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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Ciência comprova que bovinos sabem usar ferramentas

 


Um estudo recente reacendeu o debate sobre a forma como a sociedade enxerga os bovinos. Pesquisadores comprovaram que esses animais possuem capacidade de uso de ferramentas semelhante à observada em chimpanzés — descoberta que recebeu destaque em reportagem do G1, mas passou quase despercebida pelo grande público.

A pesquisa teve como protagonista Verônica, uma vaca que vive na Áustria fora do sistema de exploração para abate. Observando seu comportamento, o tutor percebeu que o animal utilizava gravetos de forma intencional para se coçar. O caso chamou a atenção de cientistas da Universidade de Viena, que acompanharam Verônica por cerca de dez anos.

Durante o estudo, os pesquisadores testaram diferentes objetos, como cabos de vassoura e escovas. Verônica demonstrou escolher conscientemente qual extremidade usar — rígida ou com cerdas — de acordo com a região do corpo e a necessidade do momento. O comportamento indica planejamento, adaptação e tomada de decisão, habilidades antes associadas quase exclusivamente a primatas como o chimpanzé.



Os cientistas concluíram que bovinos têm capacidades cognitivas muito mais sofisticadas do que se imaginava, mas raramente conseguem expressá-las. Criados em ambientes pobres em estímulos, voltados apenas ao ganho de peso, esses animais não têm oportunidade de desenvolver tais habilidades. Em santuários, porém, é comum observar vacas brincando, interagindo e resolvendo problemas.

Do ponto de vista vegano, o estudo reforça algo já evidente: bovinos não são “matéria-prima”, mas indivíduos com inteligência, sensibilidade e interesses próprios. Diante dessas evidências, ignorar sua vida passa a ser uma escolha — não falta de informação.

Fonte: vista-se.com.br

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Cachorra companheira de cão Orelha é internada com suspeita de doença do carrapato em Santa Catarina

 


Foto: Arquivo Pessoal

A cachorra Pretinha, que vivia junto com o cão Orelha na Praia Brava, em Florianópolis, está sob acompanhamento veterinário em Florianópolis após apresentar alterações clínicas percebidas por sua cuidadora, responsável pelo lar temporário do animal depois das agressões ao companheiro canino. Segundo a veterinária que acompanha o caso, o quadro é estável e novos exames estão em andamento para definição precisa do diagnóstico.

Pretinha já havia passado três dias sob cuidados médicos. Após ser liberada, no sábado (24/01), precisou ser hospitalizada novamente na segunda-feira (26/01).

De acordo com a médica veterinária Fernanda Oliveira, a cuidadora, Carolina Bechelli Zylan, sempre tratou Pretinha e Orelha juntos. Após o ocorrido com o cão, Pretinha foi levada para casa, momento em que foi observada uma leve incontinência urinária. As investigações clínicas foram iniciadas imediatamente.

A veterinária explica que, neste momento, não é possível fechar um diagnóstico definitivo. Os exames iniciais apontaram uma alteração compatível com hemoparasitose — grupo de doenças causadas por protozoários ou bactérias que vivem no sangue, popularmente chamada de “doença do carrapato”. Por isso, serão realizados testes específicos para cada possibilidade, com o objetivo de identificar com precisão a origem do problema e definir o tratamento mais adequado.

— Atualmente, ela se encontra estável, dentro dos parâmetros esperados para esse tipo de alteração — informou a veterinária.

Segundo ela, a evolução do quadro dependerá do acompanhamento dos exames laboratoriais. Ainda assim, comportamentos como demonstrar vontade de se alimentar e brincar são considerados sinais positivos.

A profissional também explica que, na rotina clínica, mudanças bruscas na vida de um animal — como alterações no ambiente ou na convivência — podem impactar aspectos alimentares e imunológicos. No entanto, não é possível afirmar com certeza que o estado de saúde de Pretinha tenha piorado em decorrência da perda do companheiro.

Neste momento, o foco da equipe veterinária é a recuperação do animal. A conduta a ser adotada dependerá dos resultados dos próximos exames e da avaliação do especialista responsável pelo acompanhamento do caso.

— Estamos esperançosos, mas com os pés no chão — concluiu a veterinária.

Relembre o caso do cão Orelha

O cão comunitário Orelha, também conhecido como Preto, vivia há mais de 10 anos na região, segundo a comunidade, e era cuidado por pessoas que moravam nos arredores, além de pescadores. Após a agressão, o cachorro foi encontrado com vários ferimentos em uma área de mata da Praia Brava e levado ao veterinário por moradores. Não foi possível salvá-lo e ele foi submetido à eutanásia.

Uma das moradoras da Praia Brava fez uma postagem em uma rede social afirmando que o ato chegou a ser filmado por um vigia do local que, ao divulgar as imagens, teria sido ameaçado por parentes dos suspeitos.

Na noite de segunda-feira (26/01), um advogado e dois empresários foram indiciados pela Polícia Civil por suspeita de coagir uma testemunha no processo do caso do cão comunitário Orelha, que sofreu maus-tratos na Praia Brava, em Florianópolis. Ainda na manhã desta segunda-feira, três mandados de busca e apreensão foram feitos na casa dos indiciados. O objetivo era colher mais provas para a investigação do caso.

Segundo a delegada Mardjoli Adorian Valcaregg, da Delegacia de Proteção Animal da Capital, os três homens são parentes dos adolescentes suspeitos de cometer o crime contra o animal — dois pais e um tio.

Até o momento, conforme a delegada, mais de 20 pessoas já foram ouvidas pela polícia como testemunhas. Entre eles estão os síndicos dos condomínios onde moram os suspeitos e moradores. Os adolescentes suspeitos são interrogados pela Delegacia de Adolescente em Conflito com a Lei.

Fonte: NSC Total   ( Ana Menezes )

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Caso Orelha: três adultos são indiciados por coação e investigação aponta interferências externas


 Foto: Arquivo pessoal

A Polícia Civil de Santa Catarina informou hoje (27/01) que três adultos, dois pais e um tio dos adolescentes investigados pela morte do cão comunitário Orelha, foram indiciados por coação de testemunha. A informação foi confirmada em coletiva realizada, há pouco, pela delegada Mardjoli Adorian Valcaregg, da Delegacia de Proteção Animal de Florianópolis (SC).

De acordo com a polícia, os indiciamentos estão relacionados a apurações sobre tentativas de intimidação contra um vigia que teria presenciado as agressões. No âmbito dessa investigação, foi cumprido mandado de busca com o objetivo de localizar uma arma de fogo que, segundo os autos, teria sido utilizada para ameaçar a testemunha. O objeto não foi encontrado. Por questões de segurança, o vigilante foi afastado de suas funções.

A Polícia Civil não detalhou o grau de participação individual dos envolvidos nem informou prazos para a conclusão dessa etapa das apurações.

Durante a coletiva, os policiais informaram que a juíza responsável pelo caso indeferiu o pedido de quebra de sigilo dos telefones celulares apreendidos. Segundo afirmaram, a decisão pode dificultar o acesso a elementos adicionais de prova, mas não interrompe as investigações, que seguem em curso.

Outro ponto confirmado foi que quatro adolescentes seguem sendo investigados por envolvimento nos fatos. Dois deles foram alvos diretos de mandados de busca e apreensão cumpridos ontem, enquanto os outros dois estão em viagem aos Estados Unidos, com retorno previsto para os próximos dias. A Polícia Civil afirmou que a saída do país não está relacionada às investigações.

O inquérito permanece sob responsabilidade da Delegacia de Proteção Animal, com apoio de outras unidades especializadas, e novas diligências poderão ser realizadas conforme a evolução das apurações.

A polícia está apurando outros possíveis delitos cometidos em janeiro pelos adolescentes.

Nota da Redação: a ANDA considera extremamente grave que a morte do cão Orelha envolva suspeitas de coação de testemunha por adultos e possível interferência de um agente do Estado, revelando falhas estruturais na proteção de animais e testemunhas. Embora legítima, a negativa de quebra de sigilo mostra limites na apuração de crimes de imensa crueldade. Apelamos para a necessidade de responsabilização efetiva, rigor institucional e mudanças estruturais para que a violência contra animais não siga sendo relativizada.

Fonte: anda.jor.br

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Uso indiscriminado de capturas para pragas urbanas pode ser um risco para animais silvestres

  


Foto: IMA/AL

Com o aumento da infestação de ratos e outras pragas urbanas, é comum que a população faça uso de ratoeiras, cola ratos ou outros métodos para capturar esses animais. Mas você sabia que o uso indiscriminado dessas práticas pode afetar também os animais silvestres, que não são o alvo dessas armadilhas? O Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) faz um alerta para o uso responsável desses objetos, que causam tantos problemas para a saúde de aves de rapina, corujas, mamíferos e até mesmo répteis que podem ser pegos por eles por acidente.

O Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), gerido em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), tem recebido um grande número de animais silvestres apresentando algum tipo de lesão por conta de uma captura conhecida como cola rato. Afinal, ao descartar esse tipo de armadilha de forma incorreta, animais como as corujas, que se alimentam de roedores, acabam ficando presas junto com os ratos.

“A gente recebe muitas corujas e muitos rapinantes com asas e patas fraturadas, em estado de estresse muito alto. E isso pode levá-los a óbito dependendo de como o animal esteja. É muito difícil retirar a cola, eles passam por um procedimento diariamente para que a gente consiga retirar esse material sem que ocasione um estresse no animal”, explicou a médica veterinária do IMA/AL, Pérola Marques

Segundo ela, muitas pessoas que fazem o uso desse produto muitas vezes não imaginam que eles também podem afetar animais silvestres, e é por isso que o cuidado tem que ser redobrado.

“Existem maneiras de conter essas pragas urbanas sem afetar outros animais, como utilizar capturas que mantenham os animais vivos, fechar frestas, janelas, telhas, bueiros ou até mesmo canos que podem servir como acesso para que os roedores entrem nas residências. Também é importante manter o ambiente sempre limpo e fazer o descarte correto de todo o lixo. Mas se for realmente necessário fazer o uso do cola rato, prefira fazer isso em locais fechados”, reforçou a médica veterinária.

Caso a população se depare com animais silvestres em situações de perigo é preciso acionar o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) imediatamente, através dos números (82) 9 8833-5879 ou 190, para fazer o resgate seguro desses animais.

Fonte: IMA\AL com tribuna hoje

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Caso do cãozinho Orelha: Polícia Civil de Santa Catarina colhe provas na casa dos “adolescentes”

 

Foto: vista-se.com.br
O assassinato do cão comunitário Orelha, em Santa Catarina, provocou comoção nacional e revelou muito mais do que um episódio isolado de violência. Orelha tinha cerca de dez anos, vivia na Praia Brava e era cuidado por comerciantes e moradores. Dócil e conhecido na região, foi atraído durante a madrugada por um grupo de adolescentes e brutalmente agredido. Encontrado ainda com vida, não resistiu aos ferimentos apesar do socorro veterinário.

O caso ganhou repercussão pela crueldade e pelo perfil dos envolvidos: adolescentes de famílias ricas, todos menores de idade. A Polícia Civil realizou diligências, recolheu equipamentos eletrônicos e investiga tentativa de intimidação de testemunhas. Ainda assim, a legislação brasileira limita severamente as punições, o que levanta um debate urgente sobre impunidade e reincidência. Agrava o cenário o fato de o mesmo grupo já ter se envolvido em uma tentativa anterior de matar outro cão comunitário.

Do ponto de vista vegano, a violência contra Orelha não é um “desvio”, mas parte de uma cultura que hierarquiza vidas animais. A indignação seletiva — que se mobiliza por cães e gatos, mas ignora bois, porcos e frangos mortos diariamente — revela uma contradição social profunda. Animais explorados para consumo também são dóceis, sensíveis e sofrem, ainda que longe dos olhos do público.

Especialistas em criminologia apontam a relação entre maus-tratos a animais na juventude e violência futura contra humanos, reforçando que o problema não é apenas ético, mas social. O caso Orelha exige justiça, acompanhamento rigoroso e reflexão coletiva. Proteger os animais é proteger a sociedade — e repensar o prato também faz parte dessa responsabilidade.

Fonte: vista-se.com.br

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