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terça-feira, 15 de abril de 2025

Após ameaça de despejo, gatinhos de colégio no litoral paulista conquistam permanência com apoio da comunidade e da Prefeitura

 


A comoção tomou conta das redes sociais e da comunidade escolar do Colégio Estadual Pastor Joaquim Lopes Leão, em São Vicente, após a notícia de que três gatos idosos — Lion (18 anos), Meg (13) e Chico (12) — poderiam ser retirados do local onde vivem há mais de uma década. A tentativa de remoção, motivada por uma denúncia anônima, foi barrada graças à atuação rápida da Secretaria de Bem-Estar Animal (SEBEM), que classificou a possível retirada como inaceitável e potencialmente criminosa.

A equipe da SEBEM, liderada pelo secretário dr. Gustavo Palmieri, visitou o colégio no último dia 8 de abril para averiguar as condições dos felinos. O que encontraram foi um cenário de total cuidado, afeto e responsabilidade.

Os três gatos são castrados, vacinados, têm carteirinha veterinária, acompanhamento regular e recebem alimentação de qualidade. Lion, o mais velho, faz tratamento contínuo para artrite e artrose, com consultas semanais ao veterinário.

“Esses animais têm residência fixa, são acompanhados clinicamente, e têm um vínculo afetivo com a comunidade escolar. Retirá-los de lá seria configurar maus-tratos”, afirmou Palmieri. “Por isso, emitimos um documento oficial determinando que eles permaneçam onde estão.”

Gatos comunitários: protegidos por lei e por afeto

A presença de Lion, Meg e Chico vai muito além do afeto: ela é amparada por legislações federais e estaduais que reconhecem os chamados “gatos comunitários” como parte integrante de um ecossistema urbano afetivo. A Lei Federal nº 9.605/1998, que trata de crimes ambientais, considera crime o abandono ou maus-tratos a animais. Além disso, projetos como o “Amicão”, em trâmite na Assembleia Legislativa de São Paulo, incentivam a convivência entre animais e alunos nas escolas.

Segundo o relatório oficial da SEBEM, a convivência com os felinos no ambiente escolar contribui para a educação socioemocional dos alunos, promovendo empatia, respeito e senso de responsabilidade. Em tempos de tanta desconexão emocional, Lion, Meg e Chico são mais do que mascotes: são educadores silenciosos que ensinam pelo exemplo.

Comunidade mobilizada e vigilante

A tentativa de retirada dos gatos — supostamente acordada entre uma professora e a direção escolar — gerou uma onda de indignação. Alunos, pais, funcionários e defensores da causa animal iniciaram um abaixo-assinado e movimentaram redes sociais com vídeos e depoimentos, reforçando o laço emocional com os animais.

A denúncia anônima, recebida por telefone pela SEBEM, partiu, segundo relatos, de pessoas ligadas ao próprio colégio. Mas o impacto da repercussão pública reverteu a situação.

Por Amanda Oliver

Fonte: Olhar Animal

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