Mariana Dandara | Redação ANDA
Foto: Redes Sociais/Reprodução
A morte
de um cavalo, baleado por um policial após ser atropelado na quarta-feira (7),
gerou revolta entre moradores da cidade de Nova Lima, na Grande Belo Horizonte,
em Minas Gerais. A ação foi repudiada por uma ONG de proteção animal do
município, que pontuou que o cavalo não deveria ter sido sacrificado dessa
forma.
O caso
aconteceu em uma das principais avenidas da cidade e foi acompanhado por
testemunhas. De acordo com um comerciante que preferiu não ser identificado,
muitas pessoas choraram ao acompanhar a cena.
Um
boletim de ocorrência registrado em uma delegacia revela que o cavalo foi
atropelado enquanto era guiado pelo tutor no canteiro central. O acidente
aconteceu após o animal se assustar e correr para o asfalto, onde foi atingido
por um caminhão.
Ferido, o
cavalo foi examinado por um médico veterinário que afirmou que não havia meios
de salvar a vida do cavalo e que, por isso, ele deveria ser sacrificado. Um
policial, então, foi orientado pelo veterinário a atirar no animal. Antes de
efetuar o disparo, o agente pediu autorização ao comando da corporação.
Ao se
posicionar sobre o caso, a Polícia Militar informou que há autorização para os
policiais intervirem nessas situações. Para que o tiro fosse disparado, a rua
foi isolada.
Presidente
de uma entidade de proteção animal, Ariane Andrade discordou da forma como o
cavalo foi morto. “O sacrifício por meio de tiros é em último caso. Poderiam
ter recorrido a outros procedimentos para sanar o sofrimento do cavalo”,
pontuou a ativista em entrevista ao G1.
A
Prefeitura de Nova Lima, por sua vez, alegou que o laudo técnico elaborado pelo
médico veterinário recomendou o sacrifício imediato, autorizado pelo tutor do
cavalo, para evitar maior sofrimento do animal.
Fonte: anda.jor.br


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