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sábado, 10 de janeiro de 2026

Exército dos EUA é proibido de atirar em animais para treinar médicos de guerra


 Foto: Reprodução/Freepik

Uma lei nacional aprovada em 18 de dezembro proibiu as Forças Armadas dos Estados Unidos de usar animais vivos – como cães, gatos, primatas não humanos e outros mamíferos – para exercícios de treinamentos em campo de batalha. A Lei de Autorização de Defesa Nacional de 2026 veda qualquer aplicação de ferunebtis com munição real conduzida pelo Departamento de Defesa que visem treinar médicos de combate.

Segundo matéria da Associated Press (AP), o projeto de lei põe um fim à ação de abater cabras e porcos no preparo de médicos para tratar soldados feridos, porém outras práticas envolvendo animais e sem armas de fogo ainda serão permitidas.

Por que usar animais vivos?

Mas o que justifica, afinal, o uso de animais vivos? “Animais vivos, como porcos e cabras, são usados ​​em treinamento de trauma porque seus órgãos e tecidos são semelhantes aos dos humanos, apresentando variações biológicas que podem complicar o tratamento e oferecer oportunidades para controlar condições médicas”, afirma um relatório de 2022 do Escritório de Contabilidade do Governo dos EUA.

Adotada pelas Forças Armadas dos EUA desde pelo menos a Guerra do Vietnã, a prática é alvo de denúncias por organizações ativistas e legisladoras há décadas. Entre aquelas que se opõem ao uso dos animais em treinamentos de combate, estão o Comitê de Médicos para a Medicina Responsável e a organização Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA).

De acordo com a AP, não se sabe a frequência com que militares americanos usam animais para treinamento de combate, mas a nova proibição chega como um esforço legislativo em diminuir práticas “ultrapassadas e desumanas”, segundo Vern Buchanan, político republicano do estado da Flórida e atuante na luta pelos direitos dos animais.


Foto: Divulgação/Comitê de Médicos para a Medicina Responsável

Exceções às regras

Ainda assim, o gabinete de Buchanan afirma que o Departamento de Defesa continuará a autorizar outros procedimentos envolvendo animais, incluindo esfaqueamento, queimaduras e uso de equipamentos contundentes. Os chamados “ferimentos por armas” só serão permitidos se forem classificados como testagem de armas em animais. Nesses casos, os animais devem ser anestesiados.

A lei também orienta que as forças militares passem a utilizar simuladores avançados, manequins, cadáveres ou atores. Ativistas dos direitos dos animais alegam que a tecnologia de simulação de tratamento de ferimentos avançou muito nas últimas décadas, de forma que as Forças Armadas não precisam mais usar animais vivos em seus treinamentos, segundo informações da AP.

Em comunicado, o Comitê de Médicos para a Medicina Responsável complementa, defendendo que porcos e cabras anestesiados pouco contribuem para preparar médicos de combate, com “roupas de simulação” usadas por pessoas sendo muito mais eficazes na reprodução de um ser humano ferido.

Por Fernanda Zibordi

Fonte: Galileu

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