Bruna Araújo | Redação ANDA
Uma cadelinha idosa foi covardemente deixada à própria sorte nas ruas de Birmingham, na Inglaterra, faltando poucos dias para o Natal de 2020. Ela foi encontrada por policias que faziam uma ronda e foi encaminhada para um dos abrigos da Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals. A cachorra foi carinhosamente chamada de Molly-Moo e apresentava sinais de maus-tratos.
Um porta-voz da
organização lamentou o estado da cadelinha. “Molly estava vagando por uma
estrada movimentada e perigosa e acredito que ela foi jogada lá por alguém como
lixo. Ela não sobreviveria sozinha. Ela estava incrivelmente emaciada, com
ossos salientes e tinha um problema de pele grave não tratado”, disse em
entrevista ao Daily Mail.
A cadela tinha um
microchip e foi possível reencontrar os antigos tutores, que afirmaram que a
cadela havia sido sequestrado há seis anos e que, agora, não tinham interesse
em tê-la de volta. O caso não foi investigado a fundo e a RSPCA ponderou que o
melhor a fazer naquele momento era priorizar a saúde de Molly, que estava muito
abaixo do peso.
Ela passou por seis
meses de reabilitação intensa. Recebeu uma dieta especial e um tratamento para
a pele. Após o período de recuperação, a RSPCA acreditava que Molly passaria
seus últimos anos de vida no abrigo e decidiu compartilhar a história da
cachorrinha nas redes sociais. Surpreendentemente, uma pessoa ficou muito
interessada em adotar a cadela.
O soldado John
Bebbington e sua esposa, Joanne, perderam o seu cãozinho que tinha 13 anos.
Eles estavam tão devastados com a perda que não pensavam em adotar outro
animal, mas quando viram o anúncio de Molly sentiram ao mesmo tempo que
deveriam adotá-la. Eles foram rapidamente até o abrigo e iniciaram o processo
de adoção.
O começo não foi
nada fácil, a cadelinha estava muito traumatizada e sentia ansiosa. Ela chorava
o tempo todo e estava sempre com medo. Molly simplesmente não conseguia confiar
na nova família. Ela precisava de tempo e paciência. Por sorte, Bebbington e
Joanne tinham de sobra. Com muito amor e carinho ela se acalmou.
Mesmo
sendo uma cadelinha idosa, ela adora correr e pular na grama. Ela adora passear
e conhecer outros cães. Molly está aproveitando todas as oportunidades de
desfrutar o máximo essa nova oportunidade. “Definitivamente encontrei uma
melhor amiga para o resto da vida e ela também”, finalizou Bebbington.
Fotos: Royal Society for the
Prevention of Cruelty to Animals
Fonte: anda.jor.br
Programa Mundo Animal na
rádio Mares do Sul 87,9 de Marechal Deodoro Alagoas das oito as nove aos sábados.( está no
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” Quem não ama os animais jamais vai amar
o semelhante”.
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