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segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Cachorros filhotes são mortos a pauladas, e duas suspeitas de maus-tratos são presas em Foz do Iguaçu, PR

 


 Foto: Polícia Ambiental/Divulgação

Duas mulheres, de 19 e 51 anos, foram presas suspeitas de maus-tratos após dois cachorros filhotes serem mortos, no Jardim Colombelli, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, segundo a Polícia Ambiental. O caso foi registrado no domingo (17).

Segundo a Polícia Ambiental, as prisões ocorreram após o denunciante relatar à polícia que os animais foram agredidos com pauladas. Ao chegar no local, a equipe encontrou os dois cachorros mortos em um saco de lixo.

Uma das suspeitas disse à polícia ter matado os filhotes.

A Polícia Ambiental informou que foram resgatados seis cachorros, sendo a mãe e cinco filhotes, na casa onde ocorreram os maus-tratos. Os animais foram levados para Organização Não-Governamental (ONG) Vida Animal.

Conforme a Polícia Militar (PM), as mulheres também responderão pelos crimes de desacato e resistência a prisão.

As suspeitas foram levadas para a Delegacia da Polícia Civil e serão multadas em R$ 6 mil.


Foto: Polícia Ambiental/Divulgação

Fonte: G1



 

Homem é flagrado pela polícia abandonando cão em Rio Verde (GO)

 


Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Um homem foi flagrado por uma equipe da Polícia Militar do Batalhão Rural abandonando um cachorrinho à própria sorte em uma lavoura de soja na cidade de Rio Verde, em Goiás. Quando questionando sobre o porquê estava deixando o animal sozinho no local, ele confessou o crime e disse que o cachorrinho fazia “muita bagunça” na casa.

Ele foi conduzido até a delegacia mais próxima, mas acabou sendo liberado após prestar depoimento. O delegado que apurou o caso, Rafael Gonçalves do Carmo, afirmou que o cão aparenta estar saudável e em boas condições e, segundo ele, não houve maus-tratos. “o que acontece hoje é que muitas vezes o animal está em boas condições físicas, não aparenta maus-tratos e, como ele não apresentava maus-tratos, acabou entrando na omissão legislativa”, explicou.

O cãozinho não foi devolvido ao tutor e teve um final feliz. Ele foi adotado pelo empresário Travis Dale Coblentz e batizado de Rural. Ele conta que se sensibilizou com o caso e agora o cachorro terá uma família. “Já tenho um carinho muito grande por cachorro, eu tenho um casal de cachorros, e mais um dá para cuidar”, disse em entrevista ao G1.

Fonte: anda.jor.br

Vídeo mostra final feliz do resgate de cadelinha presa numa fenda em Caeté (MG)

 

Por Patrícia Dutra (em colaboração para a ANDA)


Foto: Reprodução | Facebook

Era a última manhã de 2020 quando Dino, um ciclista de Sabará (MG) fazia trilha em Caeté, cidade vizinha. Ele ouviu latidos seguidos, típicos de pedido de socorro vindos de uma fenda enorme numa rocha conhecida como Funil. Ele teve a sensibilidade de entender que era um pedido de socorro, fez um vídeo mostrando e mandou para um conhecido de Caeté.

Dino foi até um supermercado da cidade e, quando comentava sobre o caso com algumas pessoas, o senhor Geraldo Diegues, tio da Cíntia Diegues que é protetora de animais em Caeté, ouviu a conversa, telefonou para ela e contou o caso.

Cíntia imediatamente ligou para a Patrícia Dutra, vice-presidente da ong de proteção animal SGPAN Caeté. Patrícia sugeriu contatar o Webber Leite, também protetor e escalador. Ao saber do caso a partir do relato da Cíntia, ele imediatamente juntou os equipamentos e foi até o Funil. Cíntia avisou outras pessoas que foram até lá.

“Depois de uma varredura no local, avistei a cadela ilhada em uma pedra em local de dificílimo acesso. Estava muito arriscado executar sozinho”, lembra Webber. Ele então pediu ajuda ao Pablo Gonçalves, escalador muito experiente que faz rappel desde 1996.

Depois da chegada do Pablo foram três horas de trabalho intenso para conseguir resgatar a Espiguinha, nome dado por eles.

“A dificuldade principal foi a insalubridade da água, puro esgoto de Caeté. Uma água que não se pode ter contato com ela”, lamentou Pablo. A SGPAN apurou que em 2016 foi construída uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) perto de onde a Espiguinha foi encontrada. Esta ETE nunca funcionou, está tudo parado, deteriorando com o tempo, ou seja, a cidade poderia ter um rio limpo mas, por omissão das autoridades, está totalmente poluído.

Pablo contou que a Espiguinha estava no meio do funil, duas paredes verticais de 25 metros de altura, um local difícil de acessar.

Ele explicou que escalou uma parede a esquerda bem escorregadia, subiu no mato, encontrou umas árvores onde fez a ancoragem de cordas e desceu de rappel no meio do funil. “Depois tive que atravessar o poço ancorado na corda, tive que entrar no rio sujo até a altura do joelho, com pedras escorregadias. Foi perigoso porque a corda tava na diagonal, numa posição desconfortável”, relatou ele.

“Usei equipamento de escalada, uma mochila de lona grossa feita pra içar e coloquei a cadelinha dentro. A única forma de resgatar era só carregando mesmo. Tive que escalar pela corda pra voltar com ela e entreguei a mochila pro Webber”, contou Pablo.

Tudo terminou com final feliz por volta de 17 horas do dia 31 de dezembro de 2020, quando ela foi entregue na casa da protetora Cíntia Diegues.

Não sabemos como a Espiguinha chegou numa pedra de onde não conseguia mais sair. Pode ter sido levada pela correnteza, pode ter caído lá após andar por perto ou mesmo ter sido jogada.

A ong SGPAN, que há 12 anos cuida dos animais em Caeté, descobriu que ela vivia nas redondezas do Funil e era cuidada por uma moradora.

Siga a SGPAN Caeté e ajude-nos a ajudar os animais! Caixa ou lotéricas, agência 1441, operação 003 conta corrente 1943-2 CNPJ 10431376/0001-04.

Fonte: anda.jor.br

Funcionária dos Correios distribui ração para cães abandonados

 


Foto: Arquivo pessoal | Reprodução G1

Uma funcionária dos Correios sempre viu muitos animais em situação de rua famintos e desamparados durante sua rotina de trabalho e decidiu fazer algo para ameninar os sofrimentos de cães sem lar na cidade de Campo Mourão, no Paraná. Vanerli Dissenha acredita que a ação compassiva de alimentá-los também ajuda em tornar seu trabalho ainda mais prazeroso.

Ela conta que sai diariamente com saquinhos de ração que são distribuídos para os animais ao longo de todo o seu percurso. A funcionária pública sente felicidade ao saber que está ajudando cães famintos. “Eu criei um vínculo com eles. A maioria das vezes eles me olham com olhos de bem-vinda, e não de intrusa”, ela explicou em uma entrevista ao G1.

A atitude compassiva de Vanerli não passou despercebida. A corretora de seguros Juliane de Souza decidiu gravar a ação da correia e divulgar na internet. As imagens rapidamente viralizaram. “O gesto dela foi maravilhoso. Ela poderia simplesmente ignorar, brigar com eles. Mas ela achou uma forma de alimentar e, enquanto eles ficam comendo, ela faz o trabalho dela”, disse.

Vanerli acrescentou ainda que deu para outros colegas funcionários dos Correios a ideia de alimentar cães e gatos em situação de rua que precisam de ajuda e acolhimento. “”Por onde eu passo eu sempre faço isso. Estando no meu trabalho, ou na minha vida pessoal, eu sempre faço esse tipo de serviço. Faço de coração”, finalizou.

Fonte: anda.jor.br

Homem atira da varanda em cachorros de prédio e preocupa tutores em SP

 


(Foto: Reprodução/Fantástico)

O comerciante coreano Jin Ho Chang tem preocupado os moradores de um prédio de alto padrão na Vila Andrade, em São Paulo, desde que começou a atirar da varanda contra cachorros que vivem no local. Ele também foi flagrado arremessando objetos da varanda de seu apartamento e ameaçando condôminos. Por conta de suas atitudes, o comerciante coleciona multas e advertências aplicadas pelo síndico.

“É uma sensação de pânico. Eu estou me sentindo um presidiário, para ser sincero. Eu uso metade do meu apartamento, eu não tenho mais usado a sala. Cortinas ficam fechadas 24 horas por dia”, contou ao Fantástico, da TV Globo, um dos moradores do condomínio, que preferiu não se identificar.

Na varanda de seu apartamento, uma mulher mostrou as marcas de 19 tiros. Com medo de que seus cães fossem mortos, elas os doou para uma amiga na intenção de protegê-los.

Em um dos episódios protagonizados por Chang, um vídeo registrou as ameaças que ele fazia ao apontar em direção a um apartamento e arregaçar as mangas de sua camisa. Em seguida, o morador arremessou um objeto. De acordo com um especialista consultado pelo Fantástico, os projéteis usados nos disparos feitos pelo coreano seriam de armas de airsoft.

Os moradores relatam que acionaram a polícia diversas vezes, mas que os policiais alegam estar de mãos atadas por conta da ausência de flagrante.

“Sabia que tinha um inferno na minha vida. No dia que eu percebi, comecei a ter crise de ansiedade. Meus cachorros vivem na varanda e é um dos espaços mais sociais da minha casa”, disse uma jovem.

Um inquérito foi aberto pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo para que o caso seja investigado e providências sejam tomadas.

Fonte: anda.jor.br

Cadela de 8 meses é morta a tiros durante ação de policiais civis no Lago Norte, no DF

 


Foto: Arquivo pessoal

Uma cadela de oito meses foi morta a tiros durante uma ação da Polícia Civil em uma chácara na quadra 5 do Condomínio Privê, no Lago Norte, no Distrito Federal. O caso ocorreu no fim da tarde de sexta-feira (15).

O morador da chácara e tutor do animal, professor Cláudio Alvarez, afirma que os disparos foram feitos por agentes Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (Dema), que estavam acompanhados de servidores do Instituto Chico Mendes (ICMBio).

Procurada pelo G1, a Polícia Civil informou neste sábado (16) que não vai se manifestar “antes do término das apurações sobre o caso”. A assessoria do ICMBio ainda não se pronunciou.

Versão do tutor

Ao G1, o tutor da cadela disse que ouviu um barulho de pessoas conversando próximo ao portão da chácara e foi verificar. Os cachorros foram na frente. Ele afirmou que, logo em seguida, ouviu dois disparos. Ao chegar, percebeu que a cadela Gatai estava morta.

“Era uma cachorra super mansa. Atiraram para matar mesmo. Os dois tiros acertaram ela na orelha e no pescoço. Só não mataram os outros dois porque eles ficaram assustados e saíram correndo. Os policiais não apresentaram nenhum mandado de busca da Justiça”, disse Cláudio. 

Cláudio disse que o terreno está sub judice, mas que mora há sete anos no local.

“Pago IPTU no meu nome. Os policiais entraram por trás. Tem um portão da frente que poderiam ter vindo que a gente abriria o portão. É abuso de autoridade. Não justifica matar um animal”, disse.

Cláudio disse que ainda no sábado (16) vai registrar ocorrência na Corregedoria da Polícia Civil e também no Ministério Público.

Um vídeo gravado pelo professor mostra os momentos logo após a morte da cachorra. Nas imagens, Cláudio pergunta aos policiais por que atiraram na cachorra. Já os agentes o acusaram de invadir área pública. Veja transcrição abaixo:

Cláudio: O que está acontecendo, amigo?
Policial: O cachorro veio para cima da gente.
Cláudio: Mas vocês entraram dentro do meu lote? Vocês mataram ele?
Policial: Esse lote é de quem, amigo?
Cláudio: É meu!
Policial: Seu?
Cláudio: Sim, é meu.
Policial: Isso aqui é área pública, senhor
Cláudio: Eu tenho, eu pago IPTU
Policial: Senhor, isso aqui é área pública!

Por Mara Puljiz

Fonte: G1

 

Denúncia: galgos são usados para corridas e se tornam vítimas de maus-tratos e abandono

 


Na reportagem especial do Fantástico de domingo (17), os repórteres Raphael Sibilla, Giovani Grizotti e Glaucius Oliveira denunciam e mostram os bastidores de uma prática cruel: as corridas de cachorros.

Os galgos – raça utilizada nas corridas – são cachorros caçadores, que podem correr mais rápido que um tigre – chegam a 72 km/h. Por conta dessa habilidade, muitos deles são alvo de apostadores, que chegam a aplicar drogas nos bichos para aumentar as performances em competições. Muitos cães acabam feridos e abandonados, além de sofrerem todo tipo de crueldade nas mãos dos apostadores – o que configura maus-tratos com animais.

Brigas, abusos, maus tratos: tudo em nome da ganância. Proibidas na Argentina e no Uruguai, as corridas agora acontecem no sul do Brasil – e com uso de dinheiro público. Cidades como Bagé, Santana do Livramento, Guaraí e Acegua, na fronteira com o Uruguai, passaram a ser palco para as corridas. O repórter Giovani Grizotti esteve em uma delas e registrou tudo.

As denúncias de maus-tratos fizeram com que o Ministério Público passasse a investigar as corridas no estado.

O presidente da Associação de Galgueiros não quis gravar entrevista. Mas, em uma rede social, disse que a associação abomina a prática de maus tratos e que é a favor de punições pra quem fizer cometer essa atitude. Diz que fazer os galgos correrem não configura maus-tratos, e que as apostas é que viabilizam a criação dos animais.

Em nota, a prefeitura de Bagé diz que a pista de corrida de galgos foi construída em 2012 com recursos do governo federal por meio de emenda parlamentar e que não vê irregularidades na realização de corridas.

No Brasil e na Argentina, ONGs trabalham no resgate e na adoção dos galgos que sobreviveram à crueldade dos apostadores.

Fonte e foto: G1


Nota do Olhar Animal: Conheça o Galgo Livre BR, grupo que atua contra a realização e legalização das extremamente cruéis corridas de cães. Acesse https://www.instagram.com/galgolivrebr/ ou https://www.facebook.com/GalgoLivreBr.