Por Fernanda Cotez,
ANDA
A duquesa Meghan Markle reconhece os
absurdos da indústria de peles e, de acordo com informações de amiga próxima da
atriz e esposa do príncipe Harry, Meghan se recusa a ter peças no seu guarda roupa que promovam
a cruel indústria de peles.
(Foto: Instagram)
Antes mesmo de seu noivado com o
príncipe Harry, Markle já tinha uma reputação de ativista, defendendo a
igualdade de gênero como defensora das mulheres.
Já em recentes declarações, a atriz declarou manter-se em dieta restrita de origem vegetal durante
os dias da semana. Agora, uma amiga próxima da futura noiva citou vários
exemplos que provam que Meghan é contra a utilização de peles como roupas.
Gina Nelthorpe-Cowne é grande amiga
de Markle, pois já trabalhou como sua agente comercial. Recentemente,
Gina revelou ao The Independent que Meghan adota uma rígida
restrição ao uso de peças com pele de animais em seu guarda-roupa.
Assumindo uma postura ética contra estabelecimentos
que apoiam padrões cruéis de bem-estar animal, de acordo com Gina, Markle “se
recusa a promover peles ou produtos de origem animal, optando por usar peles
artificiais”.
Ainda, Meghan Markle já revelou, em entrevista à Good Housekeeping, em que discutiu seu estilo
e moda, que é uma ávida fã de calças de couro veganas.
Causa ganhando espaço
A luta contra a utilização de peles
está tomando espaço ultimamente. Donatella, que é a designer-chefe da Versace, anunciou que a marca está abandonando a pele. As
grifes DKNY e Donna Karan logo seguiram o exemplo.
Cidades e países também estão
entrando na onda livre de crueldade animal: San Francisco tornou-se recentemente a maior cidade até hoje
decidindo a proibição de peles, e este mês, a Índia proibiu a importação e venda de peles.
Fonte: anda.jor.br

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