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sexta-feira, 14 de maio de 2021

Edie Falco denuncia crueldade em experimentos com macacos na Universidade de Washington

 

Giovana Miroslava | Redação ANDA


Foto: Reprodução | VegNews

A atriz Edie Falco, mais conhecida pelas participações nas séries “Família Soprano” e “Nurse Jackie”, aparece em vídeo criticando a realização de experimentos com macacos na universidade nos EUA.

vídeo foi publicado na última segunda-feira (10) pela organização Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA) onde critica o procedimento realizado no centro de pesquisa da Universidade de Washington e pede pelo seu fechamento. 

De acordo com Edie, o centro de pesquisa está sendo investigado e já foi citado por uma longa lista de violações ao Ato Federal pelo Bem-Estar Animal, o que inclui mortes de macacos em consequência de fome, desidratação, estrangulamento e erros veterinários.

“É um laboratório secreto no campus da Universidade de Washington que abriga quase 400 macacos em gaiolas que são apenas um pouco maiores que seus corpos”, lamenta a atriz, acrescentando que eles nunca veem o sol e manifestam frustração e angústia.

Experiências do centro de pesquisa

De acordo com as informações divulgadas pela PETA, o centro realiza experiências cruéis com os animais como, por exemplo, a indução de asfixia de filhotes de macacos no momento do parto, do qual o pesquisador Thomas Burbacher é acusado, e o confinamento de animais recém-nascidos separados de suas mães e deixados com apenas um pedaço de pano.

Outro acusado de cometer atrocidades é o pesquisador Eberhard Fetz, que seria responsável por realizar experimentos que envolvem fazer um buraco no crânio desses animais, fixar eletrodos em seus cérebros e implantar cirurgicamente bobinas de arame em seus olhos.

“Ele então os amarra em uma cadeira de contenção por horas, com suas cabeças imobilizadas por meio de instalação de parafusos. Também os priva de comida ou água”, relata a PETA.

Além desses crimes, a organização também aponta que o pesquisador Michael Katze teria infectado macacos com ebola e os observou enquanto sucumbiam à febre hemorrágica, com sintomas que incluíam fortes dores musculares, dores de cabeça, vômitos, diarreia e sangramento interno e externo. O pesquisador foi demitido após anos fazendo comentários racistas e sexistas.

Segundo a PETA, o centro de pesquisa com primatas da Universidade de Washington também já submeteu macacos à irradiação corporal total. “Quase metade dos animais morreu antes do estudo ser concluído. Esses experimentos repugnantes não ajudam em nada os humanos – e mesmo que ajudassem, ainda seriam imperdoáveis. Os macacos são seres sencientes que amam suas famílias e só querem viver à maneira deles.”

Fonte: anda.jor.br

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