Redação | Patricia Bertola
Holly, uma cachorrinha dócil e carinhosa, estava com um problema: ser idosa. Sim, por causa deste motivo sua família a levou ao veterinário para ser sacrificada.
Chocada, a equipe da clinica veterinária questionou o
motivo que aquele senhor, acompanhado de uma criança, fizesse tal pedido. A
resposta foi simples: “Não a queremos mais”, “ela faz xixi por toda a casa” e a
criança complementou “não gostamos dela, gostamos mais dos outros cachorros”.
Após ser examinada pelos veterinários, a cachorrinha
não apresentava problemas de saúde, estava saudável. Felizmente, a clínica
mantinha contato com Melissa Elliot, fundadora da ONG “Olg Dog Home” e pediu seu apoio. Mesmo sem ter
espaço, ela foi até a clínica para ajudar.
Após acompanhar o ocorrido, Elliot percebeu que não
adiantaria conversar com a família e decidiu levar o animal. Após divulgar o
caso em suas redes sociais (Facebook e Instagram)
muitos queriam ser a nova família de Holly, mas um lar em especial foi
escolhido.
Holly passou a fazer parte de uma família com duas
crianças, um irmãozinho canino de mesma idade, e de quebra uma mãe veterinária.
O caso de
Holly, ocorrido na Georgia – EUA, teve um final feliz. No entanto, muitas
“Hollys” são deixadas para trás, dependendo da sorte de uma Melissa Elliot
cruzar seu destino.
Por isso, antes de adotar ou comprar um animal busque
informações sobre aquela espécie ou raça. Saiba que o animal fará parte da
família por um longo tempo. Faça um planejamento financeiro, estrutural e
psicológico.
Seja um tutor consciente e responsável!
Foto: Olg Dog Home
Fonte: anda.jor.br


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