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sábado, 19 de outubro de 2019

Morre cachorro resgatado de escombros de prédio que desabou em Fortaleza (CE) // Por Mariana -


O cachorro que foi resgatado dos escombros do Edifício Andréa, que desabou em Fortaleza (CE), morreu na madrugada de sexta-feira (18).
(Foto: Neto Ribeiro/O POVO )
Lucky tinha 10 anos e era tutelado por Kátia Ramos Nogueira, de 40 anos. Apenas ele estava na residência no momento do desabamento. De acordo com a nutricionista Cibele Nogueira, irmã de Kátia, o cão aparentava estar bem quando foi resgatado. Após ser retirado do prédio, ele foi levado ao veterinário e foi feito um curativo em sua cabeça por conta de um ferimento que sofreu. Horas depois, ele passou mal e morreu.
“Um dia de cada vez. Agora, cada um vai ter que tocar a vida, juntando os pedacinhos”, disse Cibele. As informações são do jornal O Povo.
Comovida com a situação, a empresária Raissa Vasconcelos, diretora do crematório de animais Anjo Eterno Pet, entrou em contato com a família e doou um funeral para Lucky, com direito à cremação do corpo.
“A gente imagina o quanto eles devem estar sofrendo e esse seria mais um motivo para eles ficarem mais abalados. Pensamos em fazer essa doação para que o Lucky tenha um destino digno”, disse.
Fonte: anda.jor.br

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

BANALIZAÇÃO DO MAL :Programa de TV desafia famílias a enviarem animais para a morte//Por David Arioch -


Foto: Divulgação/Canal 4)
Um novo programa de TV chamado “Meat The Family”, do Canal 4, do Reino Unido, desafia famílias que consomem muita carne a conviverem com um animal criado para consumo por três semanas antes de enviá-lo ao abate. Eles também deverão cozinhá-lo e consumir sua carne. A data de estreia ainda não foi anunciada.
A proposta do programa é desafiar os hábitos culturais humanos quando confrontados com uma realidade que normalmente é negligenciada por quem está acostumado às facilidades de comprar carne no mercado ou açougue, sem a necessidade de pesar o que existe por trás daquele produto despersonalizado e ao alcance das mãos do consumidor.
Caso as famílias se neguem a comer a carne do animal, ou até mesmo rejeitem a ideia de continuarem comendo carne em geral, os animais serão encaminhados para um santuário. Segundo o Canal 4, no programa as famílias deverão conviver com animais como cordeiro, porco, frango ou galinha e bezerro.
A emissora também afirma que o programa tem o potencial de chamar atenção para o comportamento e a inteligência de alguns dos animais mais explorados e mortos para atender altas demandas de consumo, ainda que o preço disso seja ignorar o sofrimento animal e o impacto ambiental.
O jornal britânico The Guardian está classificando o programa como “um dos ultimatos mais chocantes da televisão” com a mensagem: “Seja vegetariano ou matamos seu animal de estimação” – em referência ao convívio que os participantes terão com “animais de fazenda”.
A expectativa é de que o programa mude algo na mente e na sensibilidade não apenas dos participantes, mas também dos espectadores, que testemunhando a rotina desses animais possam rever seus conceitos legitimados de consumo.
Desde que o programa foi anunciado esta semana, as controvérsias já começaram. A analista Virginia Mouseler, fundadora da empresa de mídia digital The Wit, definiu o programa como o “mais transgressivo” do ano no MIPCOM, realizado em Cannes, na França, e considerado o maior mercado de entretenimento do mundo.
“Não é mais sexo ou drogas. A carne está se tornando o próximo tabu”, acrescentou.
Fonte: anda.jor.br

Populares salvam cão de maus-tratos no Cacém em Sintra, Portugal


As imagens foram divulgadas nas redes sociais pelo IRA, o grupo de anónimos que se intitula de Intervenção e Resgate Animal. Ao que a Record TV apurou junto de fontes policiais, o episódio aconteceu ao final da tarde de segunda-feira quando um homem foi visto por várias testemunhas, em plena rua do Cacém, no concelho de Sintra, a bater num cão com um cinto.
A mulher que surge numa das imagens foi quem interveio ao não conseguir ficar indiferente aos maus tratos contra o animal. Intervenção que acabou por enfurecer o suspeito e canalizar a agressividade contra a mulher. A situação chamou a atenção de mais populares que retiveram o homem e alertaram a PSP.

No local, a polícia já não apanhou o episódio dos maus tratos em flagrante mas quem viu descreveu tudo. Segundo as descrições, o homem, da Europa de Leste mas legal em Portugal, tinha um forte odor a álcool e levava o cão com o cinto ao pescoço a substituir a trela, o mesmo objeto com que chicoteou o animal.
Nas imagens vê-se também o homem a ser levado pela PSP mas não foi detido. Devido à falta de documentos de identificação foi levado para a Esquadra. À PSP, o homem alegou que o cão era de um amigo que estava preso. Foi libertado com Termo de Identidade e Residência e constituído arguido por maus tratos a animais.
Fotos: Reprodução Facebook IRA
Por Carla Pereira Dias 


Vídeo flagra o momento em que elefante ferido destrói o trator que o atingiu//Por Eliane Arakaki, ANDA


As imagens mostram a reação furiosa de um elefante após ter sido atropelado por um trator, derrubando o veículo e jogando-o com a cabeça nas casas próximas ao local do acidente.
O vídeo foi capturado segunda feira última (14), em Motihari, no distrito de East Champaran, na Índia.
O elefante indiano pode ser visto com o que parecem ser galhos de árvores amarrados às suas costas.
As imagens mostram o enorme paquiderme dando uma cabeçada no trator, enquanto observadores atônitos fogem do caminho do animal.

Um homem senta-se nas costas do animal, enquanto outro agarra uma corda amarrada nas pernas da criatura, numa tentativa desesperada de interromper seu ataque.
Mas suas tentativas são em vão, o animal enfurecido continua a avançar no equipamento.
O trator é empurrado para fora da estrada e para cima das casas, enquanto as telhas caem no chão.
Os espectadores gritam assustados enquanto o animal continua a forçar o trator contra as estruturas.

Eventualmente, o paquiderme recua e examina seus arredores antes que seus dois manipuladores o tirem do local.
A câmera se move para mostrar a destruição causada pelo ataque, enquanto uma grande multidão se reúne para ver o que aconteceu.
Com seus habitats naturais invadidos por humanos. Sendo explorados e obrigados a realizar tarefas para humanos, subjugados e amarrados, esses majestosos animais mostram que sabem se defender quando feridos, ainda que sob correntes e cordas.
Elefantes são animais livres e selvagens, seu lugar é na salva, vivendo em grupos, como animais altamente sociais e inteligentes que são. Subjugar um animal e transformá-lo numa ferramenta de transporte de cargas ou de turistas, é um ataque indefensável à sua liberdade e a sua vida.
Fotos: Newslions
Fonte: anda.jor.br

Cantora Gwen Stefani estimula seu namorado Blake Shelton a se tornar vegano/////Por Eliane Arakaki, ANDA


Gwen Stefani e Blake Shelton estão comendo mais comida vegana para se manterem saudáveis.
Vegetariana desde os 12 anos de idade, Stefani, ex-vocalista do No Doubt, segue uma dieta “principalmente vegana”. Shelton – seu namorado e colega de televisão no programa “The Voice” – é um comedor de carne.
Segundo a revista Globe, Shelton está tentando ficar mais saudável e perder peso, então Stefani tem encorajado-o a comer menos produtos de origem animal. Uma fonte teria dito à publicação: “Gwen disse a ele que a melhor maneira de perder peso é ficar longe de carne e de carboidratos ruins”.

A publicação acrescentou: “Ela é totalmente dedicada aos seus treinos e sua dieta vegetariana assim se mantém sempre saudável. Sua resistência o surpreende”.
Celebridades abandonam a carne
Stefani não está sozinha em abandonar produtos de origem animal em prol da saúde. Várias celebridades se tornaram veganas por motivos de saúde.
O músico Will.i.am (e também técnico da versão britânica do progrma “The Voice”) abandonou a carne e os laticínios em 2017. Segundo o rapper, ele tinha pressão alta e colesterol. Em vez de tomar remédios, ele se tornou vegano: “Depois que terminamos de gravar o “The Voice” em dezembro, voltei para casa, tornei-me vegano, passei a ir de bicicleta para o trabalho e perdi 15 libras”, disse ele em 2018.
Desde então, Will.i.am descobriu o lado ético do veganismo. Ele chegou a falar sobre a mudança de estilo de vida na música “Vibrations” do Black Eyed Peas. Ele canta: “Você come os animais, eu como o vegetal. Não estou mastigando comida com dois olhos e um rosto. Adotei uma nova atitude, preciso me manter acima disso”.
O juiz de reality shows Simon Cowell – que atualmente faz parte do “The X Factor: Celebrity” – também descartou os produtos de origem animal por motivos de saúde no início deste ano. Ele percebeu os benefícios à saúde quase que imediatamente.
Cowell disse ao jornal Sun: “Depois que você entra em um padrão, passa a acha-lo bastante agradável. Isso me ajudou a dormir melhor e acordo me sentindo menos cansado. Percebi uma enorme diferença em como me senti em cerca de uma semana antes”.
Ele acrescentou: “Eu tenho mais energia e foco e não foi difícil. Não gosto de usar a palavra dieta porque essa é a razão pela qual nunca fiz dieta antes – a palavra dieta me deixa infeliz”.
Fotos: The Voice
Fonte: anda.jor.br

Investigação flagra visons e raposas vivendo em condições deploráveis em fazendas de pele ///Por Eliane Arakaki, ANDA


Ativistas pelos direitos animais descobriram visons e raposas sendo mantidos em condições horríveis em 13 fazendas de peles finlandesas visitadas pelos investigadores da ONG Humane Society Internacional.
Os animais foram filmados apresentando feridas dolorosas, muitas delas infeccionadas e até recorrendo ao canibalismo devido à fome, ao stress e a angústia causados pela situação, afirmam os ativistas.
Muitos visons estavam mortos em suas gaiolas minúsculas e imundas, outros estavam doentes ou feridos, condições que incluíam olhos infectados, cortes e feridas abertas.
Também foram observados comportamentos que remetiam a sofrimento mental nos animais, como estimulação do corpo de forma repetitiva na gaiola e o balanço frequente da cabeça, sinais clássicos de dor e tédio.

As fazendas de peles foram proibidas na Grã-Bretanha em 2003. Mas a Finlândia exporta milhões de libras em peles para o mundo todo a cada ano.
A Humane Society International/Reino Unido, que descobriu as cenas angustiantes do sofrimento dos animais nas fazendas no país nórdico, quer que as vendas de peles parem.
Claire Bass, eu trabalha para a ONG, disse ao Mirror: “Todo esse sofrimento para fornecer um produto frívolo que a indústria da moda não precisa. O Reino Unido importa milhões de libras de peles da Finlândia, com muitos consumidores britânicos desavisados que compram produtos originários de fazendas como as que visitamos”.

“É trágico pensar que os pelos das raposinhas que vimos nessas fazendas poderiam um dia acabar nas prateleiras de lojas”, disse a ativista.
“Vimos algumas centenas dos milhões de raposas e visons em quilômetros de gaiolas em escala industrial. Esses pobres animais jovens existem apenas como fonte para o pelo que possuem, com almas quebradas e atormentadas pelo sofrimento”, acrescentou ela.
“Apesar do que o comércio de peles tenta retratar nas passarelas, não há nada de glamuroso em usar peles. Enquanto os países permitirem que as empresas comercializem peles, somos todos cúmplices dessa crueldade”.
“A Grã-Bretanha foi o primeiro país do mundo a proibir a criação de peles, agora é hora de terminarmos o trabalho e nos tornarmos o primeiro país do mundo a proibir as vendas também, dando o exemplo.”, falou Claire em relação ao local de origem da ONG.
O astro Pete Wicks, que se juntou à instituição de caridade na investigação, acrescentou: “Foi assustador, não acredito que alguém que tenha visto o estado desses pobres animais, aterrorizados e presos em gaiolas minúsculas, eu jamais voltaria a usar pele novamente”.
“É ótimo que o Reino Unido tenha proibido a criação de peles, mas não faz sentido que ainda estejamos vendendo peles de fazendas como essas”, falou o ator sobre sua terra natal.
Desde 2003, quase 700 milhões de libras (mais de 3,7 bilhões de reais) de peles foram importados para o Reino Unido, incluindo 14 milhões de libras (em torno de 75 milhões de reais) da Finlândia. A maioria vem da China, EUA, França, Itália e Polônia. No ano passado, o Reino Unido comprou quase 75 milhões (cerca de 403 milhões de reais) em peles.
Os produtos podem ser encontrados nas ruas, de algumas das marcas de luxo mais caras às bancas do mercado. Os peles da Ásia rotulados incorretamente como sintéticos também estão entrando na cadeia de suprimentos.
No ano passado, varejistas como Amazon e TK Maxx venderam involuntariamente roupas e bolsas rotuladas como “peles artificiais” feitas de coelho, raposa e cachorro-guaxinim. Eles os removeram da venda quando o problema foi descoberto.
Estima-se que 100 milhões de animais estejam presos em pequenas gaiolas em fazendas de peles em todo o mundo.
Vison são mortos por gases venenosos, enquanto raposas e cães guaxinins morrem por eletrocussão.
Fotos: Kristo Muurimaa/Oikeutta Elaimille
Fonte: anda.jor.br

PLC que cria “Dia do Rodeio” segue para sanção de Bolsonaro // Por David Arioch


Foto: Pixabay
O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 1908/2018, que cria o Dia Nacional do Rodeio, foi submetido à votação na última quarta (16) no Senado após a da semana passada ter sido cancelada. No entanto, o resultado foi previsível. O projeto foi aprovado e agora segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro.
Defensor dos rodeios, o relator do PLC, senador Wellington Fagundes (PL-MT), disse que a iniciativa reconhece a “importância da atividade no Brasil”, onde são realizados mais de dois mil rodeios por ano. Segundo Fagundes, o rodeio gera empregos e movimenta a economia local.
Por outro lado, não houve menção ao fato de que tal geração de renda depende de forçar animais a participarem de uma atividade que impõe privação, estresse, sofrimento e redução de expectativa de vida – já que animais que se ferem nos rodeios são sacrificados caso já não sirvam à atividade.
O que surpreende também é que com a sanção de Bolsonaro o Dia Nacional do Rodeio será celebrado no dia 4 de outubro, data em que se comemora o Dia Mundial dos Animais e o Dia de São Francisco de Assis. Vale lembrar que o rodeio não é parte da identidade cultural brasileira, já que se trata de prática importada.
Para quem acredita na possibilidade de o presidente não sancionar o PLC, talvez seja válido lembrar que no dia 17 de agosto Jair Bolsonaro disse, durante a 64ª Festa do Peão Boiadeiro de Barretos (SP), que está ao lado dos apoiadores de rodeios e vaquejadas e declarou ser contra o “grupo do politicamente correto, que quer impedir festas desse tipo no Brasil”.
“Respeito todas as instituições, mas lealdade eu devo a vocês. O Brasil está acima de tudo. Neste momento em que muitos criticam a festa de peões e a vaquejada, quero dizer com muito orgulho que estou com vocês. Não existe politicamente correto. Existe o que precisa ser feito”, discursou.
Fonte: anda.jor.br
NOTA DO blog: SE VOCÊ ACHA QUE O PRESIDENTE NÃO VAI SANCIONAR ESTÁ ENGANHADO. ELE É A FAVOR DOS RODEIOS E VAQUEJADAS E NÃO ESTÁ NEM AI PARA OS ANIMAIS. BRASIL, RETROCESSO SEMPRE.