segundo universidade, acredita-se que este é o primeiro bezerro a receber prótese dupla.
Segundo informações da agência AP, um grupo de 15 pessoas, entre professores e estudantes de veterinária, realizou a cirurgia de reabilitação do animal.

Vaquejada, esporte ou crueldade contra os animais ?


Vaquejada, esporte ou crueldade contra os animais ?

A Vaquejada é uma atividade recreativa-competitiva, com características de esporte, brasileira da região Nordeste, no qual dois vaqueiros a cavalo têm de perseguir o animal (boi) até emparelhá-lo entre os cavalos e conduzi-lo ao objetivo (duas últimas faixas de cal do parque de vaquejada), onde o animal deve ser derrubado.
O que pensam os defensores dos animais ?
A vaquejada, assim como o rodeio, é repudiada pelas entidades de defesa animal brasileiras, embora ainda não haja uma militância notável contra a prática.
Quais as maldades que acontecem nesses eventos ?
Entre as maldades denunciadas nesses eventos, estão o ato de submeter os bois ao medo e desespero através de encurralamento e agressões a choque elétrico e pancadas, no intuito de fazê-lo correr em fuga, a descorna dos mesmos sem anestesia e o fato de os cavalos serem atiçados a correr mediante golpes de esporas aplicados pelos vaqueiros.
Os próprios atos de perseguir o animal e puxar sua cauda também são considerados agressões pelos defensores dos animais. Além disso, são relatadas com certa frequência consequências muito nocivas da tração forçada na cauda e da derrubada do boi, tais como fraturas nas patas, traumatismos e deslocamento da articulação da cauda ou até a amputação desta.
Outro detalhe, reconhecido pelos próprios organizadores de vaquejadas, é que o boi pode não conseguir se levantar após ser derrubado. O julgamento da prova é realizado mesmo com o boi inerte no chão.
Além das consequências físicas nos animais, questões éticas entram em debate, como o questionamento do embasamento moral de se explorar e agredir animais para fins de diversão, a validade de se chamar de esporte um evento de entretenimento baseado por definição no abuso dos mesmos e o dilema da prevalência do valor cultural deste tipo de atividade sobre o bem-estar e a dignidade dos bichos.
“A civilização de um povo avalia-se pelo modo com que trata seus animais “.

Video: Festa do carro de bois ( Varzante-Mg )