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sexta-feira, 3 de abril de 2026

Por que não se come carne na Sexta-feira Santa?


 Muita gente acredita que basta trocar a carne vermelha por peixe, mas a orientação da Igreja Católica vai além disso. A abstinência não é só sobre o tipo de alimento, e sim sobre o significado por trás da escolha.

A ideia central é adotar uma alimentação simples, evitando luxo e exageros. Ou seja, substituir carne por um prato caro e sofisticado não cumpre o propósito. O foco é a renúncia, não a troca por algo igualmente ou mais elaborado.

Esse momento tem um sentido simbólico: lembrar o sacrifício de Jesus Cristo por meio de um pequeno sacrifício pessoal. Por isso, a proposta é uma refeição discreta, sem clima de celebração ou banquete.



Na prática, isso pode significar um prato simples, como arroz, feijão ou algo leve. Mais importante do que retirar a carne é adotar uma postura de simplicidade e reflexão.

📋 Código de Direito Canônico (ver página 365): https://www.vatican.va/archive/cod-iuris-canonici/portuguese/codex-iuris-canonici_po.pdf

Fonte: vista-se.com.br

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Foto: Reprodução/TV Asa Branca Alagoas

O elefante-marinho conhecido como Leôncio morreu após sofrer diversos golpes de objeto cortante, segundo laudo do Instituto Biota. O animal teve o crânio atingido, o olho arrancado e apresentava ferimentos nas nadadeiras e nas costelas.

Leôncio foi encontrado morto na terça-feira (31/03), na praia de Lagoa Azeda, em Jequiá da Praia, no litoral sul de Alagoas. O corpo já estava em avançado estado de decomposição e, de acordo com os especialistas, não havia indícios de que o animal tenha sido vítima de redes de pesca ou outro acidente semelhante.

“O que podemos afirmar, neste momento, é que o elefante-marinho foi violentamente atacado quando ainda estava vivo. Lamentamos profundamente essa situação. Tentamos aproximá-lo da população, promovemos uma enquete para o batismo e buscamos conscientizar sobre a importância de mantê-lo em segurança, mas, infelizmente, isso não foi suficiente”, afirmou o biólogo e diretor-executivo do Instituto Biota, Bruno Stephanis.

O laudo também idenFoto: Reprodução/TV Asa Branca Alagoas

O elefante-marinho conhecido como Leôncio morreu após sofrer diversos golpes de objeto cortante, segundo laudo do Instituto Biota. O animal teve o crânio atingido, o olho arrancado e apresentava ferimentos nas nadadeiras e nas costelas.

Leôncio foi encontrado morto na terça-feira (31/03), na praia de Lagoa Azeda, em Jequiá da Praia, no litoral sul de Alagoas. O corpo já estava em avançado estado de decomposição e, de acordo com os especialistas, não havia indícios de que o animal tenha sido vítima de redes de pesca ou outro acidente semelhante.

“O que podemos afirmar, neste momento, é que o elefante-marinho foi violentamente atacado quando ainda estava vivo. Lamentamos profundamente essa situação. Tentamos aproximá-lo da população, promovemos uma enquete para o batismo e buscamos conscientizar sobre a importância de mantê-lo em segurança, mas, infelizmente, isso não foi suficiente”, afirmou o biólogo e diretor-executivo do Instituto Biota, Bruno Stephanis.

O laudo também identificou sinais de hemorragia, o que confirma que o animal ainda estava vivo no momento das agressões. Ele foi encontrado encalhado no mesmo local onde havia sido visto pela última vez.

Leôncio apareceu pela primeira vez no litoral alagoano no dia 11 de março. Na ocasião, estava em processo de muda de pele e chamou a atenção de moradores e turistas ao ser visto na areia da praia de Ponta Verde, em Maceió.

Fonte: G1tificou sinais de hemorragia, o que confirma que o animal ainda estava vivo no momento das agressões. Ele foi encontrado encalhado no mesmo local onde havia sido visto pela última vez.

Leôncio apareceu pela primeira vez no litoral alagoano no dia 11 de março. Na ocasião, estava em processo de muda de pele e chamou a atenção de moradores e turistas ao ser visto na areia da praia de Ponta Verde, em Maceió.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Cachorro ou gato deitados no sol? Entenda o que isso significa

Foto: TNH1
 Quem convive com cães e gatos conhece bem a cena: basta um raio de sol entrar pela janela para o animal se esticar no chão e ficar ali, imóvel, como se tivesse encontrado o melhor lugar do mundo. O que parece só preguiça, porém, tem explicação.

A ciência por trás desse comportamento (e quando ele pode virar um risco)?

Se você tem um pet em casa, provavelmente já viu essa cena: um raio de sol aparece e, pouco tempo depois, lá está ele completamente esticado, relaxado, como se tivesse encontrado o melhor lugar do mundo. Mas será que isso é só preguiça? A resposta é não. Esse comportamento envolve mecanismos biológicos importantes e faz parte da natureza dos animais. No entanto, também exige atenção, já que o excesso de exposição ao sol pode trazer riscos reais à saúde, incluindo câncer de pele, especialmente em alguns pets.

De acordo com a médica veterinária alagoana Dilane Costa, cães e gatos são animais homeotérmicos, ou seja, mantêm a temperatura corporal estável. Como não suam pela pele de forma eficiente, eles utilizam estratégias comportamentais para equilibrar a temperatura, e uma delas é justamente buscar o sol. “O calor externo ajuda o organismo a manter a temperatura sem gastar tanta energia, reduzindo o esforço metabólico e promovendo conforto térmico. Esse processo é conhecido como termorregulação comCosta disse que além da questão física, o sol também influencia diretamente o bem-estar. “A exposição à luz estimula a liberação de substâncias como serotonina e endorfinas, relacionadas à sensação de relaxamento e prazer. Isso ajuda a entender por que muitos pets parecem entrar em um estado de tranquilidade profunda quando estão sob a luz solar. Esse hábito também tem origem evolutiva. Os cães herdaram esse comportamento de ancestrais como o lobo, enquanto os gatos descendem do gato-selvagem-africano, espécies que dependiam do ambiente para regular a temperatura corporal”.

Importante saber:

Mesmo após a domesticação, esses instintos permanecem presentes no dia a dia dos animais.

O calor do sol também pode trazer benefícios físicos, funcionando quase como uma forma natural de alívio para o organismo.
Ele ajuda a relaxar os músculos, melhorar a circulação e reduzir a rigidez articular. Por isso, é comum observar que pets idosos ou com problemas articulares procuram o sol com mais frequência, utilizando esse recurso de forma instintiva para se sentirem mais confortáveis.

Os gatos, inclusive, costumam buscar o sol ainda mais do que os cães. Isso acontece porque eles preferem temperaturas mais elevadas, são altamente eficientes em economizar energia e têm origem em ambientes naturalmente mais quentes. Esse comportamento faz com que sejam frequentemente vistos em locais ensolarados da casa, por longos períodos.

Ao contrário do que muitos acreditam, cães e gatos não dependem do sol para produzir vitamina D como os humanos. Essa vitamina é obtida principalmente por meio da alimentação, o que reforça que a busca pelo sol está mais relacionada ao conforto térmico e ao bem-estar do que a necessidades nutricionais.

Apesar de todos esses benefícios, a exposição excessiva ao sol pode ser prejudicial. Entre os principais riscos estão a hipertermia, a desidratação, queimaduras e o desenvolvimento de câncer de pele. A radiação ultravioleta pode causar danos às células da pele, favorecendo o surgimento de tumores ao longo do tempo, como o carcinoma de células escamosas, o hemangioma e o hemangiossarcoma cutâneo.

“Assim como acontece em humanos, a exposição solar excessiva ao longo do tempo pode provocar alterações celulares na pele dos animais. Pets de pelagem clara ou com áreas pouco protegidas são mais suscetíveis, e muitas vezes os tutores só percebem quando a lesão já está mais avançada”, t a médica veterinária Dilane Costa (CRMV-AL 01462).

Atenção: Alguns animais apresentam maior risco, especialmente aqueles com pelagem clara, pele rosada ou áreas com pouca cobertura de pelos, como orelhas, focinho e abdômen. Pets que permanecem por longos períodos expostos ao sol também estão mais vulneráveis. Gatos brancos, por exemplo, têm maior predisposição a desenvolver lesões nas pontas das orelhas.

“Os locais mais afetados costumam ser justamente aqueles com menor cobertura de pelos, como pontas de orelha, focinho e região abdominal. Por isso, a atenção do tutor no dia a dia faz toda a diferença para um diagnóstico precoce”, destacou a médica veterinária.

Por isso, é fundamental que os tutores estejam atentos a sinais como feridas que não cicatrizam, crostas persistentes, vermelhidão, descamação ou lesões que aumentam com o tempo. Qualquer alteração deve ser avaliada por um médico veterinário o quanto antes.

Para garantir que o sol continue sendo um aliado, alguns cuidados são essenciais. Evitar a exposição nos horários mais quentes do dia, oferecer sempre áreas de sombra, manter água fresca disponível e limitar o tempo de exposição direta são medidas simples que fazem toda a diferença. Em alguns casos, o uso de protetor solar específico para pets pode ser indicado, sempre com orientação veterinária.

“O ideal não é impedir o animal de tomar sol, mas garantir que isso aconteça de forma segura e controlada. O equilíbrio é fundamental para que o Sol continue sendo um aliado, e não um risco”, finalizou a profissional.

No fim, o cachorro deitado no sol não está sendo preguiçoso. Ele está regulando a própria temperatura, buscando conforto, seguindo seus instintos e, muitas vezes, até cuidando do próprio corpo. Cabe ao tutor apenas garantir que esse comportamento natural aconteça de forma segura, para que aquele momento de descanso continue sendo sinônimo de bem-estar e não de problema.

Foto: TNH1
Fonte: Deisy Nascimento ( blog meu bichinho do TNH1 )

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