O Ministério Público de Minas Gerais
(MPMG) solicitou que o município de Santa Bárbara, em Minas Gerais, retire um
item de um edital para a contratação de serviços que permite o sacrifício de
animais saudáveis resgatados que não forem retirados do abrigo pelos tutores.
(Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)
Trata-se de um edital relativo à
contratação de empresa para prestação de diversos serviços, dentre eles, o de
sacrifício de animais saudáveis de pequeno porte.
A liberação da morte induzida em
animais que estão em boa condição de saúde, segundo o promotor Danilo Keiti
Goto e a coordenadora estadual de defesa da fauna, Luciana Imaculada de Paula,
viola princípios inerentes à administração pública. As informações são do site
Hoje em Dia.
Os funcionários públicos afirmam que
é dever do município adotar medidas eficientes de controle populacional de
cachorros e gatos em situação de abandono, mas não aprovam a iniciativa que
determina o sacrifício indiscriminado e defendem que tal prática é ineficiente
para a realização do controle de natalidade.
A recomendação do MP foi expedida na
última quarta-feira (6) e a Prefeitura de Santa Bárbara tem um prazo de sete
dias para se posicionar.
Nota da Redação: a ANDA repudia
a utilização do sacrifício de animais como forma de controle populacional, não
só pela ineficácia da prática, mas também pela crueldade presente nela. O
número de animais abandonados deve ser controlado através de mutirões de
castração, adoção responsável de cachorros e gatos devidamente microchipados e
campanhas de conscientização de combate ao abandono, não pelo extermínio cruel
e covarde de animais que devem ter o direito à vida resguardado.
Fonte: anda.jor.br

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