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Reprodução | Instagram
As aldeias indígenas yanomamis têm
sofridos com uma grave crise humanitária e também sanitária. Casos de
desnutrição, malária e verminoses são frequentes entre eles, mas tudo isso não
acontece apenas com os humanos. Os animais também estão sendo afetados,
inclusive pela disseminação da tungíase, infecção popularmente conhecida como
“bicho de pé”.
Essas infecções são comuns em zonas
pobres, como aldeias indígenas, comunidades rurais e favelas em cidades. A
doença tem causado muitas lesões nos indígenas e fazendo até com que alguns
deles percam alguns membros.
“Nos indígenas yanomami, a tungíase
tem causado múltiplas lesões dolorosas, além de ‘abrir portas’ para outras
infecções e, em casos mais graves, faz até com que alguns percam pedaços dos membros”,
explicou a médica pediatra voluntária da Associação Médicos da Floresta e parte
do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, Bruna Abilio.
Segundo a Organização Pan-Americana
da Saúde (Opas), apenas na Região das Américas, cerca de 20 milhões de pessoas
estão em risco de serem infectadas.
Os animais também são afetados pela
doença e o Grupo de Resgate de Animais em Desastres (Grad) tem publicado,
frequentemente, informações sobre resgates e atendimentos a esses animais.
“Neles,
o bicho de pé também causa muita coceira e ardência, e assim como em humanos,
pode virar uma infecção realmente grave, com risco de perda do coxim, aquela
parte macia na pata. Em pessoas, observamos [nas comunidades] casos gravíssimos
que provocam a perda de membro”, apontou a médica veterinária do Grad, Carla
Sássi.
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“A
ocorrência da tungíase no território yanomami é um bom exemplo do que chamamos
de tríade na saúde única, que é a relação da saúde humana, animal e ambiental.
Não adianta tratar cada um desses separadamente – apenas tratando os três ao
mesmo tempo por um período de médio a longo prazo é que é possível conseguir
resultados no controle dessa zoonose”, acrescentou Sássi.
No
Instagram, o grupo pede doações para ajudar nos resgates. “Precisamos de
medicações de alta eficácia para continuar o tratamento nos animais. Colabore
com esse trabalho. Doe! Compartilhe! pix:04.085.146/0001-38”.
Fonte: BNews
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