Mariana Dandara | Redação ANDA
(Foto: Freepik/Ilustrativa)
Um estudo concluiu que 71% dos
tutores de animais norte-americanos não teriam suportado a pandemia de
coronavírus, isolados dentro de suas casas, não fosse a companhia amorosa dos
animais.
A pesquisa foi realizada pela
Kinship, divisão da Mars Petcare dedicada à coleta de dados sobre tendências
comportamentais na indústria de produtos para animais. Para realizar a
pesquisa, a empresa entrevistou mais de mil pessoas maiores de 18 anos.
Os pesquisadores descobriram
ainda que mais de 60% dos tutores colocam o bem-estar do animal como prioridade
e que 93% deles consideram importante o apoio emocional concedido pelo cão ou
gato.
Dentre os entrevistados, 86%
afirmaram que passar mais tempo em casa com os animais têm sido um dos
principais benefícios do isolamento social. Além disso, 60% manifestaram o
desejo de levar seus cães nas próximas férias.
A felicidade dos animais é
prioridade para 62% dos tutores. O estudo também mostrou que 76% dessas pessoas
buscam informações sobre saúde preventiva para manter os animais saudáveis.
Realidade
brasileira
Embora o estudo tenha sido
realizado nos Estados Unidos, a realidade dos norte-americanos é bastante
semelhante a dos brasileiros, que cada vez mais abrem espaço em seus lares para
que cachorros e gatos sejam tratados como membros da família.
Muitas
dessas pessoas, inclusive, após se conscientizarem sobre os horrores do
comércio de animais e tomarem conhecimento sobre o número de animais
abandonados ou abrigados em ONGs pelo país, optaram por adotar cachorros ou
gatos (até os dois!) resgatados de situações de vulnerabilidade para dar a eles
a oportunidade única de desfrutar de uma vida repleta do amor que esses
animais, até então, não haviam conhecido.
As pessoas que adotam, aliás, costumam ser unânimes ao
falar sobre a gratidão que os animais resgatados de maus-tratos e do abandono
sentem por suas novas famílias. E é na convivência do dia a dia que os
adotantes percebem não só o quão gratos os animais são, mas também o quanto
eles são capazes de ser as melhores companhias que alguém pode ter. E essa foi
a sorte de quem, em meio ao caos da pandemia, tinha ao seu lado um companheiro
de quatro patas.
Fonte: anda.jor.br

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