Foto: Arquivo pessoal
Uma
cachorrinha adotada aos 2 anos vive uma longa jornada de afeto na família que a
acolheu até a sua morte, em abril deste ano, 17 anos depois. A história de
emocionar, combinada com ficção, é narrada no livro “O diário de Pipoca: do
abrigo para um lar cheio de amor”, a ser lançado na Bienal do Livro, no
Riocentro, na Barra da Tijuca, no próximo dia 1º, entre 15h e 17h, no estande
da Editora Casa Kids, e na livraria Travessa do shopping Leblon, no dia 17, às
16h. A obra também contará com versão em braile, para pessoas com deficiência
visual, e parte da renda com as vendas será doada a ONGs que trabalham com
resgate de animais, diz a autora.
“Eu
sempre quis ter um animal doméstico quando criança, mas não podia, porque meus
pais trabalhavam fora. Em 2006, adotei a Pipoca na Suipa. Desde então, ela
sempre acompanhou tudo: meu namoro, meu casamento, minha gravidez…Ela viu minha
filha Marina, que hoje tem 12 anos, nascer e me ajudava a tomar conta dela.
Antes disso, me mudei por um período para Brasília, e, mesmo grávida de oito
meses, preferi viajar de carro, por 18 horas, para não precisar despachá-la. O
livro conta essa história de amor e parceria”, relata Roberta Ferpin, de 42
anos.
Roberta
destaca que o livro era um projeto antigo: a ideia surgiu após os primeiros
meses de convivência com Pipoca, em 2006, quando já começou a escrevê-lo.
Devido à correria da rotina, no entanto, o texto ficou parado até o fim do ano
passado, quando a cadela estava com 18 anos. Na obra, a autora reflete ainda
sobre a importância da adoção. Daí a doação de parte da renda da obra a
instituições que trabalham com animais.
“É
fundamental escolhermos com o coração na hora de adotar, e não nos preocuparmos
com raça, cor, sexo e idade. Nós nem tínhamos ido à feirinha da Suipa com
intuito de adotar, mas a Pipoca nos olhou e nos escolheu. Foi inevitável”,
revela. “O que contaram na época foi que um casal mudou de cidade e abandonou a
cachorra. Já era a terceira feira de que ela participava sem conseguir ser
adotada. Espero, com esse livro, passar a mensagem de que animal não é
descartável e que precisa ser tratado com responsabilidade. Dá trabalho, mas a
contrapartida vem na forma de muito amor”.
A
autora diz que a cadelinha serviu para unir ainda mais a família.
“Tudo
girava em torno dela, e, quando minha filha nasceu, das duas. Uma tia minha
resolveu adotar um cão após 60 anos sem cachorro, por causa da Pipoca. Sempre
que eu ia visitar minha avó que teve AVC, eu levava a cachorra, e se via uma
felicidade absurda na interação delas”, detalha. “Até a entrega que tenho hoje,
como mãe, veio da da convivência com a Pipoca”.
Esse
é o primeiro livro da jornalista, que decidiu a profissão que iria seguir aos
11 anos. Também amante da parte de criação, estudou direção de TV, e, em 2017,
concebeu e gravou uma série sobre os desafios da maternidade, entrevistando
oito mulheres, incluindo personalidades como Malu Mader, Cissa Guimarães e
Micaela Góes. Seu plano é emplacar o programa em uma emissora ou plataforma de
streaming e lançar um livro com as entrevistas.
Fonte: O Globo
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