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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Caso Vivi: estudante de medicina vagabundo pratica safári urbano no MS

“Um verdadeiro safári urbano”. É assim que o aposentado de 66 anos, João Melli, define o caso da gata morta por tiro dado por um estudante de medicina, no bairro Monte Carlo, em Campo Grande, na madrugada de sexta-feira (22). Outros dois suspeitos de estarem no carro junto com o universitário ainda não se apresentaram à polícia. O aposentado alimentava todos os dias a gata, que ficou carinhosamente conhecida como Vivi, de Vitória. O animal era comunitário e não tinha tutor. “Eu deixava uma vasilha com ração na esquina de casa e ela sempre comia ali, tanto que quando ela foi ferida ela atravessou a rua em direção à minha casa”, lamenta, emocionado. João conta que a gata era mansa e convivia com outros animais. ” Ela também ficava na casa da Regina [vizinha], que adotou um dos filhotes que ela teve há um tempo atrás”, finaliza. O suspeito O universitário confessou à polícia na segunda-feira (25) que atirou no felino. “O jovem alega que foi uma brincadeira e que inclusive já tinha atirado em outras gatas durante aquela percurso, mas só aquela ele acertou”, declarou a delegada Ana Cláudia Medina, que está responsável pela Delegacia Especializada de Proteção aos Animais e Atendimento ao Turista (Decat). A delegada informou ainda que o estudante pediu para o motorista parar “e assim ele poderia mirar melhor no animal”. O estudante se apresentou acompanhado de um advogado e foi indiciado por maus-tratos contra animais, agravado pela morte. A pena é de três meses a um ano de detenção e multa. Na ocasião, o jovem estaria acompanhado de mais duas pessoas. No entanto, a ideia de atirar no animal partiu dele. Antes, ele disse que atirava apenas em latas. A espingarda seria de pressão e a bala ficou alojada na coluna do animal. A gata foi levada para uma clínica, onde precisou passar por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na noite de sábado (23). Imagens do crime Vídeo gravado por uma câmera de segurança de uma residência mostra o momento em que um carro para no meio da rua e um tiro é disparado. A gata foi atingida e socorrida pela arquiteta Priscilla Melli, de 29 anos, e amigos dela. O animal foi levado para uma clínica, passou por cirurgia para recuperar o movimento das pernas, mas horas depois morreu. Na clínica, a gata ganhou o nome de Vitória para ser atendida. Fonte: G1 NOTA DO BLOG : assassino covarde e frio. Se no momento que esse miserável atirou contra a gata uma criança estivesse passando, ou mesmo um adulto e ai ? Merecia ser expulso da universidade caso o Brasil fosse um país sério. Esse futuro médico assassino pode muito bem matar sem compaixão um paciente pelo seu prazer de matar que ele acha ser uma brincadeira. Sair na madrugada atirando contra animais é ato de vagabundo, covarde, projeto do diabo. Mas, como estamos no Brasil, aonde nem a vida humana é respeitada imagine dos animais, esse vagabundo vai pagar algumas cestas básicas de menos de trinta reais e pronto. Esse vagabundo realizou um safári urbano.

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