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sábado, 24 de agosto de 2013

Jovem crucifica cadela viva

Um jovem originário de Tecate, Baixa Califórnia (México) divulgou em seu Facebook a imagem de uma pequena cachorra crucificada, provocando indignação entre centenas de usuários das redes sociais. Na foto, o jovem identificado como Aaron Pino, de 22 anos de idade, posa para a câmera fazendo um sinal com a sua mão esquerda, enquanto segura com a outra mão uma cachorra pregada a uma pequena cruz de madeira. A foto imediatamente inundou o Twitter e o Facebook com centenas de comentários de usuários ofendidos pelo maltrato sofrido pela vítima e gerou uma petição dirigida ao Governo Municipal de Tijuana, pedindo um processo criminal contra Aaron Pino e que já contabiliza mais de 20 mil assinaturas. Para assinar a petição, clique aqui. Leia abaixo o texto da petição traduzido: Governo Municipal de Tijuana, Baixa California, México: Processo Criminal contra Aaron Pino Martinez por maltrato e abuso animal. Na terça-feira, 20 de agosto de 2013, Aaron Pino Martinez, natural de Tecate, Baixa California, publicou em seu perfil no Facebook uma imagem de um cão crucificado, com claros sinais de maltrato e tortura. Isto, além de ser revoltante, é um sinal claro que este tipos de indivíduos devem ser repreendidos e castigados, conseguindo assim difundir uma mensagem a todas aquelas pessoas que maltratam animais. Detenhamos estes tipos de ações, e sobretudo, não deixemos que indivíduos como Aaron Pino sigam livres. “Não pensei que isto sairia do controle, eu encontrei a cachorra morta e crucificada no rio. Me chamou muito a atenção, tirei uma foto e publiquei”, no entanto, os usuários das redes sociais questionaram o porquê de ter publicado a foto em seu perfil. Os argumentos contra Aaron são muito mais convincentes que as desculpas apresentadas por ele: - A madeira do crucifixo não tem marcas recentes de água; - Não há um rio na foto. De fato, se vê uma casa; - A cachorra não tem traumatismos ou feridas visíveis. A primeira vista foi envenenada, asfixiada ou afogada; - Na foto, o animal é chamado de Chuyita. Como ele sabia o nome da cachorra? Era dele ou de algum conhecido? - A cachorra conserva a coloração natural da pele e não apresenta nenhum sinal de decomposição ou de que tivesse tido algum contato com a água. Devido a isto, se pode deduzir que o animal teria falecido no máximo há 5 horas. Respondendo a essas evidências, o suspeito diz que estava com a sua namorada passando pelo local onde encontrou o animal e que ela sugeriu que o enterrassem, no entanto, contrariando o que seria o mais sensato a fazer, levou o animal para tirar uma foto para os amigos, pois nas palavras dele “foi uma brincadeira” e acrescenta que nunca teve a mentalidade de dizer “ Oh sim, sou mau, o matei ”. Por último, Aaron concordou que foi um péssimo ato, mas questionou os que o criticaram: “As pessoas atacam sem saber, sem perguntar, sei que agi mau e não faço coisas boas que pareçam más… as coisas não foram assim”. Ao que tudo indica, é um hábito Aaron Pino se deixar fotografar com animais mortos, expressando satisfação com o ato. Há mais uma foto dele circulando pelas redes sociais, segurando a cabeça de um animal não identificado. Fonte: anda.jor.br Por Loren Claire Canales (da Redação) foto: divulgação NOTA DO BLOG: esse sujeito desqualificado não passa de um grande idiota, sem caráter e que merece ser preso. Mas, com certeza ele já tem um lugar reservado ao lado do diabo nas caldeiras do inferno.

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