A campanha tem o
objetivo chamar a atenção para o sofrimento suportado pelos animais e envolver
consumidores e políticos na missão e banir a prática (Foto: Divulgação)
O ator Rodrigo
Santoro é um dos artistas a dublar a animação Save Ralph, que pede a proibição
de testes cosméticos em animais. Ao lado dele na campanha global da HSI
(Humane Society International) estão cineastas e outras estrelas do cinema,
como Taika Waititi, Ricky Gervais, Zac Efron, Olivia Munn, Pom Klementieff e
Tricia Helfe.
A campanha tem o objetivo chamar a atenção para o
sofrimento suportado pelos animais e envolver consumidores e políticos na
missão e banir a prática. O filme apresenta o porta-voz da campanha da HSI,
Ralph, dublado por Taika Waititi, sendo entrevistado enquanto segue sua rotina
diária como “testador” em um laboratório de toxicologia.
“Se você não
assistir e amar, então você odeia animais e não podemos mais ser amigos.
#SaveRalph”, publicou Taika Waititi no Twitter antes do lançamento da animação.
O roteirista e diretor Spencer Susser (de Hesher e O Rei do Show) disse que os
animais em laboratórios de testes cosméticos não têm escolha, e é
responsabilidade de todos fazer algo a respeito. “Quando surgiu a oportunidade
de criar uma nova campanha para a Humane Society International, senti que
o stop motion era a maneira perfeita de transmitir a
mensagem”, afirmou.
Segundo a HSI, os testes em animais são proibidos
em 40 países. No entanto, a prática é completamente legal na maioria dos
lugares e submete ao sofrimento e morte desnecessária milhares de animais.
“Save Ralph é um alerta para os cidadãos e legisladores europeus que acreditam
que os testes de cosméticos em animais acabaram na UE. Não acabaram: apenas
receberam um novo nome de ‘avaliação de produtos químicos’, mas é o mesmo velho
sofrimento animal”, disse Troy Seidle, vice-presidente de pesquisa e
toxicologia da HSI.
Fonte: NSC Total
Nota do Olhar Animal: Sofrimento algum
infligido aos animais para servirem a propósitos humanos é “necessário”. A
ideia de que há algum que possa ser encarado como “necessário” é extremamente
especista.

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