O juiz da 1ª Vara da Comarca de Brotas (SP),Rodrigo Carlos Alves
de Melo, rejeitou os pedidos de prevenção preventiva feitos pela Polícia Civil
e pelo Ministério Público do município contra o pecuarista Luiz Augusto
Pinheiro de Souza, proprietário da fazenda Água Sumida – onde centenas de
búfalas foram encontradas em situação
de abandono, com fome e sede.
O pecuarista foi denunciado pelo crime de maus-tratos contra
pelo menos 991 búfalos e cavalos vivos e 137 animais que morreram ou foram
encontrados mortos.
O pedido de prisão da
Polícia Civil foi emitido um dia após o laudo preliminar feito
por peritos da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Estadual Paulista
(Unesp) apontar que o
fazendeiro agiu de forma negligente ao não demostrar
preocupação com seu rebanho, com os rebanhos vizinhos, com a saúde pública,
poluição ambiental e a fauna nativa.
Já o pedido do MP foi
feito na quarta-feira (15) e incluia também a prisão preventiva de um policial
militar aposentado que trabalha como segurança da fazenda e
citava responsabilidade de outros funcionários. A ação denunciava o pecuarista
por ameaça, falsificação de documentos e falsidade ideológica.
Embora não tenha
aceitado a prisão, o juiz impôs algumas medidas cautelares que devem ser
seguidas pelo proprietário da fazenda e seus funcionários. São elas:
Proibição de entrada e permanência na fazenda;
Proibição de manter contato, por qualquer meio, com qualquer
testemunha do processo, exceto os policiais militares/ambientais e policiais
civis;
Compromisso de não deixarem a Comarca na qual possuem
residência, por prazo superior a 10 (dez) dias, sem autorização da Justiça.
Fotos: Fabio Rodrigues/g1
Fonte: G1
Programa Mundo Animal na
rádio Mares do Sul 87,9 de Marechal Deodoro Alagoas das oito as nove aos sábados.( está no
aplicativo rádios net e no
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” Quem não ama os
animais jamais vai amar o semelhante”.
Colaboradores do blog:
Vereadora Teca Nelma deseja um FELIZ NATAL para todos
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