Foto:
Wikipedia / Francis Godolphin Osbourne Stuart
Além dos 2.200 passageiros e
tripulantes, o Titanic levava também diversos animais em sua viagem inaugural,
em 1912, antes de afundar no oceano Atlântico. De todos eles – que incluíam
gatos, pássaros, galos e galinhas – apenas três cachorros sobreviveram ao lado
de seus tutores.
O número exato de cães a bordo é
impreciso, já que eles eram embarcados como carga e muitos documentos se
perderam no naufrágio. Segundo o National Museums Liverpool, pelo menos 12
animais viajavam na embarcação em um canil próprio – mas pode ter sido mais.
“A passagem era cara – igual à de uma
criança – e a maioria dos tutores era americanos viajando de primeira classe”,
descreve o site.
Foto: Encyclopedia Titanica / Reprodução
Relatos
contam que, ao saber que o navio afundaria, alguém teria aberto o portão do
canil e soltado os cachorros, que corriam desesperados pelo convés, causando
tumulto. Muitos deles não conseguiram se salvar, a maioria de grande porte.
Três
cachorros de pequeno porte sobreviveram, sendo transportados nos botes no colo
dos tutores. O pequinês Sun Yat-Sen, de Henry Sleeper Harper e Myra Raymond
Harper, foi salvo junto aos seus tutores, assim como Lady, o lulu da pomerânia
de Margaret Bechstein Hays comprado em Paris.
De
nome desconhecido, o lulu da pomerânia que pertencia à Elizabeth Barrett
Rotschild também conseguiu embarcar em um dos botes.
Outros
cães, no entanto, não tiveram tanta sorte, como o cachorro de William Crothers
Dulles, que pouco se sabe sobre ele, já que ambos não sobreviveram ao desastre.
Kitty, um airedale terrier do bilionário John Jacob Astor, morreu junto ao seu tutor
– há relatos de que ele tinha um segundo animal, mas que não foram confirmados.
Outros
cachorros que morreram enquanto seus tutores escaparam em botes salva-vidas
foram: um chow chow de nome desconhecido, pertencente ao corretor da bolsa
Harry Rhind Anderson; Frou Frou, um cachorro pequeno de raça desconhecida, de
Helen Bishop; e um pequinês e um cão de raça desconhecida, ambos de William
Ernest Carter, um magnata do carvão da Filadélfia.
O
buldogue francês Gamin de Pycombe, que pertencia ao banqueiro Robert Williams
Daniel, que sobreviveu ao naufrágio, teria sido visto nadando na água antes de
morrer.
A
história dos cães do Titanic também tem uma série de mitos. Um deles envolve a
passageira Ann Elizabeth Isham, de 50 anos, que teria se recusado a entrar em
um bote salva-vidas sem seu dogue alemão, um cachorro de grande porte, e
decidiu ficar com o animal no navio.
Supostamente,
alguns sobreviventes teriam visto uma mulher com um colete salva-vidas com os
braços congelados em volta de um grande cachorro balançando nas ondas após o
naufrágio, que poderia ser Ann, mas esta história nunca foi confirmada e os
corpos nunca foram achados.
Fonte: Revista Casa e Jardim
COLABORADORES (AS) DO SITE & DO BLOG :
Vereador por Marechal Deodoro (AL) ANDRÉ BOCÃO – agente da gente –Acompanhe o vereador nas redes sociais
Mundo Animal Ano XXIII na rádio Mares do Sul FM 87,9 de Marechal Deodoro Alagoas das oito as nove aos sábados. E na Correio FM 88.5 de Murici. ( estão no aplicativo rádios net e no www. Mundo animalmaceio.com.br
VET HELP clinica veterinária: castração, consultas, exames, vacinas, ultrasson, raio-x, cirurgias, medicamentos
Consultório veterinário dr Marcelo Lins; (82) 99981 5415
(MACEIÓ) VEREADORA TECA NELMA > VEGETARIANA (MADRINHA DO DEFESA ANIMAL EM AÇÃO )

.webp)





Nenhum comentário:
Postar um comentário