Mariana Dandara | Redação ANDA
A atriz, escritora e diretora de cinema Maria Ribeiro usou as redes sociais para falar da importância de ter animais em casa para dividir a vida durante a pandemia de coronavírus.
Companhias incríveis em qualquer época, os animais se
tornam ainda mais essenciais em meio a momentos difíceis. O caos gerado pela
pandemia é amenizado quando se tem um companheiro de quatro patas para abraçar.
Diante dessa certeza incontestável, a atriz decidiu
homenagear um de seus gatos publicando uma foto deitada no chão ao lado do
animal. “Bichos, parte fundamental do meu manual de sobrevivência em tempos de
pandemia”, escreveu na legenda da publicação.
Nas redes sociais, Maria Ribeiro demonstrou várias
vezes o amor que sente pelos animais. Além das fotos dos gatos, é possível
encontrar um registro da atriz em um momento de afeto com um cavalo em uma
propriedade rural. “Eu nem sabia que eu tava com tanta saudade”, afirmou a
artista ao se referir ao animal.
E esse
amor imenso nutrido pelos animais é repassado aos filhos. No aniversário de 11
anos de Bento, a atriz fez uma homenagem ao filho e publicou uma foto do menino
ao lado de um dos gatos da família. “Onze em Dois Mil e Vinte e Um. Estamos
nascendo de novo, meu pequeno grande Bento. Vai ter vacina e amor, caprica.
Janela nova e escola também. Gatos, cães, piano, videogame, xadrez, mate, Juju,
Chicote, Dodô, Oreo, escuta. Tá cada dia mais legal, filho. Te amo todos os
dias e em qualquer configuração. Pode ir que eu nunca vou sair da
arquibancada, flamenguista. Mesmo sendo tricolor, atrasada e ruim de War”,
escreveu.
Apoio emocional
Um estudo
concluiu que 71% dos tutores de animais norte-americanos não teriam suportado a
pandemia de coronavírus, isolados dentro de suas casas, não fosse a companhia
amorosa dos animais.
A
pesquisa foi realizada pela Kinship, divisão da Mars Petcare dedicada à coleta
de dados sobre tendências comportamentais na indústria de produtos para
animais. Para realizar o estudo, a empresa entrevistou mais de mil pessoas
maiores de 18 anos.
Os
pesquisadores descobriram ainda que mais de 60% dos tutores colocam o bem-estar
do animal como prioridade e que 93% deles consideram importante o apoio
emocional concedido pelo cão ou gato.
Embora o estudo tenha sido realizado nos Estados
Unidos, a realidade dos norte-americanos é bastante semelhante a dos
brasileiros, que cada vez mais abrem espaço em seus lares para que cachorros e
gatos sejam tratados como membros da família.
Muitas dessas pessoas, inclusive, após se
conscientizarem sobre os horrores do comércio de animais e tomarem conhecimento
sobre o número de animais abandonados ou abrigados em ONGs pelo país, optaram
por adotar cachorros ou gatos (até os dois!) resgatados de situações de
vulnerabilidade para dar a eles a oportunidade única de desfrutar de uma vida
repleta do amor que esses animais, até então, não haviam conhecido.
Foto: Reprodução/Instagram/Maria Ribeiro
Fonte: anda.jor.br




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