Brigitte Anne-Marie Bardot (Paris,
28 de setembro de 1934)
é uma atriz e ativista francesa, que iniciou sua carreira artística como
cantora e modelo. Ficou
conhecida por suas iniciais BB, e foi considerada um dos maiores símbolos sexuais dos anos 50 e 60. Tornou-se ativista dos direitos animais, após se retirar do mundo do
entretenimento e se afastar da vida pública.
Ícone de popularidade da década de 1960, foi eleita pela revista TIME um dos cem nomes mais influentes da história
da moda.[2][3] Bardot tornou-se conhecida
internacionalmente em 1957, após protagonizar o polêmico filme E Deus Criou a Mulher,
produzido pelo seu então marido, Roger Vadim. Ela chamava a atenção da
intelectualidade francesa e Simone de Beauvoir
a descreveu como "uma locomotiva da história das mulheres",
além de ter sido considerada a mulher mais livre do Pós-Guerra na França.
Considerada uma mulher à frente de seu tempo, mesmo sem ganhar
importantes prêmios no cinema, Brigitte causava histeria na imprensa internacional e era uma das poucas
atrizes não americanas de sua época que recebiam grande atenção da imprensa dos
Estados Unidos,[4] onde surgiu o termo "Bardot
mania" para qualificar a adoração que ela suscitava. Seu estilo e seus
cabelos longos e loiros, seu jeito de se vestir tornaram-se mania entre as
mulheres e influenciou todo o estilo e comportamento das gerações das décadas
de 1950 e 1960.
Distante do cinema desde a década de 1970, engajada numa polêmica cruzada em
defesa dos direitos animais e
tendo sido processada várias vezes por suas duras críticas sobre a islamização da França, Bardot continua inspirando a moda e
vários artistas da contemporaneidade. Foi eleita uma das dez atrizes mais belas
da história do cinema por uma pesquisa realizada na Inglaterra em 2009.[6] Em 1985, foi premiada com a Legião de Honra Francesa,
mas causou polêmica ao recusar o prêmio
Fonte e foto:
google.com.br


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