A cantora Sandy usou seu Instagram para homenagear e se despedir de sua cachorrinha de estimação Zelda, que faleceu no dia 16 de novembro.
A cachorrinha da raça Papillon estava com 12 anos de idade e lutava
contra dois tumores, de acordo com a publicação do marido da cantora, Lucas
Lima, que também homenageou-a.
"Que post
difícil de fazer… Tô me despedindo de 12 anos e meio de uma parceria tão linda,
de tanto, tanto amor e tanta troca. Minha primeira ‘filhinha’, serelepe,
inteligente, cheia de amor e de alegria, que estava sempre com uma coisa maior
que ela na cabeça – kkk –, precisou ir descansar”, iniciou Sandy na publicação.
“E eu entendo, ela
precisava mesmo. Mas a saudade já tá enorme… o coração doído. Ela me ensinou um
monte. E isso vai ficar guardado junto com as tantas e tantas memórias felizes
que eu tenho dela junto da minha família”, acrescentou.
“Foi uma parte importante
dela. Obrigada, Zeldinha, por ter lutado tanto, ter sido tão guerreira nesse
último ano e por ter sido a melhor companheirinha que uma família poderia ter.
Te amo pra sempre", finalizou a cantora.
O também músico Lucas Lima, usou sua rede social para se despedir de
Zelda e destacar que ela estava com ele desde o início do casamento e o
nascimento do filho Theo, de 7 anos.
"Ela me ensinou
um monte. E isso vai ficar guardado junto com as tantas e tantas memórias
felizes que eu tenho dela junto da minha família. Foi uma parte importante
dela. Obrigada, Zeldinha, por ter lutado tanto, ter sido tão guerreira nesse
último ano e por ter sido a melhor companheirinha que uma família poderia ter.
Te amo pra sempre", escreveu.
Além disso, ele ainda destacou que foram oito meses lidando com os
tumores e que nesse período a cachorrinha recebeu todos os cuidados de Sandy.
“Ela teria ido embora
há tempos se não fosse a Sandynha guerreira, que lutou que nem uma doida e, não
só estendeu a vidinha, mas deu qualidade pra nossa Zeldinha ficar com a gente
mais um tempinho. Baita cachorrinha”, completou Lucas.
O que são tumores em cachorros?
Em entrevista exclusiva ao Amo Meu Pet, a
médica-veterinária Michelli Westphal de Ataide explica que os neoplasmas,
popularmente conhecidos por tumores ou câncer, podem ser entendidos como um
aumento de volume.
“Alguns tumores são
mais conhecidos, porque eles têm uma carga genética: podem ser hereditários,
congênitos ou adquiridos. Algumas raças a gente já sabe que são mais propensos
a um tipo de tumor, mas eventualmente um vira-lata pode desenvolver ou vir a
carga genética da mãe, avó ou tataravó, então não tem muito como saber”, disse
Michelli.
Além disso, a médica-veterinária ressalta que os tumores podem afetar
todos os órgãos, sem exceção e que a idade mais avançada também interfere no
seu aparecimento.
“Onde circula sangue
ou tem troca genética pode desenvolver, por exemplo, cães de médio ou grande
porte, têm propensão de desenvolver tumores ósseos ou articulares. A
probabilidade é maior em animais mais idosos, por isso recomenda-se os
check-ups”, pontua.
Ela também detalha que os tumores são bem frequentes nos cães,
principalmente algumas raças como é o caso do Boxer. Por isso a importância dos
exames de rotina que poderão salvar a vida do cachorro.
O tutor ou tutora consegue perceber um tumor?
Michelli observa que em alguns casos o tutor até consegue perceber o
neoplasma, como nos casos que há um aumento de volume em um determinado local
do corpo.
“Quando é pele ou
quando tem algo muito externo. Por exemplo, um tumor ósseo que é mais visual, o
tutor vai perceber. No entanto, quando é em um órgão, como um tumor cerebral,
pulmonar, de baço ou fígado não tem como o tutor perceber”, ressalta.
“Ele vai perceber que o animal
vai ficar mais quietinho, pode ter dor ou convulsão. Vai ver outros sinais,
menos o tumor. O mais indicado é sempre fazer check-ups anuais de filhotes até
a meia-vida e a partir daí a cada 6 meses, pois o veterinário vai conseguir
detectar um tumor precocemente se ele tiver”, acrescentou ela.
A médica-veterinária detalha que não há como prevenir os neoplasmas, mas
sim detectar precocemente com os check-ups e logo iniciar o tratamento.
“Uma dieta
adequada/controlada, evitar a exposição do animal a agrotóxicos ou raios
solares para não haver tumores de pele. Essas são algumas formas de prevenção”,
conta a profissional
Há formas do tutor lidar com possível perda do
animal?
Michelli comenta que assim que adquirimos um animal devemos entender que
iremos perder ele algum dia, de uma forma ou de outra, pois o tempo de vida
dele é bem menor que o nosso.
“A presença de um
tumor maligno inoperável, por exemplo, não responsivo à quimioterapia, a gente
já tem que fazer um trabalho psicológico. Normalmente o que eu falo é que o
tutor tem que aceitar que o tempo está acabando, assim ele deve aproveitar a
vida com o animal da melhor forma possível”, esclarece a médica-veterinária.
“A possível perda depende
de cada pessoa, do vínculo que o tutor tem com seu animal. Tem muitos animais
que são apegados ao seus tutores, então o animal também não quer se entregar e
está sobrevivendo aquela situação. Ele não quer deixá-lo porque sabe que vai
sofrer e isso prende ele, então o tutor tem que aceitar para deixar ir também”,
finaliza Michelli.
(Foto: Reprodução
Instagram/@sandyoficial)
(Foto: Reprodução Instagram/@lucas.lima)
Fonte: amomeupet.org
Programa Mundo Animal na
rádio Mares do Sul 87,9 de Marechal Deodoro Alagoas das oito
as nove aos sábados.( está no aplicativo rádios net e no www.mundoanimalmaceio.com.br)
“ Quanto mais
conheço os homens mais amo os animais “
Colaboradores do BLOG:
Vereadora Teca Nelma deseja um FELIZ ANO NOVO para todos
Consultório veterinário dr Marcelo
Lins 99981 5415
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Comissão do
Bem Estar Animal da OAB Alagoas- presidente dra Rosana Jambo
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